Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

05
Mai 16

Este Post advém de uma questão colocada por uma leitora e que poderá espelhar dúvidas parecidas de outros visitantes.

Na aula, por vezes, os professores solicitam a resolução de um ou mais exercício(s) de matéria ainda não explicada, parcial, ou totalmente. Similar a este assunto, pode também ocorrer que, porque o estudante faltou a uma ou mais aulas, necessite de estudar a matéria sem que lhe tenha sido explicado em contexto sala de aula.

Esta situação exigirá ao estudante concretizar um trabalho muito mais autónomo, solicitando-se um esforço redobrado, seja para pesquisar a matéria a estudar, seja para compreender sozinho a informação encontrada.

Para apoiar este estudo autónomo, apresento, aqui, algumas propostas gerais:

  • Em casa solicitar o apoio do encarregado de educação ou do explicador para apoiar no estudo autónomo;
  • Utilizar duas a três fontes diferentes de informação, como por exemplo, livros escolares e sites pedagógicos, completando a informação;
  • Realizar exercícios, iniciando pelos mais simples, até aos mais complexos;
  • Se não encontrarem a matéria no livro escolar do ano lecionado, podem recorrer a livros escolares de um ano letivo anterior ou seguinte, mesmo que o grau de complexidade seja diferente, poderá ser uma boa base de apoio;
  • Alguns estudantes optam por comprar livros de preparação para exames como forma de estudo, os melhores livros apresentam sempre bons resumos e explicações da matéria, que poderão ser, também, um bom recurso;
  • Na internet podem pesquisar em páginas de Slideshare ou Powerpoint, pois apresentam uma tutoria muito próxima do contexto sala de aula, tornando o estudo mais familiar e reconhecido.
  • Na aula de revisões para o teste, solicitar ao professor um exercício sobre a matéria, aferindo se a assimilação da matéria foi estruturada corretamente, se não pedir apoio ao professor;

Para apoiar nestas e noutras dificuldades deixo aqui, algumas propostas de sítios na internet, aos quais poderão recorrer para recolher resumos da matéria escolar, fichas e testes de avaliação. Todos estes sites apresentam grande diversidade de material e encontram-se organizados por ano escolar, disciplina e matérias. Sendo material partilhado, nem todas as matérias se encontram, ainda, disponíveis, em alguns dos sites aqui apresentados.

http://www.obichinhodosaber.com/ encontram-se resumos das matérias escolares, exercícios, fichas para o ensino básico (desde o 5º ano ao 9º ano) e muitos outros artigos sobre educação.

 

http://www.ensinobasico.com/ apresenta orientações para o ensino pré escolar, exercícios e apontamentos das várias disciplinas escolares desde o 1º ao 3º ciclo.

 

http://www.bemexplicado.pt/ a secção dos Recursos Didáticos, apresenta resumos das matérias e fichas com soluções, de todas as etapas de ensino, desde o 1º ano ao nível secundário.

 

http://fichasprimeirociclo.no.sapo.pt/ Direcionado apenas para o 1º ciclo, oferece fichas de trabalho para as várias matérias do 1º ao 4º ano.

 

http://www.resumos.net/ partilha de resumos entre estudantes, de todos os níveis de ensino, incluindo ensino universitário. Os visitantes podem pesquisar resumos da matéria, como podem também partilhar os seus próprios resumos.

 

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publicado por Maribel Maia às 14:05

02
Mai 16

Para além das orientações referidas no tema anterior, a estrutura do ‘Trabalho’ deve, também, incluir os seguintes passos:

  • Capa: título do trabalho que desvenda o tema a ser tratado, indicando a disciplina, o nome da escola e do professor, o nome do aluno, acrescentando ano, turma e número, assim como a data de entrega deste;
  • Índice: todo o ‘Trabalho’ deve ser compartimentado em diversos títulos ou conceitos e inumerados no índice, esta página, embora deva ser a segunda do trabalho, apenas é realizada no final;
  • Introdução: situa o tema que irá ser desenvolvido, deixando claro quais os objetivos que se seguem. Não deve ultrapassar uma página escrita;
  • Desenvolvimento: aqui todo o ‘trabalho’ se desenrola, começando-se por explicar os conceitos, fundamentar as ideias, dividindo o grande tema em pequenos temas que se interligam de uma forma lógica, adiciona-se gráficos, imagens ou esquemas que fundamentem tal escrita.

É sempre necessário respeitar a ordem cronológica dos acontecimento.

