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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Os esquecidos livros de fichas!

Diálogo entre mim e estudante de 3º ciclo:

“Eu: _ Tens usado o livro de fichas da disciplina?

Estudante: _Não…

Eu: _ Então fazes em casa… para estudar.

Estudante: _ Eu acho que perdi esse livro, como não o uso…”

 

No início do ano letivo, quando as famílias vão comprar os manuais, junto com estes acrescentam-se uns livrinhos com muitas fichas, referentes às matérias do manual e as famílias adquirem porque não sabem ao certo se o professor da disciplina o irá solicitar, ou não, ao longo do ano letivo.

Com o decorrer dos meses, alguns desses livrinhos ficam esquecidos nas prateleiras lá de casa, os professores não os usam na escola, ou raramente mandam os exercícios para trabalho de casa, então os alunos assumem como se aquele pequeno livro não tivesse nenhuma utilização…. Este torna-se tão insignificante que, por vezes, fica perdido pela casa.

Pois bem, a minha opinião é bem diferente sobre esses pequenos livros, mas importantes, sempre que se aproxima a data da ficha de avaliação eu solicito que o estudante, depois de estudar bem a matéria, realize as fichas lá contidas que correspondem à matéria lecionada.

Por norma, esses livros trazem exercícios parecidos às fichas de avaliação e funcionam como um treino extra e uma forma de se perceber se a matéria está, de facto, apreendida.

Portanto, caras famílias, vamos revalorizar estes livros de fichas, utilizá-los antes das avaliações e em tempo de férias, etc., como um verdadeiro apoio ao estudo!

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Março:

ainda muito se pode estudar!

Estamos em pleno 2º Período, o que exige mais esforços e preparação para as avaliações. Embora o ano letivo já vá longo, a exigência destas avaliações são elevadas, quem não recuperar as avaliações pretendidas neste Período pode prejudicar o seu percurso escolar.

Pondere a necessidade de um apoio escolar extra se identificar essa necessidade! Pondere alterar ou ajustar o método de estudo, se verificar essa falha… ou aumente o horário de estudo se aí residir alguma necessidade. Claramente que, tudo isto deverá ser dialogado com o estudante, sendo ele parte importante da análise e da tomada de decisão.

Está na altura de fazer um novo contacto ao/à Diretor de Turma para, junto dele, receber informações sobre aprendizagem e comportamento do seu estudante.

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Atividades para a Inclusão

Tal como referi no Post anterior, a Inclusão precisa de ser ensinada e entendida desde terna idade. Para tal deixo aqui algumas dicas de atividades que promovam uma educação para a inclusão:

  • Contem pequenas histórias de situação concretas;
  • Façam grupos de crianças através de sorteio;
  • Promovam brincadeiras com várias crianças, para além da escola;
  • Conversem sobre as diferentes capacidades de cada criança, como sendo normal essa diferença;
  • Façam trabalhos coletivos e individuais, onde cada criança tem um contributo diferente, de acordo com a sua capacidade;
  • Expliquem que as dificuldades são desafios e que podem sempre ser superados;
  • Nunca seja exemplo de uma atitude de discriminação ou exclusão;
  • Se assistiu a uma atitude discriminatória com ou do seu filho/educando converse individualmente com ele e calmamente esclareça as atitudes certas e erradas;
  • Procure na internet jogos direcionados para a inclusão.

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Educar para a Inclusão

Diálogo entre mim e uma criança do ensino Pré-escolar:

«_ Criança: Preciso do cor de pele.

_Eu: Podem ser muitas cores, todos nós temos cores de pele diferentes…»

A maioria da sociedade luta, diariamente, para combater a discriminação, a desigualdade e os estereótipos. Penso que, a melhor forma de alcançar este objetivo é educar as novas gerações para a inclusão, a solidariedade e para a liberdade com respeito pelos outros.

Assim sendo, desde a idade pré-escolar, as crianças devem ser confrontadas com a diferença numa educação e formação direcionada para um espírito crítico de respeito e aceitação do outro, como diferente na sua condição e opinião, mas igual no direito e na dignidade.

É imprescindível ensinar que a discriminação e a crítica racial ou social são erradas, é necessário explicar que existem crianças com tons de pele diferentes, com necessidades especiais e com ideias diferentes e, acima de tudo, que o normal é sermos todos diferentes logo, é preciso aceitar e respeitar o outro, tal como é!

Podemos realizar com estas crianças, mais pequenas, vários jogos de inclusão, para que melhor interiorizem e aprendam.

No próximo Post deixarei sugestões de alguns atividades que poderão ser trabalhadas com vista à educação para a Inclusão.

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Aprender de forma autodidata!

Que o professor não sabe explicar…que essa matéria não dei na escola… não é desculpa! Atualmente, todos nós devemos e podemos ser um pouco autodidatas e isso deve ser despertado em quem cresce!

O conceito autodidata significa que uma pessoa tenha a capacidade de desenvolver um estudo sobre determinado assunto, ou tema, sem o apoio de um professor ou orientador. Ou seja, individualmente a pessoa pesquisa a informação que pretende, em várias fontes, analisa e interpreta, apenas através do seu esforço e dedicação.

Não são apenas os adultos que têm esta capacidade, as crianças, com a sua curiosidade natural fazem-no imensas vezes. Assim, basta direcioná-las para as melhores aprendizagens, para os conhecimentos mais uteis na vida e incentivando à realização deste processo como paralelo a uma aprendizagem escolar.

Aprender é assim… autonomia, vontade, curiosidade e mente aberta! Educar é assim… promover tudo isto de forma livre mas apoiada…

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