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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Crescer é….. (Orientação Vocacional)

«EU, adolescente….

Em meu entender a adolescência é uma altura da vida muito bonita mas também das mais difíceis. Tenho muito mais problemas agora na escola do que quando era mais novo. Esta é a iniciação ao tempo de adulto (…) Mas será que, na roupa, no penteado, na escolha da música, estamos realmente a ser nós próprios ou é-se uma pessoa completamente diferente querendo, apenas, que os outros gostem de nós? (…) Eu, normalmente tento ser Eu e nada mais mas, por vezes, sinto que faço coisas para agradar aos outros, coisas que por mim só nunca faria.» (Manuel Pinto, et.al. As Pessoas Que Moram Nos Alunos: 1999, ASA)

 

Sem dúvida que a adolescência é um complexo Estádio (segundo Piaget) de crescimento e desenvolvimento humano. Com imensas transformações físicas, psicológicas e de afirmação da personalidade, trazendo ao adolescente especificidades na relação com a escola, com a concentração e com o estudo. Deseja-se assim, uma atenção especial, por parte de pais, educadores/professores para esta problemática, desenvolvendo novas formas de motivação ao estudo, à concentração e ao apoio neste processo de crescimento.

Sobre este tema acrescenta lembrar a importância do apoio na escolha da Vocação, não só profissional como pessoal. Bem sabemos que, um jovem com dificuldades em definir-se nos objetivos profissionais, por vezes, apresenta baixo rendimento e interesse escolar, portanto, sempre que necessário devem procurar apoio psicológico ou apoio em orientação vocacional, de forma a estudar com objetivos.  

No próximo Post deixarei, em proposta, um projeto de Apoio Vocacional…que poderão recorrer, entre tantas outras ofertas, nesta área! 

 

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Como subir as avaliações negativas?

Para os estudantes que convivem com as negativas, ao longo do ano letivo, deixo ainda algumas propostas para pais/educadores que poderão ser suporte de uma melhoria nos resultados escolares:

  • Os pais devem procurar com regularidade o/a Diretor/a de Turma para recolher a informação sobre a situação escolar;
  • A presença constante de um educador aquando da realização dos trabalhos de casa e do processo de estudo, para garantir que o estudo é assente em método e concentração;
  • Recurso a apoio profissional individualizado, a uma ou mais disciplinas, de acordo com as necessidades;
  • Calendarização e orientação nos métodos e regras de estudo em constante supervisão;
  • Reflexão sobre os métodos de estudo e alteração/adaptação a novos métodos;
  • Incentivo constante ao estudo e ao(s) Sentido(s) da escola.
  • Trabalhar em conjunto e em harmonia com os diversos profissionais (psicólogo/ explicadores/ professores/ terapeutas) sempre que estes sejam presentes.

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NÃO SATISFAZ: Porquê?

As notas negativas que os estudantes recebem nas avaliações, no final de período e de ano são consideradas, pela escola regular, o reflexo do estudo e aprendizagem em cada criança ou jovem.

Sem querer questionar os métodos de avaliação escolares regulamentados, ou mesmo os que são utilizados por cada professor, importa-me, apenas, refletir sobre algumas formas de melhorar estes resultados escolares.

Seguindo esta linha orientadora, preciso será definir entre uma negativa esporádica, porque o estudante não se empenhou no estudo, ou não dominou a matéria a estudar, e entre um conjunto de negativas em uma ou várias disciplinas que sentenciam más notas na pauta final ou mesmo a reprovação escolar.

- Quando as negativas surgem constantemente numa disciplina e permanecem ano após ano, deve desenvolver-se, com o estudante, um trabalho de estudo individualizado sendo, por vezes, necessário trabalhar as bases da disciplina voltando atrás no plano de estudos, consolidando saberes. Esta situação poderá ocorrer, principalmente, a disciplinas como a matemática e as línguas.

 

- Quando as negativas são transversais em todas as disciplinas o primeiro passo de intervenção deverá passar pelo despiste de casos de Necessidades Educativas Especiais (tema que pretendo desenvolver em artigos seguintes). Contudo, outros fatores poderão ser influenciadores do não aproveitamento escolar, fatores estes que poderão ser externos ou internos…sociais….comportamentais… de saúde…emocionais…etc… os educadores devem sempre estar despertos na procura de tais condicionantes, quando estes não são evidentes.

Diagnosticado a(s) causa(s) deste insucesso escolar torna-se mais simples pensar uma intervenção efetiva. Sendo que esta intervenção poderá passar pela procura de um educador/explicador individual para desenvolver métodos e técnicas de estudo, e/ou pelo apoio psicológico, etc…

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Desporto: com que idade?

Pode existir algum receio, por parte dos encarregados de educação, aquando da escolha do desporto mais adequado a cada criança, de acordo com a sua fase de crescimento. É, claramente, necessário uma especial atenção ao desenvolvimento de cada criança, contudo ficam aqui algumas propostas dos ‘entendidos’ nesta matéria:

  • Crianças em idade pré-escolar: precisam de atividades próprias ao seu potencial para o desenvolvimento da motricidade, sendo fundamental que em todos os momentos as atividades sejam lúdicas.
  • 4 aos 6 anos: Os joguinhos começam a ficar interessantes. As atividades deverão ser realizadas com jogos e brincadeiras.
  • 7 anos em diante: Serão trabalhadas atividades com diferentes exercícios de recreação e competição, o que estimula muito a criança. Já poderão ser introduzidos também o atletismo (corridas, saltos e lançamentos – de forma simplificada), a natação, pequenos jogos, etc.
  • 11 aos 14 anos: A proposta aplicada já inclui, além de muita recreação, os jogos desportivos, não sendo aconselhado, no entanto, determinado tipo de desporto por faixa etária mas sim, seguindo o desejo da criança. Estimulando sempre um gosto pelo desporto que permaneça na vida adulta.

Com base em: Marcia Cristiane Perretto  In: www.gazetanews.com

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PORQUE GOSTAM AS CRIANÇAS DE CORRER…?! – a importância do desporto

Mais do que uma vez já pensamos o seguinte sobre as crianças: “_depois de um dia tão preenchido ainda tem tanta energia?!” … efetivamente as crianças mostram grande energia para brincar, principalmente aquelas brincadeiras que convidam ao esforço físico, as corridas, as escondidas, etc… aproveitar estas vontades/necessidades para incluir um desporto no quotidiano destas crianças pode ser um importante passo na sua educação e desenvolvimento.

A prática de um desporto na vida de uma criança ou jovem proporciona os seguintes benefícios:

 

- melhorias na saúde;

- promove o convívio com novos colegas e professores;

- desenvolve empatia pelo grupo de pertença;

- incentiva a valorização do desporto;

- aumenta a autoestima;

- proporciona uma competição saudável;

- apresenta a capacidade de evolução;

- desperta empenho e dedicação;

 

Mesmo quando falamos da adolescência, faixa etária que nem sempre demonstra vontade e energia para se aplicar no desporto, sendo-lhe proposto algo bastante próximo dos gostos pessoais e incentivada pelos encarregados de educação, ou até mesmo ‘levada’ pelo grupo de amigos, torna-se papel fundamental e benéfico num momento fulcral de crescimento físico e psicológico.

 

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 No proximo Post irei escrever sobre as idades mais adequadas, ao início, de cada modalidade... venham visitar!

 

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