Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

29
Mai 17

Atualmente, os Cursos Profissionais oferecidos a jovens, finalistas do 9ºano de escolaridade, não são difíceis de encontrar… apresentam-se nas escolas de Ensino Secundário, nos Centros de Formação financiados pelo fundo do POPH e nos Centros de Emprego (IEFP) espalhados por todo o país.
Estes Cursos Profissionais intitulam-se de Cursos de Educação e Formação (CEF), ou Sistemas de Aprendizagem que conferem a dupla certificação, ou seja, a certificação de 12º ano e uma certificação profissional na área de opção. Embora não limitem o acesso ao ensino superior, a maioria dos estudantes que optam por tais cursos não pretendem seguir estudos a esse nível… E é precisamente neste ponto que gostaria de partilhar algumas das reflexões e inquietudes com o leitor.
Será que a sociedade procura impelir os seus jovens a enveredarem por um curso profissional porque o estudante não é detentor de bons resultados escolares? Estarão, estes cursos, a serem ‘olhados’ como formação menor em comparação com o ensino geral de nível secundário? Prepararão estes cursos estudantes para a Universidade? Serão estes cursos a melhor opção para quem pretende enveredar por uma profissão, sem o caminho da formação académica?
Assumo a limitação da minha experiência, já que, ela se desvenda apenas por alguns discursos de estudantes que referem mais facilitismos nos cursos profissionais e a visão de um caminho para quem ‘não gosta de estudar’ e que oferece maior componente prática do que teórica.
Estarei eu a ver um estigma que não existe? Qual é a sua opinião?

cursos_profissionais02.jpg

 

 

publicado por Maribel Maia às 13:32

27
Mar 17

Concordo inteiramente com o que li no site: www.apagina.pt/: «As atividades de enriquecimento curricular (AEC) no 1º Ciclo devem ser “eminentemente lúdicas” e sem avaliação. Estas foram as orientações enviadas pelo Ministério da Educação (ME) às entidades que promovem as AEC, de acordo com um comunicado da tutela.

“Pretende-se que as AEC não constituam mais horas de ensino formal, aliviando-se a carga horário de atividades letivas dos alunos no 1º ciclo, dando espaço a atividades que cumpram as expetativas das crianças e a da sua formação integral”, refere o ME, que pretende que as atividades não sejam “um prolongamento de atividades formais de ensino”.» (In: A página agosto de 2016).

 

 

Hoje, a minha inquietude não é uma reflexão, é uma pergunta: Concordam? Têm filhos a frequentar AEC’s? Conhecem a realidade? As AEC’s são efetivamente lúdicas ou muito ainda falta a fazer?

Agradeço a vossa partilha e opinião….

aec.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 12:05

29
Set 16

Por alteração legislativa, no ano de 2016, foram realizadas provas de aferição escolar para os anos letivos de 2º, 5º e 8ºanos, com o objetivo de aferir estatisticamente, as aprendizagens concretizadas às disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

Refiro resumidamente os resultados:

  • quanto maior o nível de escolaridade mais baixos são os resultados positivos (conseguiram), sendo que:

2º ano: os resultados mais baixos apresentam-se na compreensão oral e na geometria;

5º ano: os resultados mais baixos apresentam-se na gramática e nos números e operações;

8ºano: os resultados mais baixos apresentam-se na gramática e na geometria;

 

Hoje, a minha inquietude prende-se com estes resultados, sendo que, as estatísticas são reveladoras de números exatos e não de pessoas concretas… gostariam de deixar aqui a vossa opinião sobre estes dados?

Se pretenderem realizar uma análise mais aprofundada sobre estes resultados, em anexo, deixo-vos os dados facultados pelo IAVE.

 

resultados_P_Aferição_2016.pdf

 

publicado por Maribel Maia às 15:22

30
Nov 15

Nos jornais e revistas falam-se das melhores escolas do país com vista nos rankings, onde quanto mais elevadas são as notas de exames nacionais, melhores as escolas… de facto, ter ótimas notas escolares proporcionam o abrir de algumas portas profissionais aos estudantes, principalmente no acesso ao ensino superior, contudo não sei se será este presságio de um bom profissional, ou de uma pessoa feliz…

Vários são os críticos sobre a estrutura do ensino escolar atual, referindo que este, pouco prepara o indivíduo para o verdadeiro mercado de trabalho, afirmando-se que a teoria está demasiado distante da prática e que, no contexto de ensino formal existe pouca oportunidade para uma aprendizagem mais prática e próxima dos reais contextos de trabalho.

Muito teria eu para debater sobre este tema e muito poderão pensar e partilhar os leitores sobre esta dicotomia: Escola/Profissão…

Como pedra basilar, gostaria apenas de salientar que a exigência que o mundo profissional atual coloca às escolas está diferente, simplesmente porque o próprio Mundo está diferente… as profissões são diferentes, as exigências são novas… mas a escola permanece igual, há décadas… hoje é necessário ensinar novas capacidades como a criatividade, a imaginação, a adaptação, espírito crítico… que em muito transcendem os contínuos bancos de escola, a memorização e as tradicionais teorias!   

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publicado por Maribel Maia às 14:17

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