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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Formação contínua para trabalhadores, um direito e uma obrigação!

Todas as pessoas que, assiduamente, leem este blog, sabem o quanto é importante manter uma aprendizagem ao longo da vida, é preciso estarmos sempre atualizados sobre a evolução do mundo, seja a nível pessoal ou a nível profissional. Assim, e dando continuação ao artigo anterior aqui fica mais uma nota:

Relembro que, cabe à entidade patronal oferecer formação contínua aos seus colaboradores, como forma de apoiar este desenvolvimento contínuo.

Portanto, pela atual Lei Portuguesa, todos os trabalhadores têm direito a, pelo menos, 40 horas de formação contínua por ano, facultadas pela entidade patronal (Lei nº 93/2019 artigo 131º, do Contrato de Trabalho).

Ainda, de acordo com esta legislação, os conteúdos desta formação deverão ser, de preferência, acordadas entre as partes e que, auxiliem a trabalho desempenhado.

«Os temas da formação devem ser os seguintes:

  • Formação relacionada com a atividade prestada pelo trabalhador;
  • Tecnologias de informação e comunicação;
  • Segurança e saúde no trabalho;
  • Língua estrangeira. » (In: https://www.economias.pt)

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Aprender de forma autodidata!

Que o professor não sabe explicar…que essa matéria não dei na escola… não é desculpa! Atualmente, todos nós devemos e podemos ser um pouco autodidatas e isso deve ser despertado em quem cresce!

O conceito autodidata significa que uma pessoa tenha a capacidade de desenvolver um estudo sobre determinado assunto, ou tema, sem o apoio de um professor ou orientador. Ou seja, individualmente a pessoa pesquisa a informação que pretende, em várias fontes, analisa e interpreta, apenas através do seu esforço e dedicação.

Não são apenas os adultos que têm esta capacidade, as crianças, com a sua curiosidade natural fazem-no imensas vezes. Assim, basta direcioná-las para as melhores aprendizagens, para os conhecimentos mais uteis na vida e incentivando à realização deste processo como paralelo a uma aprendizagem escolar.

Aprender é assim… autonomia, vontade, curiosidade e mente aberta! Educar é assim… promover tudo isto de forma livre mas apoiada…

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É preciso ser Resiliente….

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Estudante: _Porque é que ele está a chorar?

Eu: _ Porque é muito pequenino…

Estudante: Que idade é que ele tem?

Eu: _ Tem 5 anos.

Estudante: Ah… eu sei como é… eu já tive essa idade!»

 

Hoje trago para reflexão um conceito que pode enquadrar-se nem vasto mundo educativo – a resiliência. O termo surge na física e define como resiliente um material que tem a capacidade de resistir a impactos ou pressões sem alterar as suas características iniciais. Recentemente o conceito foi agarrado pelas ciências sociais e humanas, para caracterizar um ser humano que, após ter vivido momentos de stress ou pressão, consiga superar estas adversidades e aprender com estes momentos de vida.

Ao olharmos para a Resiliência como um conceito humano, podemos constatar que este pode surgir em qualquer momento da vida, seja na vida adulto como na infância, daí a importância da educação, ou seja, do ensinar/aprender a ser capaz de ultrapassar dificuldades e momentos difíceis mantendo sempre um pensamento positivo e um desejo de um futuro feliz. 

Este ensino/aprendizagem deve iniciar-se com crianças que, bem cedo, começam a confrontar-se com os mais variados desafios que a vida promove…

No próximo Post leia algumas sugestões para incentivar as crianças a serem Resilientes e a enfrentarem, de forma positiva, as variadas dificuldades da vida.

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Como estudar para uma Formação!

Cada vez mais, os adultos são confrontados com a necessidade de seguirem o caminho da formação contínua, seja por desejo de saber mais, seja também, pelas exigências profissionais. Por esta razão, jovens e adultos frequentam de quando em vez, uma pequena formação, de algumas horas por dia, em determinada área específica.

Para estudar para uma formação, assim, bastante limitada no tempo e nos conteúdos, aqui ficam algumas sugestões, que poderão orientar para o estudo.

  • No final do dia da formação ou logo no dia seguinte, guarde uma hora para rever o que aprendeu, tentando memorizar e resumindo a informação mais relevante. Repita o procedimento em todos os dias da formação;
  • Em momento de formação, coloque sempre as dúvidas e esclareça reflexões, de forma a conseguir evoluir, no conhecimento, ao ritmo de ensino estipulado;
  • Em momento de formação, realize o máximo de apontamentos que conseguir, de forma a poder relembrar mais tarde;
  • Em casa, procure mais algumas informações sobre o tema, que lhe despertem mais interesse e curiosidade, utilize literatura e internet como fontes de pesquisa;
  • A grande maioria destas formações apresenta uma, ou mais, formas de avaliação. Se esta for um teste, alguns dias antes prepare-se, recorrendo aos resumos e apontamentos realizados de forma a memorizar e adquirir toda a informação.

