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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

«Porque posso ter um ‘bichinho’…» - A importância dos animais de estimação

Se os pais permitem ter um animal de estimação vão certamente realizar uma boa conversa sobre esse assunto, com o estudante, de forma a consciencializa-lo, responsabiliza-lo e alerta-lo sobre todos cuidados e mudanças de rotina que os donos terão de assumir.
O estudante, independentemente da idade, começa a concretizar melhor essa noção a partir do momento em que o animal chega a casa e incluísse como fazendo parte da vida familiar. A partir deste momento cria-se uma clara noção de que todas as atitudes têm consequências e é imprescindível agir, cuidar, proteger, porque o animal reage a todos os estímulos.
Para além desta noção obvia de responsabilização e sensibilização, o conviver e cuidar de um animal de estimação apresenta os seguintes benefícios:

Apoia o desenvolvimento emocional: através da cumplicidade, afeto e carinho recíproco entre criança e animal.
Apoia o desenvolvimento social: saber que cuidados ter para com o seu animal e para com o das outras pessoas
Menor risco de doenças alérgicas: bebés até aos 12 meses que contatem com animais apresentam maior resposta imunitárias às alergias.
Promove o exercício físico: Correr e brincar com um cão ou gato é, para além de um relacionamento de carinho e cumplicidade, grande promotor exercício físico e atividade motora, essencial ao crescimento.
Transmissão de serenidade: ver um peixe a nadar, um gato a dormir… transmite calma à agitação do dia a dia.
Oferece experiências de amor: proporciona o despoletar de sentimentos únicos e profundos de afeto.


Se concorda que as dificuldades de ter um animal são superadas por todos estes benefícios, comece a pensar em que animal seria ideal para a sua família…

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‘Podemos ter um cão?’ – A importância dos animais de estimação

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:


Eu: _ Nesse exercício pede para descreveres o animal que mais gostas. Qual é?
Estudante: _ Da minha cadela!
Eu: _ E como é que ela é?
Estudante: _ É espetacular… é castanha e branca… brinca muito e é muito esperta... mesmo….»

 

Quantas vezes nos trabalhos escolares é pedido às crianças que escrevam/descrevam o seu animal de estimação, ou o animal de que mais gostam. Pelo que converso com os estudantes sobre esse assunto: os que têm um, ou mais, animais em casa adoram-no(s), são sempre a sua espécie preferida e se pudessem teriam mais… aqueles que não têm, afirmam que a ideia os interessa bastante e referem já ter pedido aos pais, por várias vezes para terem um, tenha asas ou focinho, ou escamas…
A maioria dos pais já teve um animal de quem tratou e, portanto, assusta-se com os trabalhos inerentes aos cuidados e tratos que qualquer animal necessita, logo sempre que um estudante pede para adotar um animal a resposta é prontamente ‘Não… não temos espaço, nem tempo para ele…’ mas note que, ter uma animal de estimação em casa traz benefícios para as crianças, jovens e adultos… No próximo Post escreverei sobre alguns desses benefícios!
Antes de mais, gostaria de deixar aqui um alerta de que se deve explicar às crianças que, ter um animal de estimação não é o mesmo de que ter um brinquedo, que implica enorme responsabilização e cuidados!!!

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Hoje o Blog está em DESTAQUE!

Hoje fui presenteada, pela equipa da SapoBlog com um DESTAQUE, na publicação do meu artigo: As férias escolares...estarão desajustadas? 

Não estou muito habituada a estes privilégios, portanto, agradeço o destaque, os comentários e os leitores visitantes!
Lembro que, mesmo em tempo de férias escolares podem continuar a visitar este Cantinho, onde se reflete sobre uma Educação Transversal!


Obrigada e boa semana!

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Festinhas de Aniversário: posso escrever a minha opinião?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:


«Estudante: _Fiz anos a semana passada…
Eu: _Parabéns! Então, muitas prendas? Muito bolo????
Estudante: _ Sim… mas não foi bem a festa que eu queria….
Eu: _Porquê?
Estudante: _Gostava mais de ter festejado com os meus amigos… poder convida-los…humm.. e não foi assim!...»

 

As Festas de Aniversário, para a maioria das pessoas, tornam-se cada vez menos importante… vê-mos os anos a passarem e com isso vai-se alguma juventude e qualidade de vida. Mas, quando eramos crianças, o Dia de Aniversário era muito ansiado, desejado e sonhado, como se, naquele dia a magia pudesse acontecer.
E relembro tudo isto porque, dos primeiros momentos sociais que as crianças vivem e experienciam são, as festinhas de aniversário dos colegas de turma, ou de outros ambientes, onde são convidados, nestes momentos vivem intensamente esta aprendizagem:


• Apoiam os pais na compra da prenda;
• Responsabilizam-se por procurar saber a hora e o local;
• Refletem sobre o seu comportamento num ambiente diferente;
• Ensaiam o convívio social parecido com o dos adultos;
• Quando é a sua Festa, envolvem-se ao máximo na preparação da mesma.


