Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

21
Ago 17

No inicio deste mês já, por cá, fui escrevendo sobre o  começo do ano letivo referindo-me até ao material escolar.

Com o passar dos anos, torna-se mais fácil definir o que é necessário comprar no início do ano letivo. Contudo, no 1º ano, tudo parece mais complexo e as listas são sempre muito extensas.

Mas nada de preocupações acrescidas, cada escola entrega aos encarregados de educação uma lista com o material que deve ser adquirido, com algum tempo de antecedência… a lista será parecida à que aqui deixo, em anexo, para lerem e poderem ir preparando o vosso orçamento familiar.

Nos anos seguintes (2º a 4º ano) poderão reaproveitar algum material do ano anterior e substituir o obsoleto, para tal podem seguir as comprar pela lista do ano anterior pois, por norma as necessidades serão semelhantes! 

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publicado por Maribel Maia às 10:52

17
Jul 17

 Já por cá debatemos a questão das férias de verão serem mais alargadas do que as da família e, se alguns pais têm o apoio dos avós, outros têm de recorrer a instituições para melhorar a qualidade das férias dos estudantes. Para esses, aqui ficam algumas propostas que podem optar, de acordo com objetivos pessoais e financeiros:

  • Campo de férias e ATL (atividades de tempos livres) organizam sempre dias temáticos de diversão e de aprendizagem;
  • Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia também oferecem visitas, workshops e atividades variadas;
  • Os museus e jardins zoológicos da região também apresentam variadas ofertas e propostas;
  • Os shoppings, para além dos recintos dedicados aos pequenos, em tempo de férias aumentam e variam as ofertas de diversão;
  • Os clubes desportivos também apresentam momentos de diversão associados ao desporto e ao ar livre;

O importante é procurar na sua zona residencial, tornando o acesso mais facilitado e fazendo as escolhas de acordo com os gostos da família… no final da experiência ficam sempre as melhores recordações e boas aprendizagens…

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publicado por Maribel Maia às 15:04

14
Jun 17

Agora que o ano letivo chega ao fim, vale a pena perguntar-vos qual a opinião sobre as férias dos pequenos… e das novas rotinas que elas exigem…

Já aqui referi a importância das férias escolares para os estudantes, a enumerei várias das vantagens que a elas estão associadas. Sobre tal assunto tenho recebido algumas opiniões diferentes sobre a divisão de tais momentos, seja através dos encarregados de educação, ou através de comentários no Blog, muitas pessoas me acenam um desejo de verem o calendário de férias escolares alterado. Algumas das sugestões direcionam paragens maiores em férias de Natal e Páscoa, diminuindo-se nas férias de Verão, em que a maioria concorda serem demasiado extensas.
Não tenho uma opinião demasiado definida sobre este tema, contudo, concordo que as férias de Verão apresentam um período muito longo, o que pode provocar demasiado distanciamento das rotinas escolares e dificuldades para os pais em manterem os filhos ocupados com atividades promotoras de desenvolvimento emocional e intelectual.
Neste sentido as próprias escolas poderiam oferecer novos calendários escolares, adaptados a uma sociedade atual que carece de uma Educação contemplativa do desenvolvimento em várias áreas do Saber, para além das disciplinas atualmente existentes, como por exemplo, o desenvolvimento: das Artes, da Cidadania, da Igualdade, da criatividade… reflexividade…etc.

 

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publicado por Maribel Maia às 14:26

06
Jun 17

Procurando responder às propostas dos leitores, hoje venho escrever um artigo sobre mais uma solicitação, vinda pelo Blogue:
‘Como motivar os filhos ao estudo?’
Pois bem, todos os estudantes passam por estes momentos… outros há que, raramente, saem destes momentos… No entanto, estamos a chegar ao final do ano e a maioria já está desmotivada pelo cansaço acumulado de tantos testes, fichas e trabalhos. Para esses, que se esforçaram o ano letivo todo, basta o merecido descanso para carregar energias e vontades.
Para aquelas crianças e jovens que, constantemente, andam desmotivados o incentivo tem de ser constante e começar desde os primeiros dias de aulas.
Antes de apresentar uns conselhos, lembro que cada caso e cada criança é especial, ao tentarmos motivar, começamos a perceber qual é a formula que melhor se adapta à personalidade e à motivação intrínseca, portanto, uma atenção especial e sensibilidade sobre o assunto vai ajudar.
Para além disso, poderei acrescentar mais algumas dicas:
 Nem sempre os castigos ou incentivos materiais funcionam, o melhor é que eles reconheçam os sentimentos sinceros dos pais quando surgem as boas e as más notas;
 Mostrar elevado interesse na vida do estudante na escola, seja dentro ou fora da sala de aula, recorrendo sempre às reuniões com o Diretor de Turma;
 Este interesse e monitorização deve ser realizado, de igual forma, por ambos os pais e não apenas por um deles;
 Mostrar de forma concreta a importância da escolaridade para obtenção de um emprego melhor;
 Incentivar quando aparecem as dificuldades e procurar apoio extraescolar sempre que necessário;
 Relembrar as suas capacidades para o estudo procurando melhorar a autoestima;
 Tenha mais tempo para se dedicarem juntos, ao estudo;
 Solicite que lhe explique a matéria;
 Reveja com ele os erros do teste, de forma calma e atenta;
 Procure baixar os níveis de ansiedade em dias de avaliações, com um ambiente calmo e descontraído;

