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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O que devo saber sobre a gramática portuguesa?

Em todos os anos letivos aprende-se um pouco mais sobre a gramática da língua portuguesa, portanto, quanto mais rapidamente os estudantes e começarem a entender a gramática melhor, ajudá-los-á em todos os anos letivos.

O que se deve aprender sobre a gramática:

  • Palavras: relação entre palavras; neologismos; arcaísmos; formação de palavras; expressões idiomáticas.
  • Subclasses de palavras: nomes; determinantes; quantificadores; pronomes; adjetivos; verbos; advérbios; preposições; conjunções; interjeições.
  • Sintaxe: constituintes da frase; funções sintáticas; concordância; forma ativa e passiva; frases simples e frases complexas (coordenação e subordinação).
  • Língua e Comunicação: grafia; registo formal e informal; discurso direto e indireto;
  • Recursos Expressivos: onomatopeia; repetição; comparação, metáfora, etc…
  • Tipos de Texto: textos literários e não literários; géneros literários.

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O que mudou com o Novo Acordo Ortográfico?

Um dos meus primeiros Post’s aqui no blogue foi sobre a importância do Novo Acordo Ortográfico, para os estudantes que são obrigados a cumprir as novas regras de escrita. Sublinhei também que, a gramática sofreu várias alterações aquando da entrada do Novo Acordo, portanto, esses devem ser pontos importantes de atenção.

Não tendo por objetivo, neste artigo, refletir sobre a opinião desta nova forma de escrita, gostaria apenas de lembrar o que, de mais básico mudou:

 

  • Maiúsculas e minúsculas. Os nomes dos meses, dos dias da semana e das estações do ano passam a ser escritos com minúscula (p. ex. janeiro, domingo, outono)
  • As consoantes mudas. As consoantes mudas desaparecem sempre que não são pronunciadas na variante culta do português europeu. Assim, desaparecem, por exemplo, em palavras como “ato”, “ação”, “detetive”, “Egito”, “eletricidade”, “ótimo” ou “rececionista” mas mantêm-se em palavras como “facto”, “subtil”, “egípcio”, “opcional” ou “repto”.
  • Suprime-se o acento nos seguintes casos: As formas verbais da 2ª conjugação, 3ª pessoa do plural, presente do indicativo, com a terminação em “ -êem”, passam a escrever-se sem o acento circunflexo. Por exemplo, creem, veem, leem, descreem, reveem, deem …
  • Acentos. Suprime-se o acento nos seguintes casos: Na terceira pessoa do singular do verbo “parar”, que se passa a escrever “para”, tal como a preposição, apesar de se pronunciarem de forma diferente.  O acento circunflexo desaparece em palavras homógrafas, que mantêm, no entanto, a heterofonia. Por exemplo: pela [verbo] = pela [contração de preposição e artigo] pelo [verbo] = pelo [nome] polo [nome] = polo [contração de preposição e artigo] coa [verbo] = coa [contração de preposição e artigo] = Coa [topónimo] pera [nome] = pera [preposição arcaica] pero [nome] = pero [conjunção arcaica]
  • Ditongos. Deixa de ser acentuado o ditongo “oi”, exceto quando se encontra na última sílaba da palavra. Por exemplo: “asteroide”, “joia”, “jiboia”.
  • Hífen. Suprime-se o hífen nos seguintes casos: quando o prefixo é co-: coautor. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por “r” ou “s”, duplicando-se essas consoantes: antirrugas, autorretrato. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente: autoestrada, extraescolar. Na ligação da preposição “de” com as formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo “haver”: hei de, hás de, há de, heis de, hão de.   

 

Estas são as regras que eu considero mais importantes nesta nova forma de escrever, se tiver dúvidas ou quiser saber mais, visite o Portal da Língua Portuguesa.

 

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A Orientações Vocacional, ficou nas escolas?

Inquietude

Hoje trago um tema que para mim, é mais uma inquietude das que, por cá, tenho por hábito escrever.

Com todas as alterações atuais implícitas pelo Estado de Emergência e pelo facto de que os estudantes estão em casa, sem irem à escola, tudo está diferente… e, no meio disto tudo, não consegui perceber muito bem, como ficou a Orientação Vocacional facultada pela escola, através de sessões coletivas e individuais de apoio ao estudante, relativamente às opções de formação e às saídas profissionais.

Os alunos que têm mais apoio neste sentido são os de 9º ano de escolaridade que, no final do ano letivo, têm de optar por diferentes áreas de ensino regular ou profissional. Assim como, os alunos de nível secundário que devem ser orientados para um percurso académico ou profissional, após a conclusão do 12º ano.

Pelo que tenho assistido, todos os esforços foram realizados, pelo Governo e pelas escolas, para darem continuidade aos estudos e ao ensino das matérias escolares, no entanto, não tenho percebido quais são as medidas realizadas para que se continue a oferecer este apoio aos estudantes, no que se refere à Orientação Vocacional e a todos estes apoios fundamentais.

Considero que, tal oferta escolar não pode ser desvalorizado, já que os jovens necessitam de realizar escolhas importantes para a sua vida futura e que implicam, não apenas a vida académica e profissional, mas também, a vida pessoal e futura!

Por aí, continua a existir apoio nesta área? Que experiência têm relativamente a este tema?

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Estudar em Casa com escolas encerradas!

Orientações para o Secundário

Os estudantes de nível secundário já têm a obrigação de conseguirem realizar facilmente um estudo autónomo produtivo e eficaz. No entanto, muitos são os alunos que pretendem seguir os estudos académicos e entrarem na universidade, para isso precisam de lutar pela médias e por avaliações de excelência, logo precisam de apoio profissional constante.

Para estes alunos que, com toda esta situação, poderão ser os mais prejudicados, aqui ficam algumas dicas:

  • Cria o teu plano de estudos, com horários bem definidos e segue-o sempre;
  • Mantém as tuas explicações online;
  • Escolhe um colega com quem trabalhes de forma produtiva e estuda com ele online;
  • Faz resumos das matéria;
  • Adquire livros de exercícios extra, para as disciplinas que tenhas mais dificuldade;
  • Reflete e escolhe muito bem quais os exames nacionais que irás realizar, sendo que ocorreram alterações à lei, está tento;
  • Não estejas demasiado tempo em frente aos ecrãs, faz pausas para apanhar sol e para fazer exercício físico;
  • Continua empenhado e dedicado, tens de continuar a lutar pelo teu futuro;

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