Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

23
Abr 19

Quando a sociedade refere que na Educação deve trazer em si uma Igualdade de Oportunidades, não se assume apenas que, todas as crianças tenham acesso à escola pública.

Quando refletimos sobre Igualdade de Oportunidades devemos aceitar cada criança/estudante como um ser único, que necessita de cuidados específicos que lhe permita ter o mesmo nível se sucesso escolar, independentemente do seu contexto social e familiar, das suas limitações físicas/psicológicas, do seu desenvolvimento emocional e das capacidades financeiras do seu encarregado de educação.

Por esta razão, não chega permitir que todas as crianças possam ir à escola, é necessário também proporcionar-lhes meios para que este acesso ao ensino e à educação seja igual e que as barreiras e entraves existentes sejam minimizados diariamente, por uma escola que se quer Inclusiva.

Seguindo esta linha de reflexão que sempre me acompanha, já aqui apresentei  o conceito de Necessidades Educativas Especiais, este ano revisto e alterado e que, de forma legislativa, procura ser um apoio a estudantes que precisem de apoios especiais que lhes garantam o mesmo nível de aprendizagem, desenvolvimento e oportunidade.

Como nunca será demais lembrar este Tema tão primordial, mesmo em tempo de férias escolares, fica aqui uma pequena reflexão que distingue:

Igualdade de Acesso VS Igualdade de Oportunidades

Imagem relacionada

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:53

21
Abr 19

Nesta Páscoa:

  • Que a caça ao ovo seja um desafio repleto de encanto;
  • Que as avaliações escolares tragam muitas alegrias;
  • Que o almoço em família seja uma delícia de emoções;
  • Que o Amor se espalhe!

Uma Santa Páscoa!

easter.jpg

(Imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 11:26

19
Abr 19

18.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 10:36

17
Abr 19

Ficamos indignados sempre que ouvimos notícias de alguma criança que trabalhava ilegalmente numa qualquer empresa nacional ou internacional, mas todos os dias deparamo-nos com o trabalho infantil enquadrado em termos legais, na TV, nas revistas, no desporto, na música, na publicidade… valorizamos, sorrimos, aceitamos sem questionar… Ou estarei errada… e… já se questionou!?

 Permitiria que o seu filho trabalhasse e tivesse de conciliar isso com os estudos, sendo ele ainda uma criança? Considera de valor que uma criança experiencie momentos de tensão e ansiedade, nos concursos televisivos ou publicitários? Compreende que o trabalho é uma experiência de vida que ajuda no desenvolvimento, independentemente da idade? …

Os nossos avós e os nossos pais começaram a trabalhar, em média, após a conclusão da quarta classe, a maioria afastou-se dos bancos da escola, para ajudar no sustento da família, de si mesmos, ou seja, aos doze anos, já se responsabilizavam pelas rotinas profissionais e pelo salário obtido, não será isso de valorizar?

Atualmente, alguns educadores consideram de bastante importância para o desenvolvimento da responsabilização e da valorização financeira, o trabalho em part-time, em tempo de férias escolares, ou em algumas horas semanais, em pequenos trabalhos de empresas familiares.

Outros há que, incentivam crianças a fazerem parte dos ecrãs de televisão, seja em publicidade, atores, concursos, etc., onde a visibilidade é considerada de fama, os valores financeiros mais elevados e parece trazer um caminho para uma carreira profissional promissora…

Vários são os sentido de reflexão, certo é que, cada criança precisa de tempo para ser criança, para brincar, para estudar, para aprender, experimentar… ausente das ansiedades e dos stresses da vida adulta… essa sim, pode esperar!

Gostaria de receber opiniões, comentários, sobre o tema, para mim, tão complexo! Obrigada…  

Resultado de imagem para trabalho infantil(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:20

15
Abr 19

Quando se fala sobre Trabalho Infantil, associamos mais rapidamente a um flagelo existente, principalmente, em países mais pobres, subdesenvolvidos, com muitas carências sociais e financeiras. Contudo, o trabalho infantil afeta praticamente o mundo inteiro, até mesmo o nosso país, de forma ilegal, com baixos salários e muitas vezes em atividades perigosas, crianças pequenas submetem-se a trabalhar incentivadas pela família e pelos baixos recursos.

Atualmente, em Portugal, o Código de Trabalho, legislação n.º 07/2009, de 12 de fevereiro, assume expressamente que, para prestar trabalho o jovem terá de completar 16 anos e finalizar a escolaridade obrigatória, para além disso, deve apresentar capacidades físicas e psíquicas adequadas ao exercício da função.

Certo é que, diariamente vemos crianças bem pequenas a trabalhar, passam-nos em frente aos olhos, nas televisões… ouvem-se nas rádios… encontramo-las em cartazes, em concursos… e em tantas formas de publicidade. Este é um trabalho legal, que nos últimos anos, tem vindo a apresentar grande expressão, tem também legislação específica e a função exercida pela criança deve enquadrar-se no Trabalho Infantil Artístico, Cultural ou Publicitário.

A entidade competente que faculta esta autorização é a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) que solicita os documentos e contratos devidamente esclarecedores sobre o número de horas de trabalho e a função a desempenhar, de forma a que esta não prejudique o desenvolvimento integral da criança.