Antes de finalizar gostaria de referir que, por vezes, a falta de autoestima é a grande resposta ao desinteresse e falta de motivação, por terem receio da desilusão. Sendo que, em casos específicos pode ser necessário a intervenção de um profissional especializado.
E por aí, que atitudes motivacionais funcionam melhor com os vossos filhos?

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publicado por Maribel Maia às 11:54

26
Mai 17

Estes são necessários quando se procura mais sobre determinado assunto, seja para um trabalho escolar, seja sobre um tema do qual se deseje saber mais. Nesta situação os apontamentos devem sempre começar por definir muito bem qual a fonte de pesquisa e data desta. Seguidamente devem ser anotados os novos conceitos encontrados e as suas definições. Para além disso, a informação escrita deve ser redigida pelas próprias palavras, sempre orientada para o tema que se deseja, procurando não afastar a escrita do tema inicial.
Nesta situação, a capacidade de resumir e sintetizar irá nortear todos os apontamentos, podem também ser recolhidas frases e citações chave que confirmam ideias e reflexões.

 

publicado por Maribel Maia às 12:27

25
Mai 17

Quando os professores informam que, para o teste, a matéria que sairá encontra-se entre determinadas páginas ou capítulos do manual escolar, alguns estudantes optam por realizar os seus próprios resumos destas páginas, como forma de memorização. Assim sendo, devem-se ler uma a duas páginas de cada vez, resumindo-as sabendo definir tal a informação mais importante e reescrevendo tudo em palavras próprias. Devem utilizar-se canetas de várias cores e sublinhadores de forma a realçar conceitos e frases muito importantes. 

 

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publicado por Maribel Maia às 14:38

23
Mai 17

Para que estes apontamentos sejam, realmente, sólidos e corretos, exige-se uma atenção completa e contínua durante a aula, qualquer distração ou desatenção poderá induzir à escrita de informação errada, ou omissões de esclarecimentos indispensáveis. A escrita deve ser fluida, com palavras muito próximas das utilizadas pelo professor e a linha de pensamento deste deve estar bem definida.
Neste processo, podem-se também realizar esquemas e tabelas, que auxiliem e complementem a informação recebida. A rapidez na escrita é, certamente, uma mais valia, daí a necessidade de um treino contínuo.

publicado por Maribel Maia às 13:44

23
Mar 17

Aos que acompanham semanalmente este espaço sabem que passo bastante tempo a refletir sobre as minhas experiências com estudantes, sobre as conversas, as dúvidas, as reflexões… e que eles as partilham de uma forma simples mas confiante.

Foi através destas minhas reflexões práticas que me apercebi, por várias vezes, da dificuldade dos estudantes em perceberem conceitos ouvidos ou lidos, não percebendo assim grande parte das matérias dadas, não conseguindo por isso exprimir-se corretamente ou articular conhecimentos e noções.

Estas dificuldades aparecem nos primeiros anos escolares e, muitas vezes, acompanham o estudante até ao secundário… estes estudantes têm dificuldade em entender o que leram, o que o professor fala, têm dificuldades também em perceber a sociedade atual, as decisões políticas e históricas, em passar da teoria à prática, em refletir criticamente e criativamente.

Na minha opinião cabe a toda a sociedade apoiar o desenvolvimento de novos e diferentes conhecimentos que ultrapassem a barreira dos manuais escolares, cabe à sociedade a construção constante de incentivos nas mais variadas áreas: Política, Artística, Religiosa, Cultural….  

E em casa, para além de tudo isto deve-se incentivar a Ler e a Escrever, são ambos caminhos seguros para a construção de um maior vocabulário, de maior memorização, de maior concentração e maior criatividade.. isto deve começar muito cedo, quando nos primeiros anos de vida já se ouvem histórias para adormecer…

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publicado por Maribel Maia às 10:59

16
Mar 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2ºciclo:

«Eu:_ Como está o estudo?