Mesmo para aqueles que se sentem mais inseguros, porque já abandonaram os bancos de escola há vários anos, não se esqueçam que aprender é um processo contínuo, do qual todos somos capazes, em qualquer momento da vida….

Estudar exige apenas concentração, gosto e dedicação…

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Terapia da fala: quando?

Algumas crianças nos primeiros anos de escola demonstram algumas situações específicas que poderão implicar, negativamente, no seu desenvolvimento pessoal e social. Para colmatar algumas dessas situações existem os especialistas Terapeutas da Fala, estes profissionais apoiam na prevenção, avaliação e intervenção de perturbações da comunicação e deglutição de crianças, jovens e/ou adultos, ou seja, na compreensão e expressão da oralidade e da escrita.

 

De forma concreta, a Terapia da Fala intervém:

  • Fala (articulação, fluência, voz e respiração);
  • Linguagem (linguagem oral, escrita, gráfica e gestual – semântica, morfologia, sintaxe, fonologia e pragmática);
  • Comunicação verbal e não-verbal;
  • Consciência fonológica (pré-literacia);
  • Deglutição e alimentação;
  • Motricidade;
  • Sensibilidade muscular.

 

A intervenção pode ser necessária em variados casos, contudo aqui ficam algumas patologias que apresentam, por vezes, necessidade deste apoio terapêutico:

  • Patologia vocal (nódulos, pólipos, edema de Reinke,…);
  • Síndromes (Down, Fetal alcoólico, Duchenne, Rett, Distrofia Miotónica Congénita, Prader-Willi, ...);
  • Doenças Neurológicas (Parkinson, Alzheimer, Wilson, Epilepsia, ...);
  • Patologia auditiva, neuromotora e mental;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Traumatismo Crânio Encefálico (TCE);
  • Perturbações do Espectro Autista;
  • Hiperatividade e Défice de Atenção;

 

Estes profissionais trabalham em complemento com outros profissionais educativos e de saúde, de forma a que um trabalho coletivo apresente resultados positivos e desejados.

Se é educador e considera que o seu educando precisa do apoio destes profissionais contacte uma clinica que ofereça esta especialidade que lhe proporá uma rastreio avaliativo, retirando-lhes as suas dúvidas e anseios, numa orientação fundamentada.

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Disneylândia… um sonho para pequenos e graúdos?

Bem verdade que, ter suporte financeiro para uma viagem em família até Paris, para visitar a Disneyland é algo de difícil, nos dias que correm, no entanto, esta viagem permanece nos sonhos de muitas crianças, adolescentes e até adultos… viver, intensamente, um dia repleto de magia e sorrisos.  Assim, se puder concretizar esta viagem de sonho, não hesite… ficará na memória de todos!

Eu, pessoalmente, gostaria muito de visitar o Parque Disney, mas ainda não tive oportunidade… no entanto, conversei com algumas crianças que tiveram essa experiência e os testemunhos são sempre muito positivos, mesmo as crianças que o fizeram ainda bem pequenas, guardam leves recordações… 

Este ano o Parque Disney celebra os seus 25 anos de existência, estando com promoções e ofertas, para saber mais ou ficar maravilhado, basta visitar o site oficial, de onde eu retirei esta pequena informação:

 

«Os sonhos tornam-se realidade no Parque Disneyland®, onde os contos de fadas ganham vida em cinco terras mágicas (Main Street, U.S.A®; Discoveryland®; Fantasyland®; Adventureland® e Frontierland®). Venha descobrir espetáculos incríveis, atrações surpreendentes, desfiles deslumbrantes e encontros inesquecíveis com personagens Disney – com um brilho especial para celebrar o nosso 25º Aniversário.» (in: disneylandparis.pt).

 

E claro, partilhem por cá as vossas experiências!

 

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O seu filho tem este jogo? Sabe que pode ser perigoso?

Já por cá conversamos sobre os perigos da internet, seja para crianças ou adultos, existem vários cuidados a ter no momento em que abrimos o nosso computador ao mundo, sem fronteiras nem barreiras.

Hoje, volto a este tema, para relembrar que existem algumas aplicações também perigosas, muito embora sejam gratuitas, de fácil instalação e que parecem não oferecer qualquer problema.

Sempre que descarrega um aplicativo, ou jogo da PlayStore, de forma gratuita ou paga, para o seu smartphone ou tablet, está a aceitar vários termos de responsabilidade e, alguns deles, têm como objetivo invadir a segurança do aparelho, podendo reter ou compartilhar dados pessoais, aquilo a que se chama de phishing, SPAM, malware, roubo de identidade e/ou informação pessoal.

Assim, de acordo com a pesquisa realizada, em 2013, pela empresa de segurança Trust Go, os seguintes dez jogos e aplicativos encontram-se na lista dos que oferecem mais riscos para os usuários.

Nunca é demais lembrar que devem conversar e alertar os mais pequenos sobre os perigos destas novas tecnologias e os cuidados a ter no dia a dia.

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