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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Quais os objetivos do Pré-escolar?

O ensino pré-escolar pode ser facultado por instituições públicas ou privadas, sendo que toda a criança tem direito legal a frequentar este ensino numa instituição pública perto da sua residência.

Sem fazer qualquer distinção entre público e privado, lembro apenas que todas as instituições pré-escolares têm um Plano Curricular de Educação que deve seguir os parâmetros das orientações curriculares para a educação pré-escolar definidas pelo Ministério da Educação. Este Plano deve ser do conhecimento dos pais da criança, para melhor conseguirem acompanhar o seu desenvolvimento.

Em traços gerais, os Planos Curriculares de Educação, devem ter em linha de conta os seguintes objetivos:

  • Trabalhar no desenvolvimento harmonioso da criança, nas componentes: física, intelectual, artística e moral;
  • Desenvolver a imaginação, a criatividade e o sentido crítico;
  • Promover a autonomia com base numa liberdade responsável;
  • Desenvolver relações de confiança, de cooperação, de amizade e de diálogo; 
  • Educar para o multiculturalismo, para a tolerância e para o respeito;
  • Desenvolver a capacidade de Aprender a Aprender e a curiosidade intelectual;
  • Exercitar a memória, a atenção e o pensamento;
  • Motivar para o trabalho em grupo e para a capacidade de iniciativa;

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A importância de ir para a pré-escola.

Há anos atrás as crianças pequenas de 4 e 5 anos mantinham-se em casa até entrarem para a escola, ou com a mãe ou com os avós, por exemplo. Mais tarde assumiu-se que, se frequentasse o pré-escolar a criança teria mais facilidade de adaptação à escola.

Atualmente, estudos indicam que existem ainda mais vantagens para as crianças se integrarem no ensino pré-escolar, pois facilita os processos de sociabilização e apresenta vários efeitos positivos a maior longo prazo, como por exemplo, a prevenção no abandono escolar e na exclusão social.

Assim, no pré-escolar as crianças começam por desenvolver uma nova capacidade intitulada de Aprender a Aprender, ou seja, vontade e curiosidade pelo saber, gosto pelo conhecimento e predisposição para a aprendizagem. Em simultâneo surge o desenvolvimento de novas competências sociais de cooperação e interação com crianças das mesmas idades.

No pré-escolar as crianças aprender a brincar em conjunto, a fazerem amizades e a executarem tarefas em conjunto, aprendizagens que se apresentarão de muito valor nos próximos anos.

Qual a vossa opinião sobre o assunto?

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O pré-escolar em reflexão!

Por cá tenho escrito sobre a escola, referindo vários anos letivos, no entanto, o ensino pré-escolar ainda não foi tema muito explorado neste blogue, por isso, com os próximos Post’s fica inaugurado mais um tema em reflexão contínua.

Tudo isto porque, muitas áreas da educação devem ser preparadas já nos primeiros anos de vida,  mesmo que ainda não tenham idade para frequentar a escola.

Aqui fica o convite, esta semana, venha visitar o blogue, ler os artigos e comentar, de acordo com a sua experiência! Será a semana dos mais pequeninos!!!

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As disciplinas de Religião e Moral

Não querendo seguir pelo caminho da crítica reflexiva sobre este tema, pretendo com este texto apenas, esclarecer e alertar para as opções curriculares da nossa escola atual.

O Estado Português assume ser detentor de uma Educação Laica, quer isto dizer que as nossas escolas devem permanecer na liberdade, no que diz respeito à religião e às crenças. Por esta razão, no ensino não está consagrado a obrigatoriedade de frequentar disciplinas de educação religiosa. Estas disciplinas apresentam-se apenas como opções, não obrigatórias, no plano curricular atual.

Neste sentido, cabe à família, no início do ano letivo, definir se pretende incluir, no plano de estudos, uma das seguintes alternativas: a disciplinas de Educação Moral e Religiosa Católica ou a disciplina de Educação Moral Religiosa Evangélica, ambas com uma carga horária semanal de um tempo letivo (60min/45min).

De forma muito simples, os objetivos gerais destas disciplinas serão facultar aos estudantes a opção de integrarem na sua educação escolar, uma educação religiosa e moral. Algumas famílias complementam o ensino da religião com outras formações extra curriculares, como o exemplo da Catequese, ou os Escuteiros.

Atualmente, debate-se sobre a existência, ou não, de tais disciplinas nas escolas... respeito a opinião de cada família, que devem fazer a sua escolha de forma muito ponderada e refletida, até porque é uma escolha e não uma imposição!

Na minha opinião, seja na escola, ou fora dela, ensinar valores e moralidade, refletir sobre questões éticas, conversar sobre Amor e Respeito… é de extrema importância para quem cresce, seja em que situação for… e é também urgente!!!

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Sapos do Ano - 2019

Categoria Educação

Quem passa com regularidade, pelo mundo os blogues, sabe que os Sapos do Ano estão de volta, para premiar os favoritos e para dar a conhecer outros blogues.

Na categoria Educação, já foram apresentados os Nomeados e é com grande entusiasmo que encontro este blogue entre os seis nomeados, para 2019.

Esta nomeação é, sem dúvida, um alento e uma forma de reconhecimento muito importante para mim, que vos escrevo este Educar(Com)Vida há quase cinco anos!!! Grata por cada uma das vossas nomeações!

 

Para verem os outros nomeados, nesta e noutras categorias... para acompanharem todo o processo de eleição...sigam o blogue Sapos do Ano.

Boa sorte para todos os blogues!

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Não se está a adaptar à escola!

Já se passaram várias semanas de aulas, no entanto, sente que o seu estudante não se adaptou à nova escola. Esta situação, acontece com alguma frequência, deixando toda a família em preocupação. Por vezes, os pais optam por deixar decorrer uns dias mais antes de procurem apoio.

Nem sempre esta é a melhor solução, se lhe parecer que já era tempo suficiente para o estudante se ter adaptado, então procure encontrar a origem do problema. Pode começar por uma consulta ao Pediatra, fazer o despiste de algum problema físico e procurar, também, orientações profissionais.

Para além disso, tome especiais atenções, para descobrir a origem do problema, pode ser uma zanga, um medo que, para a criança, justifique a situação! Converse com o estudante o tempo que for necessário para que ele se sinta confiante na conversa.

Procure a ajuda do professor ou do diretor de turma, de forma a realizarem um trabalho de apoio e parceria nesta evolução necessária e, se for necessário, procure outro(s) profissionais que aconselhem uma boa orientação nesta tarefa.

Ao longo dos anos testemunhei situações pontuais de desinteresse pela escola e momentos mais complexos de fobias escolares ou bullying… o que leva ao desespero de muitas famílias! Mantenha-se atento/a!

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