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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

FÉRIAS: a importância das tarefas domésticas

Já aqui assumi que, nas férias é importante descansar, contudo, para além de algum estudo, os estudantes devem estar conscientes de que, estar em casa de férias é bem diferente de viverem num hotel…. Quer com isto dizer que, é necessário continuar a incutir, em quem cresce, hábitos e rotinas diárias, tais como, fazer a cama, arrumar o quarto e todos os seus pertences, apoiar a família nas tarefas domésticas, participar na arrumação, na culinária, no cuidado do animal doméstico (caso exista), com certeza que, cada atividade de estar adaptada à idade… e aqui, lembro também que, os pais não podem ter um eterno medo de que ele não consiga, ou faça estragos… crescer é isso mesmo… e cabe aos adultos permitir momentos de crescimento!

O conhecimento e execução de tarefas domésticas auxilia, o desenvolvimento da responsabilização, o desenvolvimento da motricidade, o sentimento de pertença e de individualidade e construção abstrata de rotinas…

 

Para melhor organizar e gerir tempos deixo, em anexo, um horário que podem preencher de acordo com as rotinas que desenjam ver cumpridas esta semana... 

Horário Semanal de Férias_2016.pdf

 

 

O Pai Natal existe!

Quando eramos crianças ficávamos deslumbrados com a visita do Pai Natal, fomos crescendo e esses momentos ficaram apenas como doces memórias que queremos incutir nos mais pequenos. Contudo, lá pelos 6 anos de idade, de forma natural, as crianças começam a perceber que estas prendas funcionam de forma mais consumista e os adultos deixam de motivar para a existência do Pai Natal.

Quero com isto lembrar, apenas, que uma lenda tão bela, pode e deve ser lembrada nestes dias que antecedem ao Natal, mesmo aos meninos e meninas mais crescidos e que já não vêm a ‘magia do Pai Natal’. Recordar a história do Pai Natal, como um homem bondoso que demonstra que no Natal todas as crianças devem receber presentes e que o Amor deve sempre vencer… trará esperança ao coração de todos!

Deixo portanto, a sugestão para estes dias de férias: contar a verdadeira Lenda do Pai Natal…

 

«O Pai Natal tem vários nomes dependo do país e cultura, mas independentemente do nome que ele recebe, trata-se sempre de S. Nicolau, um senhor muito simpático e generoso, que nasceu no ano de 350 d.C., em Patara. Depois de viajar por muitos sítios, S. Nicolau decidiu ir viver em Mira, onde anos mais tarde tornou-se bispo da Igreja Católica. Muitos milagres lhe são atribuídos e grande parte destes relacionam-se com a doação de presentes. Ele, hoje, ainda é vivo já que a sua Fonte de Vida é a crença das pessoas na sua existência, quando ninguém mais acreditar no Pai Natal é quando ele morre!»

(in: http://nataal.blogs.sapo.pt/a-historia-do-pai-natal-393)

 

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‘Somos amigos desde a primária’ – Desenvolvimento Emocional

Neste Post, gostaria de levar o leitor à reflexão sobre a escola, na escola… mas longe da lição escolar…. Quero escrever sobre a amizade. Tantos e tantos de nós, (incluo-me também) considera as suas verdadeiras amizades, aquelas que construíram na escola… que perduram ao longo dos anos… de quem nos afastamos alguns anos e quando nos voltamos a encontrar, parece que toda a cumplicidade e carinho permaneceu intato ao furor do tempo e das horas.

Os ‘nossos amigos de infância’ foram aqueles que se riram das nossas quedas e caíram logo em seguida, forem aqueles com quem partilhamos o lanche e a crítica ao professor chato… a quem ensinamos e com quem aprendemos. E, só agora percebemos o quanto foi valioso esse tempo, o quanto aprendemos emocionalmente…o quanto crescemos.

Esses, são os amigos que nos conhecem por dentro, basta a troca de olhares, o gesto, o levantar da sobrancelha e percebemos tudo, e dizemos tudo! São dez minutos ao telefone e resumem-se todas as novidades, exprimem-se todos os sentimentos e alivia-se qualquer aflição!

Os amigos de infância são a família que tivemos o privilégio de escolher, de manter, de cultivar na humildade e na ingenuidade de quem cresce.

Refute esta ideia quem não tem na amizade um pilar fundamental para a sua vida emocional!

 

Agora que levei um bocadinho ao saudosismo de quem lê, queria apenas referir: valorizem as amizades dos que crescem e que vivem agora essa história, fomentem a construção de novos amigos e a permanência dos antigos…. Nos pequeninos e em vocês! 

 

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Porque surge a Disgrafia?

 Na maioria das vezes, os educadores procuram as causas para as várias situações pedagógicas… para a Disgrafia não é exceção, pois torna-se mais fácil descobrir o tratamento após o encontro da causa. Neste caso não são assumidos pelos investigadores apenas uma causa, mas várias, seja por alguma carência de motricidade ou de equilíbrio que torna a criança com dificuldade de ajuste espacial. Seja por problemas emocionais ou da própria personalidade, por fim, seja pelas metodologias de ensino não serem as mais adequadas a este processo pedagógico de aprendizagem da escrita. Tal como escrevi no Post anterior, o profissional que acompanha o estudante fará o melhor diagnóstico e o melhor acompanhamento.

Com tudo isto note-se que, um estudante Disgráfico não é naturalmente detentor de menor inteligência, nem essa é causa para fundamentar tal distúrbio, assim sendo, todos os estudantes, independentemente das suas necessidades, competências e capacidades deve ser entendido como único e potenciador do seu próprio sucesso escolar. 

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Como apoiar um estudante com Disgrafia?

Embora para muitos pais e educadores o termo Disgrafia possa não ser totalmente conhecido, estão sensibilizados para quando estas características se apresentam e criem alguma desconfiança e estranheza na forma de escrita/caligrafia de uma criança. Quando tal acontece o mais indicado é procurar especialistas nesta área, sejam psicopedagogos, psicólogos ou profissionais de ensino especial que possam realizar o rastreio correto para identificar e intervir numa possível perturbação. O passo seguinte será seguir todas as indicações profissionais para que melhor se possa auxiliar a colmatar esta necessidade especial.

Para além disso relembro que para aperfeiçoamento da caligrafia, tenha ou não a criança Disgrafia, podem ser utilizados vários exercícios que desenvolvem a motricidade fina, sejam eles trabalhos manuais (desenhar, pintar, recortar, colar, sublinhar, copiar, jogos de simetrias, de diferenças, de labirintos, etc) e que podem melhorar capacidades e motivação.

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