Na minha opinião este tema torna-se de imperativa reflexão, não é de todo unanime nem consensual… se encontramos vantagens, encontraremos também desvantagens… proponho-me a enveredar por esta reflexão, em jeito de Inquietude, no Post seguinte! Vamos conversando sobre este tema...

1335037216236139.jpg

(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 13:44

12
Abr 19

15.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 10:16

10
Abr 19

Como o Autismo foi recentemente diagnosticado, ainda são poucas as ofertas terapêuticas e dispendiosas para os pais destas crianças. Contudo, em Portugal, começam a existir mais ofertas inovadoras e pertinentes que, em muito poderão ajudar estas crianças e encarregados de educação, através de orientação, apoio e formação para famílias e crianças.

Hoje, apresento A Cooperativa Focus que oferece uma terapia para Autistas completamente inovadora ao nível mundial e que pretende oferecer práticas de intervenção ao nível do desenvolvimento,  do comportamento e lúdicas, apresentando um grande nível sucesso.

 A Focus tem por base num novo Modelo de Intervenção: O Modelo de Denver de Intervenção Precoce (ESDM),  defende uma terapia concertada através de uma equipa multidisciplinar que articula todos os momentos da vida de uma criança, seja em casa, na escola, na terapia, etc.

Para conhecer melhor estas estratégias visite: www.cooperativafocus.pt, apresentam-se sediados em Macieira de Cambra.    

Todos os Centros de Apoio, nesta área, são de louvar e felicitar!

E assim, fica o meu contributo neste mês de sensibilização para o Autismo!!!

Resultado de imagem para cooperativa focus

(imagem retirada da internet) 

publicado por Maribel Maia às 11:03

09
Abr 19

«As pessoas confundem-me. (…) A primeira razão principal é que as pessoas falam muito sem usarem quaisquer palavras(…).

Não falei com ninguém e, durante toda a tarde fiquei sentado no canto da Biblioteca….» (Citação do Livro de Mark Haddon: O estranho Caso do Cão Morto, 2003).

 

Como já referi, quando mais precocemente for detetado, mais rapidamente se pode intervir para minorar os seus efeitos na criança que cresce. Por tal razão, os pais e educadores que detetem algumas características específicas ou comportamentos estranhos devem procurar um diagnóstico específico, realizado por um profissional da Pedopsiquiatria, que esclarecerá dúvidas e oferecerá as melhores orientações.

Como um apoio inicial, deixo aqui alguns sinais que podem ser características de uma criança com Autismo:

  • Resistência a falar e a aprender a mesma;
  • Não mantem o contacto ocular (não olha nos olhos);
  • Não responde quando o chamam;
  • Ausência de medos ou dor;
  • Dificuldade de relacionar-se com os outros;
  • Não aceita mimos ou carinhos,
  • Procura constante de isolamento;
  • Repetição das mesmas atitudes e brincadeiras;
  • Olha permanente na mesma direção;
  • Leva o braço de alguém para pegar o objeto que deseja;
  • Dificuldade de entender gestos e expressões faciais;
  • Atitudes de choro ou riso descontextualizado;

 

Alguns destes comportamentos podem ser observados em crianças antes dos 3 anos, devendo iniciar-se uma terapia adequada mesmo nessa idade e muito embora o autismo ainda deixe muitas questões à ciência, já se assumem grandes êxitos nas terapias conhecidas.

Imagem relacionada(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:24

08
Abr 19

O Autismo apresenta-se como um transtorno recentemente descoberto e que influencia o desenvolvimento e aprendizagem da criança portadora. O Autismo, ou também denominado de TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA, é «um síndroma neuro-comportamental com origem em perturbações do sistema nervoso central que afeta o normal desenvolvimento da criança. Os sintomas ocorrem nos primeiros três anos de vida e incluem três grandes domínios de perturbação: social, comportamental e comunicacional» (American Psychiatric Association,2013).

Estes comportamentos são específicos a cada criança e apresentam graus de intensidade diferentes, ao longo do desenvolvimento do indivíduo. Até aos dias de hoje, não se apresenta nenhuma cura para esta perturbação, uma criança Autista será, ao longo de toda a sua vida Autista, necessitando de um acompanhamento adequado ao seu Estádio de Desenvolvimento.

Embora não haja uma cura completa, uma intervenção precoce poderá apoiar, em muito, um desenvolvimento e crescimento ajustado a cada etapa de vida. Se a criança for diagnosticada com Autismo nos três primeiros anos de vida, terá mais probabilidades de responder melhor às intervenções e estímulos incutidos, porque o seu desenvolvimento cerebral pode ainda ser moldável através de terapias adequadas.

Resultado de imagem para autismo crianças presas em 1982

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:54

05
Abr 19

14.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 11:56

Abril 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
11
13

14
16
18
20

22
24
25
26
27

28
29
30


arquivos
2019:

 J F M A M J J A S O N D


2018:

 J F M A M J J A S O N D


2017:

 J F M A M J J A S O N D


2016:

 J F M A M J J A S O N D


2015:

 J F M A M J J A S O N D


subscrever feeds
pesquisar
 
mais sobre mim
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

blogs SAPO