Por estas e muitas outras razões proponho que, os encarregados de educação não se esqueçam o quanto é educacionalmente importante estas vivências de convívio, alegria e brincadeira.

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Educação Não formal: Voluntariado

Já por cá falei da educação não formal como pilar importante para a construção de seres humanos competentes nas mais variadas vertentes da vida. Muitas vezes podemos ter encarregados de educação conscientes e motivados para esta vertente educativa, mas com dificuldade em encontrar lugares de participação ativa com os pequenos estudantes.
Neste sentido, hoje deixo uma proposta muito particular para mim, o Voluntariado, desde jovem que fui assumindo esses papeis sociais enquanto voluntária e assumo a riqueza das experiências e o carinho que guardo de tais momentos… nem sempre fácil, é certo, mas também isso nos ensina a crescer!
Ser voluntário não implica uma idade específica, nem capacidades únicas, basta pensar em como e onde podemos ser úteis… e se as crianças são ainda pequenas para assumirem esse papel sozinhas, porque não alguns elementos da família acompanharem na experiência!?
Hoje, deixo o desafio de pensarem nisto como algo a agendar.
Aqui ficam alguns lugares de sugestão:

- Banco Alimentar;

- Canis/Gatis;

- Escuteiros;

- Limpeza de matas/praias;

- Cruz Vermelha;

- Lares;

- etc...

Já participou? Permite a participação das crianças ou jovens aí de casa?
Gostaria de deixar aqui o testemunho ou sugestão?
Mais uma vez, obrigada por partilhar!

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As Férias Escolares… estarão desajustadas?

Agora que o ano letivo chega ao fim, vale a pena perguntar-vos qual a opinião sobre as férias dos pequenos… e das novas rotinas que elas exigem…

Já aqui referi a importância das férias escolares para os estudantes, a enumerei várias das vantagens que a elas estão associadas. Sobre tal assunto tenho recebido algumas opiniões diferentes sobre a divisão de tais momentos, seja através dos encarregados de educação, ou através de comentários no Blog, muitas pessoas me acenam um desejo de verem o calendário de férias escolares alterado. Algumas das sugestões direcionam paragens maiores em férias de Natal e Páscoa, diminuindo-se nas férias de Verão, em que a maioria concorda serem demasiado extensas.
Não tenho uma opinião demasiado definida sobre este tema, contudo, concordo que as férias de Verão apresentam um período muito longo, o que pode provocar demasiado distanciamento das rotinas escolares e dificuldades para os pais em manterem os filhos ocupados com atividades promotoras de desenvolvimento emocional e intelectual.
Neste sentido as próprias escolas poderiam oferecer novos calendários escolares, adaptados a uma sociedade atual que carece de uma Educação contemplativa do desenvolvimento em várias áreas do Saber, para além das disciplinas atualmente existentes, como por exemplo, o desenvolvimento: das Artes, da Cidadania, da Igualdade, da criatividade… reflexividade…etc.

 

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Não podes ir ver às Soluções?!

Existem os livros escolares que trazem as soluções, os que não trazem soluções e existem os pais que retiram as soluções e os que as deixam permanecer nos livros e cadernos de atividades… existem os professores que as mandam retirar e os que afirmam que estão erradas...
Não quero, aqui julgar qual o caminho mais correto, nem realizar críticas a editoras ou a pais… gostaria de deixar apenas a minha opinião sobre estas folhinhas que se encontram no fim de cada livro escolar e que os estudantes procuram, nem que seja para saber se estão lá e se poderão recorrer a elas mais tarde!
Assim sendo, na minha opinião, as soluções não devem ser retiradas e é até importante que os estudantes aprendam a utiliza-las, porque se, por exemplo, no final de um exercício de matemática ele está com dúvidas se o resultado está correto, deve consultar as soluções e rever os cálculos se efetivamente o resultado está diferente nas soluções. Contudo, é necessário perceber que, em alguns casos existe mais do que uma solução correta e portanto, sempre que se recorrem às soluções deve-se apenas refletir sobre o que se respondeu e não simplesmente corrigir, até porque algumas soluções podem ter um ou outro erro.
Para os estudantes que gostam de ‘fazer batota’ e copiar tudo o que está nas soluções, sempre que surgem trabalhos de casa, para o Educador/Explicador/Pais, torna-se bastante fácil perceber que esta foi a estratégia utilizada, porque nenhuma resposta está errada, ou diferente, porque se voltarem a pedir para responder facilmente erram a resposta, se este caso foi detetado basta voltarem a refazer o TPC, sem recurso a tal e portanto com a supervisão deste educador.
E vocês, como tratam as soluções dos cadernos escolares???

 

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