Diálogos... Com Vida...

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Este blogue poderia ser escrito de uma forma mais complexa e aprofundada, debatendo-se temas através da visão de vários autores e com base em investigações na área da educação e em outras áreas do saber.
No entanto, complexificar, por vezes pode significar excluir… excluir as pessoas que sentem mais dificuldade em interpretar outros conceitos relativos a conhecimento científico e por isso tornar-se de difícil interpretação…
Poderia excluir os leitores que aqui chegam apenas para uma leitura simples, com propostas concisas e eficazes e que não têm muito tempo nem à vontade para lerem escritos longos e densos…
Sei que esta forma de escrita é uma opção muito pessoal, não a considero a mais certa ou a mais errada, quero apenas conseguir chegar ao maior número de pessoas possível: desde os avós que ainda se interessam pela educação dos netos e das outras crianças, até aos adolescentes que já navegam na internet em busca de informação.
Portanto, como nunca pretendi que este blogue fosse só para alguns, delineei como principal objetivo: uma escrita simples e universal, direcionada a um público geral.
Sejam todos/as bem vindos/as a este Educar(Com)Vida!

De forma ensinar os melhores comportamentos, seja em sala de aula, seja em casa, famílias ou pedagogos podem optar por fazer do comportamento um jogo, incentivando assim, quem cresce, a desejar o comportamento mais adequado a cada situação.
Antes de explicar à criança este jogo, ela deve ter claro quais os melhores comportamentos e uma perceção do que está certo e errado. Aqui, pode sempre surgir um momento de nova explicação de comportamentos adequados.
Como fazer:
Um jarro ou pote
Papeis coloridos
Caneta
Todos os dias a família ou o pedagogo, deve registar o comportamento da criança, sejam eles mais, ou menos, adequados através destes papeis coloridos e coloca-los neste pote. Cada criança deverá ter o seu próprio jarro/pote devidamente identificado.
No final da semana, em conjunto, fazem a leitura de cada um dos papeis lá depositados. Ao longo da leitura estes devem ser separados por comportamentos ‘positivos ou negativos’.
Se a criança obtiver a maioria dos comportamentos positivos pode ser estipulado um reforço positivo ‘presente’ de forma a sentir-se motivada a continuar. Estes reforços positivos não devem ser nada de muito valor financeiro, basta algo simples…(pode encontrar imagens de incentivos no separador Incentivos deste blog).
Após esta leitura, estes comportamentos devem ser conversados e refletidos com a criança, para que ela aumente a sua consciência do certo e errado.


Esta é uma data que nunca deixei de relembrar, neste blogue: impera a vontade de lembrar que ainda existem crianças sem os seus direitos assegurados, com a sua infância roubada… isto deixa-me inquieta… desacreditada….
Quando as crianças vestem o pijama para sair de casa, devem aprender porque o vestem, devem saber pelo que lutamos, hoje!!!

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