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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Quando os castigos não resultam?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Eu: _ Se tirares negativa os teus pais podem deixar-te de castigo?

Estudante: _Sim… tiram-me tudo… Não há nada pior que se possa fazer a uma criança do que lhe tirar tudo…»

Algumas famílias propõem determinadas exigências aos mais pequenos, que nem sempre conseguem ver concretizadas, isto leva a que seja necessário tomar medidas, entre elas surgem os castigos, é-lhes retirado objetos, tempos em frente aos ecrãs, etc., por norma, estes castigos acabam por surtir o efeito desejado e as crianças, ou jovens, moderam ou alteram as suas atitudes, pois perceberam que não estão a ser corretos e com isso recebem estímulos nada agradáveis.

No entanto, existem famílias que referem que esta forma de castigar não funciona com o seu estudante, pois ele não demonstra grande preocupação em ficar privado de momentos que aprecia, logo, os castigos não se apresentam práticos ou punitivos.

Nesta situação, antes que as família desesperem, posso sugerir dois simples conselhos, com o objetivo de surtir o mesmo efeito, ou seja, a mudança de atitude:

  • Apelar aos estímulos emocionais e de responsabilização, sempre que o criança ou jovem não tem a atitude mais correta e existe a necessidade de esclarecer e orientar, demonstre que o estudante o/a desapontou, que está muito triste, com grande desilusão e torne-se emocionalmente mais distante… algumas crianças e jovens responsabilizam-se mais rapidamente interpretando estes sinais emocionais e desenvolvem empatia por sentimentos e emoções, tornando-os mais capazes de perceber e se responsabilizarem pelas próprias ações e atitudes.

 

  • Exigir uma contribuição maior em tarefas diárias para ajudar a família, como por exemplo, fazer algumas limpezas extra, ou atribuir-lhe algumas funções pouco desejadas pelas crianças/jovens que, por hábito, não são da sua responsabilidade. Para que tal traga o efeito desejado, nunca poderá ser benevolente ou permitir que a tarefa não seja executada na totalidade!

 

As famílias, melhor do que ninguém, conseguem perceber a melhor forma de orientar, premiar, castigar, e educar os seus… Sem violência ou exageros, mas com muita assertividade nas decisões! Crianças com famílias assertivas tornam-se muito mais seguras e tranquilas!

    

educação.jpg

 

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