Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

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Dez 18

E se antes escrevi sobre livros, agora torna-se imprescindível escrever sobre a nossa Biblioteca Nacional que, com «um património documental vasto e muito diversificado que alcança quase dez séculos de história e cultura da sociedade portuguesa e abrange todos os temas e géneros que cabem num acervo bibliográfico, em contínuo crescimento. Um património que consagra um futuro para o passado e que a cada dia se constrói num registo sistemático do presente, para as gerações vindouras.» (in: http://www.bnportugal.pt/).

A Biblioteca Nacional de Portugal tem mais de duzentos anos de história, criada inicialmente por D. Maria I, em 1796, e seguida por conturbados locais de permanência, encontra-se agora no sólido e imponente edifício no Campo Grande, construído na década de sessenta.

Ao longo dos vários anos tem expandido a sua intervenção, tendo tido novo impulso a partir dos anos 80 com a abertura da sala de periódicos, o início dos empréstimos interbibliotecas, a informatização e a criação do Serviço de Música.

«Com mais de 200 anos, a BNP iniciou, em 2007, um processo de reestruturação que visa contribuir para o enriquecimento e divulgação do património bibliográfico nacional, bem como para modernizar, racionalizar e incrementar o seu funcionamento com vista a servir o público, a comunidade profissional, e os editores e livreiros.» (in: http://www.bnportugal.pt/)

Vele a pena visitar… explorar… ler…. refletir…

Biblioteca_Nacional_de_Portugal.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 14:02

14 comentários:
Moro tão perto e nunca visitei.
Marta Elle a 6 de Dezembro de 2018 às 14:08

Isso é uma falha grave...

Um bocadinho...
Marta Elle a 6 de Dezembro de 2018 às 14:27

Sempre a tempo...
Maribel Maia a 6 de Dezembro de 2018 às 14:59

Nunca visitei!
Sofia a 6 de Dezembro de 2018 às 15:28

Para quem está mais próximo da capital é bem mais fácil....
Beijinhos
Maribel Maia a 6 de Dezembro de 2018 às 17:02

Das 2 vezes que lá fui, fiquei desiludido.
Sem pagar os 10 euros do cartão anual ou o cartão de 2,50, para 5 dias (ou ser aluno da universidade), só temos acesso à área de entrada e a espreitar lá para dentro.
Compreendo que para aceder aos arquivos e aquelas salas, do primeiro andar, onde estão os manuscritos e os livros raros, seja necessário existir normas muito duras e muitíssimo controladas. Ou para as salas onde ficam as exposições. Para o acervo geral, o acesso devia ser gratuito. Identificável mas, sem ser preciso pagar o cartão.
Andy Bloig a 6 de Dezembro de 2018 às 19:34

Bem, acho esse valor muito exagero!
Obrigada pelo testemunho, fica a orientação para quem quiser visitar!
Beijinhos
Maribel Maia a 6 de Dezembro de 2018 às 21:02

Até aceito as restrições, visto que vivemos numa sociedade onde, mesmo o que é do Estado, sobrevive independente. No entanto, o ideal, seria ser o acesso gratuito a qualquer pessoa, embora se mantendo medidas de segurança.
docarlos.blogs.sapo.pt a 7 de Dezembro de 2018 às 14:34

Concordo, deveria funcionar, o mais próximo possível, do conceito de uma biblioteca pública...
Maribel Maia a 7 de Dezembro de 2018 às 14:58

Nunca fui. Sempre tive a ideia (não sei se certa) que o acesso à Biblioteca Nacional tinha condicionantes. Essencialmente vocacionado para estudantes ou para trabalhos ou estudos académicos, para se poder consultar alguma documentação.
Partilhar, partilhando.. a 9 de Dezembro de 2018 às 18:56

Pelos comentários aqui partilhados a visita ao espaço e a pesquisa têm um custo...
Maribel Maia a 10 de Dezembro de 2018 às 09:28

Nunca lá entrei mas pelo que vi aqui nos comentários o acesso tem vários condicionantes...
No meu tempo de escola visitava sempre bibliotecas perto das escolas mas agora não porque a minha zona não tem nenhuma biblioteca para a população.
CÉLIA a 11 de Dezembro de 2018 às 11:24

Isso é que é pena, cada vez deveriam existir mais bibliotecas...mesmo as juntas de freguesia deveriam promover esses espaços de leitura gratuitos!
Beijinhos
Maribel Maia a 11 de Dezembro de 2018 às 14:02

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