Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

22
Jan 19

O confronto natural com as realidades diárias, na escola, nas amizades, em casa, permitem a construção desta autonomia, contudo, alguns autores referem que, neste mundo globalizado e com tantas pressas, se estejam a desenvolver crianças menos autónomas… Portanto, para ajudar no desenvolvimento da autonomia, aqui ficam algumas sugestões para realizar em família:

  • Conversar de forma reflexiva sobre temas estruturantes e importantes para as crianças/jovens;
  • Oferecer uma mesada e incutir hábitos de gestão financeira;
  • Realizar atividades domésticas: levar lixo à rua, arrumar quartos e cozinha;
  • Cozinhar acompanhado ou sozinho;
  • Responsabilizar-se pelo cuidado de um animal doméstico: higiene, alimentação, carinho, etc;
  • Ir à rua realizar recados ou realizar compras simples, sendo um caminho próximo e com bons acessos;
  • Permitir algumas escolhas, como roupas que vai vestir ou comprar,
  • Escolher os amigos a convidar para uma festa ou visita e escolher presentes;
  • Estabelecimento de rotinas diárias e hábitos com responsabilidade e critérios de justiça…

Para concretizar estas atividades tenha sempre em consideração a idade do seu estudante e as suas capacidades específicas, com o passar dos anos poderá incluir novas atividades e responsabilidades.

autonomia.jpg

 

 

publicado por Maribel Maia às 10:45

21
Jan 19

Cada vez mais a sociedade convida a que crianças e jovens tenham variados desafios, serem os melhores na escola, praticarem variadas atividades e passarem grande parte do tempo a estudar. Por entre as exigências destes horários, que tempo restará para que as crianças decidam, reflitam, manifestem os seus gostos e desejos?

Os vossos estudantes vão a pé comprar pão? Decidem qual a roupa a vestir? Responsabilizam-se por tarefas domésticas? Definem horas de estudo? Sabem como estudar e o que estudar? Considera que ele já tem idade para tomar algumas decisões?

Estas são apenas algumas das questões que me ocorrem e que me parecem pertinentes para auxiliar a reflexão deste tema: Autonomia.

A autonomia é um processo relacionado com o desenvolvimento emocional e caracteriza-se pela construção e consciência do seu próprio EU (self). O desenvolvimento desta complexa competência irá permitir que a criança/jovem consiga realizar escolhas conscientes e sensatas, ter preferências, decidir, apontar critérios e reflexões para as suas escolhas e desejos.

Poderemos auxiliar neste desenvolvimento autónomo? Algumas dicas no próximo Post!

Frases inspiradoras (1).png

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:59

18
Jan 19

3.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 10:16

16
Jan 19

Quando chega o momento de estudar para a disciplina de Português, muitos estudantes têm dificuldade em definir qual a matéria gramatical que devem estudar.

A partir do segundo ciclo (5ºano), os estudantes já aprenderam grande parte da gramática, embora ela seja mais aprofundada ao longo dos seguintes anos letivos.

Se precisa auxiliar, um estudante, na realização desse estudo concretize exercícios com ele, sobre classes e subclasses de palavras:

  • Pronomes;
  • Adjetivos;
  • Verbos;
  • Advérbios;
  • Determinantes;

Esta será matéria que deverá sempre ser revista e memorizada. Para além destas classes e subclasses de palavras, outros temas da gramática, estudada na matéria anterior, deve também ser relembrada.

 

Imagem relacionada

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:46

14
Jan 19

Uma das primeiras aprendizagens gramaticas lecionadas na escola, já no 1º ciclo são as representações gráficas, como por exemplo a pontuação.

Esta aprendizagem deve ser bem assimilada, pois precisaremos dela ao longo de toda a vida académica e ao longo de toda a vida pessoal e social…. para escrevermos estes Blogues, nada como utilizar a pontuação correta e adequada…

Para ensinar ou relembrar:

gramatica.jpg

 

 

publicado por Maribel Maia às 11:09

11
Jan 19

2.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 11:53

09
Jan 19

Ainda mantendo a mesma temática, muito haveria para refletir e questionar, sendo que educar crianças e jovens em risco, é sem dúvida um desafio para toda a sociedade.

Em termos jurídicos, sempre que uma criança ou jovem se apresenta como estando em risco de cometer, ou ser vítima de crime(s), aponta-se para uma ‘carência educativa’, em que, no seu processo educativo familiar não tenha sido bem sucedido, pelo que deverá caber ao Estado tutelar esta educação, colmatando as falhas apresentadas.

No entanto, pouco sei sobre os resultados destas intervenção sociais, tornando-se para mim uma inquietude…. Será que os casos de sucesso se salientam sobre os casos de fracasso? Estudos indicam que talvez não…. As medidas serão sempre as mais adequadas a cada caso específico? Estará a sociedade preparada para receber estes jovens após a processo de internamento em centro educativo? Estará a criminalidade infantil a diminuir?