Estudante: _Já estudei muito hoje… já escrevi os números até 100 em inglês!

Eu: _Era trabalho de casa?

Estudante: Sim, a professora mandou, que era para nós decorarmos…»  

 

Quantas vezes educadores e pais ouvem tais afirmações: ‘tenho de escrever vinte vezes’, ‘tenho de fazer as tabuadas três vezes’, … eu seja, copiar e repetir várias vezes, sempre com o mesmo objetivo: decorar… não nego que, é necessário saber escrever sem erros, saber as tabuadas… e assumo que a repetição é, sem dúvida uma forma bastante eficaz de memorizar/decorar… mas confesso que, sempre que ouço um estudante dizer-me que tem para fazer tal tarefa me ‘aperta o coração’ saber o tédio que terá de enfrentar na execução de tal trabalho…. por isso, admito a existência de alguma aversão ao estudo e aos TPC’s por parte destas crianças e jovens!

Não posso, de todo, acabar com tais trabalhos escolares contudo, posso propor algumas formas mais interessantes de memorizar as matérias aprendidas na escola… ficam aqui algumas dicas:

 

  • Recorra à audição: que para além da visão auxilia na memorização, existem vários vídeos na internet direcionados a crianças, que com músicas e imagens apresentam a matéria a estudar.
  • Recorra às pausas: a matéria é mais fácil de interiorizar aos poucos, portanto em vez de decorar algo em apenas um dia, prolongue o estudo para uns minutos em cada dia, relembrando sempre a mesma matéria.
  • Recorra a associações: podem fazer-se associações divertidas, como um til se chamar língua de cão, ou como escrever avô implica sempre colocar-lhe um ^(chapéu) e à avó um ´(lenço). Ou associações a situações práticas, como por exemplo, a palavra centrifugação aprendida em Ciências/Físico-química significa o mesmo efeito que a máquina de lavar roupa lá de casa.
  • Fuja das confusões: Quando se está em processo de memorização e, o processo que estava a tornar-se mais rápido e claro de repente torna-se demasiado confuso e difícil está no momento de parar... por alguns minutos ou um dia…
  • Faça desenhos, escreva em cartolinas: para afixar em lugar de estudo é também um método eficaz de relembrar matérias. Quantos de nós temos vários post-its à volta no PC, em casa ou no trabalho???

 

Conte-nos se conhece mais alguma forma de memorização eficaz, seja consigo ou com outros estudantes, poderá ajudar quem nos visita! Obrigada.

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publicado por Maribel Maia às 14:25

06
Mar 17

Na escola podemos cruzar-nos com estudantes que se preocupam apenas em obter resultados positivos, de forma a conseguirem passar de ano letivo… muitos sentem-se pouco capazes de serem alunos de avaliações muito altas, outros assumem não se querem dedicar ao estudo, nem por gosto nem por vontade. Contudo esta perspetiva pode e deve mudar, basta que cada estudante desenvolva a consciência da importância do conhecimento para o seu próprio futuro e seja estimulado para o desejo de saber mais e de descobrir.

Sem dúvida que as notas escolares são resultado, principalmente, das vontades, desejos e ambições da cada um, só depois surgem as capacidades mais ou menos inatas de cada criança/jovem, sendo que essas também podem ser desenvolvidas e aprimoradas.

A todos os estudantes que desejam obter resultados muito bons nas suas avaliações académicas, aqui ficam umas dicas:

  • Liga-te: procura manter-te atento nas aulas o tempo todo, realizando os apontamentos e as anotações da matéria que consideres necessária;
  • Procura ajuda: estuda sozinho e estuda acompanhado, ou seja, faz um estudo diário próprio, com leituras, resumos, exercícios e, pelo menos, uma vez por semana procura alguém que te possa apoiar nas dúvidas surgidas e noutras propostas de trabalho;
  • Começa cedo: para cada teste ou ficha de avaliação começa um estudo específico uma semana antes;
  • Conhece-te melhor: procura o melhor lugar e as horas em que mais te concentras no estudo;
  • Organiza-te: um caderno de apontamentos, uma agenda, uma tabela, tudo ajuda para que nem uma data passe despercebida, para que nem um TPC seja esquecido;
  • Participa: seja nas aulas, seja nos clubes escolares, seja em desporto, participa com empenho e dedicação;
  • Não esperes: não é no terceiro período que vais tentar recuperar vários meses de preguiça, o primeiro dia de aulas é, já, o primeiro grande desafio.
  • Não desligues: durante as férias aproveita para recuperar matérias pouco entendidas e estuda, pelo menos, uma hora por dia, para te tornares ainda melhor.

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publicado por Maribel Maia às 10:47

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