Finaliza-se com uma ou várias opiniões críticas ao assunto analisado, com opinião pessoal ou de outros autores;

  • Conclusão: um pequeno resumo do que se aprendeu com este trabalho, enuncia novas questões que poderiam levar a outros estudos e explica porque este tema contribui para a disciplina em causa. Não ultrapassar uma página escrita;
  • Bibliografia: para o “trabalho” foram consultados livros e sites na internet, na bibliografia devem ser todos mencionados por ordem alfabética, exemplos:

Sophia de Mello Breyner Andresen, (1958) ‘A fada Oriana’: Porto Editora. 

www. Visãojunior.pt: artigo: 24 setembro 2014. 

trabalho 001.JPG

 

publicado por Maribel Maia às 10:53

28
Abr 16

Os ditos ‘trabalhos’ que os estudantes necessitam de realizar em muitas disciplinas, durante o seu percurso escolar, resume-se  a uma compilação bem estruturada e fundamentada de informação, sobre um determinado tema relativo à matéria dada em determinada disciplina.

A este processo atribui-se o nome ‘trabalho’ pelo empenho que supõe incutir no estudante, contudo, com vista a minimizar este empenho, muitos sãos os estudantes, que procuram na internet uma forma rápida de concretizar este processo, com simples ‘copy – paste’ de um, ou mais sítios da internet, sem refletir sobre a veracidade da informação e sem reconstruir tal informação, nas suas próprias palavras.

Embora todos saibam, há que lembrar que estes ‘Trabalhos’ são processo de avaliação e que construídos por este prisma em nada contribuirão para uma boa nota.

 

Alguns  passos imprescindíveis para um bom Trabalho Escolar:

 

  • A recolha de informação deve ser concretizada através de livros que expõem a matéria em questão, a procura desta na internet deve ser apenas mais uma forma de aprofundar o tema;
  • Sempre que existe uma procura de informação na internet, deve reconhecer-se se o site que se consulta atesta verdades sobre o tema;
  • Após a recolha da informação há que pensar no esquema do ‘Trabalho’, tendo em consideração: Introdução, desenvolvimento e conclusão (tema a desenvolver na próxima publicação);
  • A inclusão de imagens, tabelas ou esquemas tornam-se muito importantes, apenas, se forem utilizadas para sustentar a informação e não para embelezar a apresentação;
  • Toda a escrita deve ser concretizada pelas palavras do próprio estudante, que lê e interpreta a informação pesquisada.
  • Sempre que necessitar de copiar frases de algum autor deve colocar « » aspas e referir o nome e livro do autor;
  • Nos dias de hoje estes trabalhos são já realizados a computador, não devendo afastar-se muito, por exemplo, das Normas da APA. Como orientação comum: (letra: Arial 12, espaçamento 1,5 entre linhas; margens de 2cm, texto justificado);
  • Antes de dar por finalizado, solicitar ao educador que leia, prevenindo erros ortográficos que de modo algum devem estar presentes.

    dicas-escolares-3.jpg

     

publicado por Maribel Maia às 13:46

18
Abr 16

Para explicar melhor a implicação negativa da ansiedade na concretização de respostas, nos estudantes, apresento seguidamente, uma conversa entre mim e um/a estudante de 2º ciclo de ensino básico, no decorrer do apoio ao estudo para uma ficha de avaliação de Língua Portuguesa:

 

(formam muitas as respostas assim, com urgência e sem muito pensar sobre…)

«Eu: _A palavra doçura é: um verbo, um advérbio, um nome ou um adjetivo?

Estudante: _ É um nome, não.. um advérbio…não… um adjetivo….

Eu: _ Estás com muita pressa em responder e não pensas na resposta!?

Estudante: _ Pois é…

Eu: _Assim cometes erros… Nos testes também procuras fazer tudo muito rápido?

Estudante: _ Sim…

Eu: _ Fazes o teste muito rápido, ou és das últimas crianças a entregar?

Estudante: _ Sou das primeiras.

Eu:_ E não achas que essa pressa te prejudica?

Estudante:_ Pois….. às vezes tiro negativa…..chego ao teste e bloqueio…quero fazer num instante!

Eu: _ Para este teste vais procurar ser das últimas crianças a entregar o teste… vais tentar responder às perguntar com a maior calma que conseguires….»

 

 

O desafio foi aceite, contudo percebi o quanto isso seria um esforço adicional nesta ficha de avaliação.

A ansiedade de responder certo, a vontade de acabar com a pressão da avaliação, o medo de não saber as respostas, desenvolve nos estudantes a ansia de finalizar este processo de minutos que parecem eternos, aqui, a insegurança permanece como traiçoeira do estudo previamente realizado e, que, no momento praticamente não é acedido pela memória, desencadeando aquilo a que as crianças costumam chamar de “bloqueio”.