Temática tão inquietante esta, para toda a sociedade!!!! Não concordam?

63.gif

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 11:09

07
Jan 19

Hoje apresento aqui um tema, sobre o qual, assumo, não tenho muito conhecimento prático, as medidas tutelares educativas. Contudo, venho aqui escrever sobre elas, de uma forma simples e pouco profunda, apenas para esclarecer-me melhor, e esclarecer melhor o leitor que tenha alguma curiosidade. Deixando, como sempre, o espaço aberto, para que se possa conversar sobre o assunto, se assim o entenderem!

 

As medidas tutelares educativas são executadas juridicamente sempre que um jovem, com idades entre os 12 e os 16 anos, realizem uma infração criminal, punida por lei, mas que não apresentem idade legalmente reconhecida para serem julgados como adultos imputáveis, incluindo-se aqui um novo conceito de delinquência juvenil.

«Num sentido amplo, a delinquência juvenil refere todo o tipo de infração criminal que ocorre durante a infância e a adolescência. Num sentido mais restrito, a delinquência envolve o conjunto de respostas e de intervenções institucionais e legais em relação a menores que cometem infrações criminais ou que se encontram em situações ou exibem comportamentos potencialmente delinquentes” . Para além do agente e do objeto de um crime, existem ainda os “fatores de risco” , e estes são, no fundo, todas as circunstâncias que rodeiam e marcam a vida de um jovem» (Flávia Nunes: 2012).

A resposta a esta delinquência juvenil deve ter em atenção o respeito e promoção dos Direitos Humanos e os Direitos da Criança, assim como, os interesses e necessidades educativas e de (re)inserção social e ainda, os interesses das vítimas e a proteção da sociedade.

Por todas estas razões, judicialmente, existem um conjunto de medidas que podem ser aplicadas a estes jovens, estas serão definidas pelos Juízes, de acordo com o(s) crime(s) cometidos.

Assim sendo, a Lei Tutelar Educativa , em Portugal, contempla as seguintes medidas:

 

«- A admoestação;

- A privação do direito de conduzir ciclomotores ou de obter permissão para conduzir ciclomotores;

- A reparação ao ofendido;

- A realização de prestações económicas ou de tarefas a favor da comunidade;

 - A imposição de regras de conduta;

- A imposição de obrigações;

- A frequência de programas formativos;

- O acompanhamento educativo;

- O internamento em centro educativo.

(Dec. lei nº166/99 art4º - Lei tutelar Educativa).

Medidas-Tutelares.png

Continuarei com este tema no próximo Post!

publicado por Maribel Maia às 11:08

04
Jan 19

1.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 12:02

03
Jan 19

Todos os encarregados de educação e todos os estudantes ouvem falar sobre o conceito de Rendimento Escolar muitas vezes e por razões, até, diferentes. Mas, quando nos referimos a rendimento escolar ou académico, estaremos todos conscientes do seu significado e definição? Claro está que, falar sobre este conceito implica reflexão, análise e discussão.

Nas escolas portuguesas o rendimento escolar espelha-se pelas avaliações dadas no final de cada período letivo, definem o aluno, implicam a passagem ou retenção de ano e limitam a entrada nas faculdades…

O Rendimento Escolar prende-se com a obtenção de resultados positivos na avaliação escolar de cada estudante, ao longo de um ano letivo. Assim, este conceito aponta para uma medida de análise sobre as capacidades do estudante, em adquirir e aprender os conteúdos escolares lecionados, medindo capacidades, competências, aptidões e estímulos educativos.

 

«São vários os fatores que incidem sobre o rendimento escolar. Desde a dificuldade própria de algumas disciplinas (ou cadeiras) até à grande quantidade de exames que podem coincidir nas mesmas datas, passando pela ampla extensão de certos programas educativos, são muitos os motivos que podem levar um aluno a apresentar um fraco rendimento escolar/académico». (In: http://conceito.de/rendimento-escolar: 2016).

 

São, por isso, múltiplos os fatores que podem desencadear alterações no rendimento escolar de crianças, jovens ou adultos e tornar difícil o apoio ao estudante!

Por estas variadas razões, os especialistas assumem que, para se manter um bom rendimento escolar, o estudante deve manter hábitos de estudo contínuos e uma elevada motivação na procura de novo conhecimento, mantendo o foco nos objetivos predefinidos.

 

E porque é bom refletir em conjunto, aqui fica o convite para escreverem o que entendem e como entendem este tema!!!???

Imagem relacionada

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 15:09

Janeiro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
12

13
15
17
19

20
23
24
25
26

27
28
29
30
31


subscrever feeds
pesquisar
 
mais sobre mim
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Instagram
@educarcomvida
blogs SAPO