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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Autoriza ou Não Autoriza o aluno a sair da escola?

Qual é a escola que não tem uma ‘lojinha’ mais próxima onde todos os alunos vão comprar gomas, batatas fritas e todo o tipo de guloseimas pouco saudáveis????

Por cá, na minha cidade existem algumas dessas ‘lojinhas’ e até umas conhecidas ‘lojas’ de fast food que vendem hambúrgueres…. São ‘romarias’ de miúdos à hora de almoço que invadem as ruas da cidade, em direção a esta comida que os maravilha.

 

Por estas e muitas outras razões, no início de cada ano letivo, as famílias são confrontadas com esta grande questões escolar: “O encarregado de educação autoriza/não autoriza o seu educando a sair da escola…???”

Claramente, é algo que exige muita reflexão, será necessário? Para quê? Será o estudante responsável? Já tem idade para ir do lado A ao lado B sozinho?

A minha opinião não é muito direta, por todas estas questões anteriores onde, cada caso é um caso.

De forma geral diria que, só lá pelo 8º ou 9º ano estes estudantes devem ter tal autorização e, nos casos em que demonstram responsabilidade para tal, conquistando essa responsabilidade diariamente…

Independentemente da idade, justifica-se também a atenção aos gastos de dinheiro e aos cuidados alimentares, para além das companhias e dos lugares a frequentar, sempre com particular atenção para um estudante que tenha de fazer deslocações sozinho.

Uma dica, já que eles possuem tão bons equipamentos móveis, que tal verificarem os percursos realizados através do GPS? Na minha opinião, as famílias não devem fazer isto sem o conhecimento do estudante, por isso expliquem-lhes que é uma forma de demonstrar responsabilidade e de transmitir segurança!     

É também de salientar quem, esta opção: ‘Não autorizo’ não obrigará a que o aluno a permanecer na escola depois do seu horário, ou que não possa ir almoçar a casa.

 

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A função de delegado e subdelegado…

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

«Estudante: _ Tenho reunião com os professores, junto com o delegado da minha turma…

Eu: _Vais como subdelegado?

Estudante: _ Sim, mas acabo por falar mais porque o delegado não está tão à vontade como eu a falar…»

 

Muitas são as gerações de alunos que conviveram com estas funções escolares, todas as turmas elegiam, de forma (mais ou menos) secreta os seus delegados, no início de cada ano letivo. Quando a turma se mantém com a maioria dos alunos, de uns anos para os outros, os eleitos também não se alteram muito.

A função de subdelegado é substituir e/ou apoiar o delegado de turma nas seguintes funções:

 

  • Porta-voz das preocupações e sugestões dos seus colegas;
  • Apoiar o Diretor de Turma na reflexão e resolução de assuntos considerados importantes para a turma;
  • Participar nas reuniões de Conselho de Turma, sempre que forem convocados.

Estes delegados e subdelegados devem agir como apaziguadores de conflitos, procurar ajudar os colegas em situações de justiça/injustiça com o apoio dos professores, principalmente, do Diretor de Turma.

Se o seu filho foi eleito para esta função, ajude-o a perceber que é algo de grande importância e que deve agir de acordo com a responsabilidade que lhe foi atribuída pelos colegas de turma.

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Teoria educativa de Maria Montessori

Como sabem, o conceito educação, para mim, tem de ultrapassar as barreiras escolares e por isso, continuo numa constante procura e reflexão sobre este vasto conceito.

Hoje, aproveito para partilhar um método de ensino/aprendizagem que me parece muito interessante e que, ultimamente, tem sido alvo de maior interesse e procura, por parte dos encarregados de educação:

Maria Montessori Foi médica (psiquiatra) e pedagoga, através da sua investigação e experiência, desenvolveu um novo método de ensino/aprendizagem bastante utilizado em muitas práticas educativas, em muitos países.

Montessori apresenta um conjunto de teorias e práticas baseadas na autonomia, liberdade e respeito, adaptando cada uma das práticas ao desenvolvimento físico, social e psicológico da criança. Nesta base, o professor é um guia  e orientador da aprendizagem, que respeita a fase de crescimento e a curiosidade natural de quem cresce.

