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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

As aprendizagens fundamentais nas atividades extracurriculares!

Nos dias de hoje, os estudantes frequentam muitas atividades extracurriculares, no desporto, nas artes e também na religião. Com o peso e medida certa, estas atividades trazem muito de bom para quem cresce.

 

O desporto escolar, traz muitos benefícios, mas não é o suficiente para uma vida ativa e saudável, para uma criança ou jovem praticar um desporto com que mais se identifica e onde se sente bem, traz muitos benefícios físicos e mentais!

 

As artes, seja dança, música, pintura, desenho, escrita, teatro…. Alguns alunos apresentam, desde muito pequenos, uma aptidão e um gosto por algum destas artes, o que o motiva a aprender mais e a dedicar-se algumas horas por semana à aprendizagem. Aprender arte também traz muito de bom a quem cresce, desenvolve excelentes conexões cerebrais, aumenta a criatividade e a imaginação. Faz dos alunos crianças e jovens concentrados e perspicazes, o que apoiará outras aprendizagens.

 

A religião, como a catequese, os escuteiros, ou outros grupos, desenvolvem também grandes benefícios… não se aprende só religião, aprendem-se valores como amor, respeito, solidariedade, caridade… primordiais nos dias de hoje, mas que a sociedade não tem tempo para ensinar.  Para além disso, desenvolve a empatia e o conceito de grupo, de amizade e de partilha de experiências importantes para um crescimento consciente e espiritualmente saudável.

Façam as escolhas em família e definam bem a(s) atividades(s) que fazem a criança/jovem mais feliz!

atividades extra curriculares.jpg

 

O dilema entre usar cadernos ou capas, para a escola...

Prós e contras!

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

«Eu: _O teu caderno está a acabar, será que chega ao final do ano?

Estudante: _Pois… Já tomei uma decisão para o próximo ano… Não vou comprar cadernos, quero comprar uma capa e, com separadores, ponho lá todas as disciplinas!!» 

 

Para este assunto, não tenho opinião formada sobre qual das duas hipóteses se torna mais vantajosa. Quando os estudantes são organizados e responsáveis, qualquer um dos métodos funciona na perfeição.

No 1º ciclo, por norma, estas decisões ficam a cargo dos professores que, no início do ano, fazem uma lista com os materiais a adquirir. A partir do 2º ciclo, a maioria dos professores deixa essa opção à escolha dos estudantes, desde que, apresentem sempre os apontamentos e sumários organizados e cuidados.

A minha proposta passa pelo experimentar, se existir curiosidade por parte do estudante em utilizar um método diferente, na tentativa de melhor se organizar.

Acrescento que a decisão não devem mudar a meio do ano, ou implica que tenha de passar toda a matéria de novo e mais investimento financeiro… a experiência terá de ser por um ano letivo!

Relembro que, muitos professores avaliam o caderno diário no final dos Períodos/Semestres, ao longo das aulas, ou no final do ano letivo, aproveitem bem esses ‘valores extra’!

 Como não tenho opinião definida, deixo aqui uma tabela com os prós e contras do uso de cadernos ou capas:

cadernos_capas.jpg

 

... Com Vida...

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A (super) Função do Diretor de Turma!

O Diretor de Turma do seu filho apresenta-se como porta-voz de todos os outros professores e escola e torna-se um mediador entre a escola e as famílias, em traços muito gerais é esta a ideia que todos as famílias têm sobre este professor.

Sempre que surge uma necessidade especial para comunicar à escola, dúvidas e esclarecimentos o mais fácil é entrar em contacto com o diretor de turma, marcar uma reunião e expor o caso. O mesmo acontece entre os alunos, sempre que existem conflitos ou situações pontuais específicas em alunos, ou professor/alunos, o diretor de turma é informado.

Ele tem maior preocupação com a(s) sua(s) direção(ões) de turma, abre espaço de diálogo com os alunos, convoca reuniões de pais, ou outras, para resolver situações ou definir novas orientações… até tem o cuidado de ponderar sobre os lugares em que cada aluno se senta, de forma a proporcionar maior bem estar à turma e melhor atenção geral.

De uma forma mais particular, os alunos procuram neste professor um apoio constante, alguém capaz de mediar conflitos de forma bastante justa, que não demonstre maior apoio aos colegas professores do que aos alunos, que seja isento e muito atento aos alunos, tendo em conta as particularidades de cada um… os alunos que desenvolvem uma boa relações de proximidade com o seu Diretor de Turma vivem o ano letivo mais confiantes e integrados, o que pode ajudar na sua formação.

Os diretores de turma surgem nas escolas como super heróis… valorizem-nos!!!

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Estudar com os pais, resulta?

Quando as crianças vão para o 1º ano escolar, obrigam a que os pais tenham muita atenção a todas estas novas exigências, as crianças ainda não sabem memorizar recados e o contacto direto com o professor é uma necessidade constante. Para além disso, a realização dos trabalhos de casa são, a maioria das vezes, auxiliados pelos pais que ajudam e orientam.

Os anos vão passando e muitos pais continuam a dar apoio escolar aos filhos: tiram dúvidas nos TPC’s, ajudam a estudar para os testes e a fazer trabalhos escolares. Mas isto, que parece assim tão simples, nem sempre o é:

  • Muitos pais já estão longe dos conceitos escolares há muitos anos, os métodos de ensino já mudaram e têm, portanto, muita dificuldade em ajudar;
  • Os estudantes desleixam as orientações dos pais, não respeitam algumas ordens e os momentos de estudo tornam-se em terror;
  • Os pais já chegam exaustos a casa, depois de um difícil dia de trabalho e já não têm memória nem paciência para estarem mais umas horas a ensinar e a estudar;
  • Colocam o irmão/ã mais velho/a a explicar, mas ele também tem pouca vontade e motivação para o fazer;

Claro que, estudar com os pais nem sempre resulta… e, quando assim é, não me parece que faça sentido continuar a forçar algo que não corre bem, que não motiva a família nem o estudante… pode seguir outros caminhos, promova mais autonomia e responsabilidade, passando o estudante a desenvolver praticamente todo o seu estudo, sozinho.

Se for necessário procure um apoio ao estudo, em explicações ou centros de estudo, para este apoio escolar… não desespere, porque esta situação é bem mais comum do que possa imaginar!

 

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