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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Erros que levam aos maus resultados escolares

Os maus resultados escolares, por norma, têm uma justificação plausível, embora algumas destas sejam mais óbvias do que outras. No entanto, se existir vontade do estudante em melhorar e se tiver o apoio da comunidade educativa, certamente que tudo se tornará melhor.

Deixo aqui algumas das possibilidades para os maus resultados escolares:

 

  • A preguiça: Muitas vezes os estudantes definem metas de estudo que não cumprem na totalidade, ou estudam pouco e assumem como sendo suficiente.

 

  • Não entender a matéria: Quando os estudantes estudam uma matéria sem compreender muitos dos conteúdos e sem conseguirem retirar as suas dúvidas.

 

  • Falta de bases: Passa mais do que um ano letivo e o estudante mantém a negativa na avaliação da disciplina, significa que está a perder as bases e que precisa de um apoio extra.

 

  • Desadequado método de estudo: muitas vezes o método de estudo não é o mais adequado, ou à disciplina, ou às características do estudante.

 

  • A distração: Porque se estuda com o telemóvel e com as redes sociais ativas, porque se está atento à TV e não ao estudo, porque se esteve a fazer outras coisas nas horas de estudo.

 

  • Desatenção: Porque nem sempre se presta a devida atenção à matéria que está a ser lecionada nas aulas, nem ao que o professor explica.

 

  • Desorganização: Quando o estudante só sabe que terá uma avaliação um ou dois dias antes desta, porque nem sempre se lembra dos TPC’s, porque não tem cadernos e manuais organizados e atualizados.

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Para cada disciplina uma diferente dificuldade

São uns estudantes que entendem bem a matemática, são outros que têm uma apetência natural para a aprendizagem de línguas… uns memorizam com facilidade outros há que preferem entender a matéria… são várias as especificidades de cada aluno que alteram a forma de aprendizagem, para além disso, cada disciplina tem as suas características e apresentam dificuldades diferentes.

Alguns estudantes apresentam as suas dificuldades no seguinte: 

 

Na matemática o difícil é resolver problemas! Os estudantes apreendem bem as regras e os cálculos, mas no momento de os colocar em prática, através do problemas matemáticos, tudo se torna mais difícil. Alguns não sabem como chegar ao resultado, outros não conseguem entender a questão…

 

Na língua portuguesa o difícil é a gramática, cada vez mais, as crianças e jovens escrevem sem cuidados ortográficos e, mesmo assim, nem sabemos como, entendem-se na escrita, logo, quando, na escola, lhes é pedido para utilizarem regras gramaticais tudo fica mais difícil… até compreendem os textos e sabem as respostas, mas as coordenadas e subordinadas, por exemplo, já se torna bem mais complexo…

 

Na língua estrangeira o difícil é decorar todo o vocabulário. Quando os alunos começam a aprender uma língua estrangeira, estudam-na durante um ano letivo e depois, nas férias, tudo fica esquecido… estudam o vocabulário para o teste mais próximo e, no dia seguinte ao teste, o que foi memorizado foi apagado… se isso não funcionaria com a nossa língua materna, como poderá funcionar com uma língua estrangeira?

 

Na História o difícil é entender a cronologia dos acontecimentos. “Se no ano letivo passado estudei as invasões Francesas a Portugal, porque só este ano é que estou a estudar os Homo Sapiens?” A pergunta é, de todo, pertinente… torna-se mais difícil para os estudantes entenderem a matéria de História se não a entenderem tal como o nome indica, como uma história repleta de emoção, acontecimentos importantes e romances que nos influenciam até aos dias de hoje… 

 

Na Geografia o difícil é entender o Globo Terrestre. Se os estudantes não têm curiosidade em saber mais sobre o planeta onde vivem, se não querem conhecer outros povos, outros países, outras realidades, torna-se difícil gostarem de Geografia. O estudante tem de ser desperto para estes gostos e para estas curiosidades, o planeta tem especificidades tão interessantes… viajar ajuda tanto a entender…

 

Nas Ciências Naturais o difícil é  memorizar conceitos de outras espécies de seres vivos e não vivos. Quando a matéria de ciências se relaciona com o corpo humano, parece ser mais fácil e interessante que um aluno goste e entenda a matéria, mas quando se estudam as plantas, ou alguns animais, tudo parece desinteressante e longínquo… os estudantes têm de ser humildes no estudo e respeitar a importância de tudo o que nos rodeia e que precisamos proteger! O isolamento da natureza que trazem as grandes cidades, também não ajuda…