Para a aplicação dos métodos propostos pela investigadora, é necessário uma compreensão clara do desenvolvimento do estudante, de forma a permitir a utilização correta dos recursos didáticos mais adequados a cada um, de forma individual.

Para tal estão fundamentados seis pilares educativos:

  1. Autoeducação: através de desafios a criança é capaz de aprender sozinha, motivada pela descoberta e curiosidade própria;
  2. Educação como ciência: reflexão e adaptação de um novo método de ensino, menos tradicional e mais direcionado para os resultados visíveis de aprendizagem;
  3. Educação Cósmica: demonstrar o quanto todas as coisas e aprendizagens têm uma ligação e conexão umas com as outras, isto provoca mais curiosidade e mais perguntas que deixaram a oportunidade para procurar mais respostas;
  4. Ambiente Preparado: devolver à criança todo o meio ambiente natural que lhe oferece liberdade de procura e encanto pela descoberta, despertando interesses e vontade de contacto;
  5. Adulto Preparado: o educador que interage com a criança deve estar preparado para a ajudar a descobrir o mundo, aconselhando e ajudando apenas o mínimo necessário para que a aprendizagem aconteça;
  6. Criança Equilibrada: se os educadores conseguirem oferecer o necessário à criança, esta conseguirá chegar a um equilíbrio interior, conseguirá estar muito mais concentrada e, com o decorrer do tempo, tornar-se-á mais feliz, esforçada e independente.

Este método mais conhecido nos dias de hoje, não é recente, já muitas foram as crianças educadas pelo método Montessori, algumas das quais são hoje adultos bem conhecidos da sociedade.

Na minha opinião, parece-me que os métodos de ensino/aprendizagem têm muito a refletir com estas técnicas fundamentadas e desenvolvidas ao longo de anos, por profissionais que muito contribuíram para evolução do conceito Educação. Por isso, aqui fica um resumo de algumas das minhas pesquisas…

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Aos meus amigos/as deste ‘charco’:

Há tanta gente por aqui que eu adorava abraçar…

Ficar a conversar numa qualquer esplanada…

falar sobre tudo e sobre nada!

Existem bloggers que adorava conhecer pessoalmente,

porque me encantam tanto virtualmente…

Escrevo isto com imensa sinceridade… alguns/mas de vocês escrevem há anos, como eu!! Outros/as mesmo recentes, já me transmitem tanta empatia! Os escritos que trocamos ficam na alma, aquecem-na e fazem-na brilhar!!

Este Educar(Com)Vida, escreve sobre temas como formação, educação, aprendizagem… mas também tem espaço para estas partilhas mais pessoais e sentimentais… não faria sentido não ter!!! Até porque aprender é assim: uma mistura de racional e emocional…

Admito que hoje não é nenhum dia especial para vos agradecer e deixar um gigante xi bem apertado, mesmo que virtual, meus/minhas queridos/as bloggers… mas, um dia qualquer é sempre o melhor dia!! Portanto… só para lembrar:

Adoro imenso partilhar este ‘charco’ com cada um/a de vocês!!! Um dia encontramo-nos todos/as numa esplanada…!!!

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Faltar às aulas para estudar

Quando existem muitas avaliações próximas e os alunos sentem que não tiveram tempo suficiente para estudar sentem-se impelidos a faltarem a algumas disciplinas para melhor se preparem para a avaliação, normalmente, no próprio dia.

Nem todos os encarregados de educação permitem esta situação, até porque serão informados da falta e deverão proceder à sua posterior justificação.

Na minha opinião, se o estudo, até ao dia da avaliação, foi pouco ou nenhum, não se conseguirá melhorar o resultado da avaliação, quer se estude mais algumas horas, ou não.

Para além disso, todas as disciplinas são importantes, não se devem fazer opções por grau de importância entre elas.

No entanto, cabe ao encarregado de educação ter a capacidade e a imparcialidade de decidir em cada situação específica, de forma a apoiar sempre o estudo e a aprendizagem do seu educando e, nunca permitir que tal aconteça sem o seu conhecimento e consentimento…

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