Não existem elixires mágicos na resolução destes problemas, contudo algumas estratégias poderão ser trabalhadas, no sentido de minorar progressivamente estes impactes. A pedra basilar é, sem dúvida, que o estudante, após os necessários dias de estudo, se sinta preparado para resolver a ficha de avaliação, uma vez que, assume ter estudado bem a matéria e  esclarecido todas as dúvidas.

O passo seguinte terá de ser desenvolvido em conjunto com o estudante, no controle da ansiedade, na gestão de tempos, propondo um aumento de momentos de reflexão na concretização de respostas.

O treino em casa com algumas fichas de trabalho e orientando no tempo decorrido pode ajudar o estudante nesta perceção e diminuindo ansiedades.   

images (19).jpg

 

publicado por Maribel Maia às 15:22

21
Mar 16

Estamos em férias da Páscoa, após um segundo período escolar bem cansativo e exigente! Estas férias são, portanto, bastante merecidas e necessárias, já que se aproxima o período da ‘última oportunidade’, ou seja o terceiro período.

As férias são, claro, para descansar, mas também para realizar estudos escolares que auxiliem este percurso, já que o caminho continua!

Assim, aqui ficam algumas orientações para a pequenada e para os jovens que se encontram nas merecidas férias a realizarem uns momentos de estudo…. A tabela apresenta-se em imagem (.jpg) de forma a poderem imprimir, ou para guardar nos vossos documentos.

Espero que aproveitem as ideias:

estudar_férias (1).jpg

 Para os estudantes de Secundário as orientações são serão tão necessárias, uma vez que, já construiram os seus próprios métodos de estudo. No entanto friso que: a exigência  prende-se com a capacidade de organizar o seu estudo, de solicitar apoio quando necessitam, de estipular e cumprir metas, preparando assim a entrada na faculdade. A visita a faculdades pode ser também uma boa opção.


A todos os estudantes, nada de preocupações! O dia tem 24 horas e não as passarão todas a estudar, 1h ou 2h por dia será o bastante, se for com empenho e dedicação…. Aprender a rentabilizar tempo e a ser produtivo faz parte de um crescimento saudável!

publicado por Maribel Maia às 14:36

29
Jan 16

Etapa 1: Conhecer a importância do desporto

Etapa 2: Realizar estudos teóricos

Etapa 3: Incentivar a prática de uma modalidade específica.

 

Cá está mais uma disciplina daquelas que muitos ignoramos, ou tratamos como menos importante na avaliação. Contudo, quanto mais cedo, nas nossas vidas aprendermos que viver de forma saudável e valorizar a realização de atividade física diariamente e corretamente, melhor! E se, em crianças não dávamos grande importância aos conhecimentos adquiridos na disciplina de educação física, certo é que, agora em adultos, andamos à procura de melhorar a nossa condição física, andamos à procura de dicas sobre desporto e aconselhamo-nos, muitas vezes, no ginásio. Se assim é, porque não incutirmos esta importância e responsabilidade aos mais novos? Para além disso, uma forma muito prática e rápida de aprendermos a trabalhar em grupo é através dos desportos de equipa.

Alguns professores realizam, nas suas aulas testes teóricos e portanto a matéria deve ser estudada e memorizada, a pesquisa informática auxilia bastante este estudo.

Por fim, aos estudantes que desejarem participar em mais algum desporto, para além das fronteiras da escola, deve ser incentivado, pois trará muitos benefícios físicos e mentais.

A realização de atividade física em família promove uma vida emocional e física bastante saudável.

ed_fisica.jpg

 E pronto... tarefa cumprida... nove dias, nove disciplinas.... espero que tenham gostado desta mini-maratona de estudo?!?!... Para a semana cá estarei com outros temas diferentes, neste vasto mundo chamado de Educação! Obrigada aos, assíduos, leitores e aos enriquecedores comentários!

publicado por Maribel Maia às 14:42

28
Jan 16

Etapa 1: Ler e interpretar

Etapa 2: Resumir

Etapa 3: Elaborar cronogramas

 

Esta disciplina apresenta-se com uma mais valia importante: a História da Humanidade será sempre a mesma, portanto de ano para ano letivo, vai sendo lecionada a mesma História, vai sendo é mais aprofundada conforme se vai avançando de ano letivo. Assim sendo, se o estudante conseguir memorizar e interpretar os acontecimentos que foram mais importantes a nível Nacional e Mundial ao longo do Tempo, facilmente vai melhorando os seus conhecimentos ao longo dos anos.

A primeira etapa deve ser concretizada diariamente, ler e interpretar, fazendo-se assim os resumos, procurando realiza-los pelas próprias palavras, tentando não copiar muita informação.

Para finalizar, como as datas históricas são importantes para nos localizarmos no tempo e no espaço, torna-se importante realizar um cronograma que passará a ser um organizador de memória.

historia.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 14:10

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