 

Na Físico-química o difícil é memorizar as fórmulas e cálculos. Tal como aparece no nome, esta disciplina inclui dois conhecimentos diferentes, mas que se relacionam entre si, a física e a química, por norma os estudantes têm preferências por um destes conhecimentos. No entanto, tudo se complexifica quando, aliado aos conhecimentos é necessário memorizar fórmulas e saber realizar os cálculos associados… uns dizem até que não gostam de matemática… só para esclarecer…

 

Nas Artes e no Desporto muitos estudantes têm avaliações baixas porque não apresentam tanto empenho como em outras disciplinas, quando questionados sobre a situação dizem simplesmente que não gostam e que não têm jeito para a disciplina, raramente assumem a falta de empenho e de dedicação à disciplina em causa!

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Como estudar com internet?

Parte II

Se no Post anterior escrevi sobre a utilização da internet para realizar um trabalho escolar, hoje venho dar continuidade ao mesmo tema, mas direcionando-o para o estudo individualizado e a procura de informação, ou o retirar de dúvidas escolares.

Para estudar a internet pode ser uma ajuda fornecendo-te:

  • Vídeos explicativos de um dado tema;
  • Vídeoaulas;
  • Pequenos documentários;
  • Explicações em slides, com exemplos;
  • Resumos de matérias que sairá nos testes;
  • Exercícios em PDF ou online, com as respetivas soluções;
  • Exames nacionais de anos anteriores para treino.

Nunca te esqueças de selecionar a informação que procuras e avaliar a fonte/site sobre a sua credibilidade. Para além disso, nunca ligues as tuas redes sociais enquanto estudas com o computador, pois já sabes que te vais distrair….

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Como estudar com internet?

Parte I

Uma ferramenta fundamental, em nossas casas, a internet… oferece o mundo num pequeno ecrã!

Por isso, os professores começam a solicitar pesquisas, trabalhos e reflexões sobre temas que incluam a pesquisa de informação, é óbvio que todos os estudantes acabam por optar pela facilidade da internet.

No entanto, para usar a internet como fonte de informação correta e de interesse escolar, não basta entrar no primeiro site que se encontra, é necessário ter alguns cuidados: saber selecionar, ler tudo com calma e definir o que se ter mesmo saber/conhecer. Tudo isto requer aprendizagem e competência.

Para ajudar a melhorar tudo isto, deixo por cá umas orientações básicas:

  1. Define muito bem qual o tema e esquematiza o que é necessário pesquisar;
  2. Procura em vários sites e lê alguns parágrafos para confirmar se está de acordo com o que procuras;
  3. Imprime ou guarda numa pasta do computador os artigos que consideraste, de facto, importantes.
  4. Guarda os links e endereços eletrónicos, tanto para conseguires voltar ao site, se for necessário, como para colocar na Bibliografia do trabalho.
  5. Lê agora tudo o que selecionaste, estrutura bem o trabalho e escreve pelas tuas palavras, cada capítulo.
  6. No final do trabalho acrescenta a Bibliografia por ordem alfabética.

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A importância das reuniões de encarregados de educação

Sempre que converso com encarregados de educação sobre as ‘reuniões de pais’, é difícil encontrar pessoas com rostos animados. Alguns entendem estas reuniões como uma certa perda de tempo, ou porque não ouvem nada de significativo, ou porque são reuniões pouco produtivas. Lembro, desde já, que estas reuniões são sempre diferentes de escola para escola, de professores para professores e de famílias para famílias.

A grande maioria das famílias afirmam que, estas reuniões deveriam ter momentos mais individualizados, para terem a oportunidade de exporem as suas dúvidas e situações de forma mais intima, numa conversa de maior proximidade…

No entanto, aconselho sempre a que as famílias façam o esforço e tenham alguma motivação para comparecerem a estas reuniões, para mostrarem interesse na educação de quem cresce, seja perante professores e escola, seja perante as vossas crianças e jovens que querem sentir esse apoio constante!

Sempre que surgir uma situação mais específica com o seu estudante deve marcar uma reunião com o diretor de turma, para colocá-lo a par da situação, para definirem juntos ações e para que o apoio ao estudante seja contínuo, dentro e fora da escola. Com respeito por todos, tudo pode ser melhorado e conseguido, chegando-se a uma efetiva aprendizagem!

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