Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

25
Jan 18

Todos nós temos algumas horas do dia, ou da noite, em que nos sentimos mais cansados e pouco produtivos e outras horas em que sentimos maior capacidade de concentração e produtividade. Quando estamos perante a necessidade de estudar, de memorizar e aprender, torna-se importante reconhecermos qual a melhor hora para realizarmos um estudo autónomo, para tal é necessário conhecermos bem como funciona o nosso ‘relógio biológico’.

Assim, poderá encaixar-se num destes três conceitos:

 

Indivíduo Matutino: Prefere dormir cedo (entre as 21/22 horas) para acordarem cedo, (pelas 6/7horas), sem dificuldades. Apresentam um bom desempenho físico e mental pela manhã.

Indivíduo Vespertino: Prefere dormir e acordar tarde (deitar-se pela 1 hora da manhã e acordar pelas 10 horas). Apresentam melhor disposição no período da tarde e início da noite.

Indiferentes: Têm maior flexibilidade, de adaptação ao horário e optam por escolher horários intermédios, de acordo com as necessidades de adaptação às suas outras rotina.

 

Para reconhecer em qual destes tipos se aproxima deve reconhecer qual o momento em que está com mais energia e mais desperto, perante essa primeira avaliação e com a experiência, rapidamente perceberá quais as melhores horas de estudo. Contudo, seja qual for o horário de estudo escolhido, nunca se esqueça de, dormir pelo menos 8 horas, manter os horários de alimentação e realizar pausas de 15 minutos a cada duas horas. 

Estudar é um privilégio.jpg

 

 

publicado por Maribel Maia às 10:31

20
Dez 17

Para aqueles estudantes que não obtiveram os resultados esperados no final deste Período escolar ou para quem pretende melhorar técnicas de estudo, deixo duas tabelas que poderão ajudar a estabelecer metas e ritmos de estudo, nestas férias.

 

tabela_estudo_recuparação.pdf

Horário Semanal de Férias_2017.pdf

 

 

 

publicado por Maribel Maia às 16:13

11
Dez 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de Secundário:

«Eu: Queres continuar com as explicações nas férias?

Estudante: Acho que sim… vou falar com a minha mãe… é que eu a estudar sozinho/a, não costuma resultar bem!»

 

Já por cá escrevemos e opinamos sobre o estudo em tempo de férias. Neste exemplo de diálogo que aqui transcrevo, não procuro de novo refletir sobre tal assunto. O que me levou a transcrever este diálogo prende-se com o facto de querer apresentar um/a estudante de nível secundário que, desenvolveu a sua própria consciência de que, estuda pouco quando está sozinho/a e obtém poucos resultados com esse estudo, percebendo também que as Explicações individuais se tornam um apoio fundamental para melhorar a sua qualidade de estudo e os resultados escolares.

Pretendo, assim, sublinhar que os estudantes, o mais cedo possível, devem reconhecer as suas capacidades em organizar e elaborar métodos de estudo, desenvolvendo, também, a consciência clara das suas limitações. Isso irá permitir-lhes perceber quando devem solicitar apoio e procurar ajuda.

Esta ajuda pode ser facultada através das Explicações, através de um colega de escola, ou mesmo com o professor da disciplina. Isto porque, saber reconhecer as dificuldades será o primeiro passo para as ultrapassar. São vários os casos de estudantes que olham o seu fracasso escolar sem entender quais as suas efetivas falhas.  

motivacao-para-estudar.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 10:58

07
Dez 17

Hoje aqui fica, como sugestão, dez regras muito simples, para quem pretende ser um bom estudante. São regras fáceis de cumprir, basta alguma dedicação e motivação… no entanto, poderão ser de grande ajuda se forem seguidas todos os dias, ao longo do ano letivo:

 

  1. Levanta-te cedo: para evitar atrasos e correrias em stress, logo pela manhã;
  2. Toma um bom pequeno almoço: para te deixar bem disposto e com força para o dia que começa;
  3. Mantem-te atento nas aulas: estar atento e perceber a matéria é o começo para obter bons resultados nos testes;
  4. Respeita professores e colegas: para teres um ambiente agradável e de boas relações humanas;
  5. Faz amizades: ajudam-te a estudar e a divertir… cada coisa no seu devido tempo;
  6. Não tenhas vergonha: de tirar dúvidas e de pedir ajuda sempre que for necessário;
  7. Mantém livros e cadernos organizados: para quando precisares deles sejam excelentes ferramentas;
  8. Não te deites sem estudar: faz sempre os trabalhos de casa e estuda um pouco as novas matérias diariamente;
  9. Estuda com método: organiza bem o estudo e encontra a tua melhor forma de estudar;
  10. Aprende sempre: aproveita todas as oportunidades para descobrir, conhecer, experimentar… lê livros, vê TV, pesquisa na Net… sempre com o objetivo de aumentar os teus conhecimentos…

 

Bons Estudos!!!!

 

bom_aluno.jpeg

 

publicado por Maribel Maia às 10:43

13
Nov 17

Chegados ao final dos Períodos, os estudantes deparam-se com solicitações dos professores, das quais pouco estão habituados, as Apresentações Orais. Estas, normalmente surge após a realização de um trabalho escolar, em grupo ou individual e apoiam na avaliação dos alunos.

Assim sendo, aqui ficam algumas sugestões para que cada estudante possa melhorar a sua apresentação oral:

  • Procurem não realizar uma apresentação apenas lendo um texto escrito, torna-se monótono e demonstra a falta de à vontade com o tema;
  • Utilizem formas de motivação visual, sejam filmes, PowerPoint’s, ou objetos…
  • Dominem bem o tema para não ficaram sem palavras;
  • Contabilizem o tempo de apresentação, para se manterem no tempo exigido, (nem a mais nem a menos);
  • Mantenham uma postura corporal e vocal adequada, colocando a voz para que todos ouçam;

 

Para todas estas sugestões é necessário ter em linha de conta que, apresentar um trabalho individualmente é bem diferente de uma apresentação coletiva, sendo que, se for coletiva é necessário que todo o grupo participe, seja conhecedor de todo o trabalho e estejam bem delimitados os tempo de cada um, para todos terem as mesmas oportunidades.

podeserfinal.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 10:47

12
Jun 17

Existem os livros escolares que trazem as soluções, os que não trazem soluções e existem os pais que retiram as soluções e os que as deixam permanecer nos livros e cadernos de atividades… existem os professores que as mandam retirar e os que afirmam que estão erradas...
Não quero, aqui julgar qual o caminho mais correto, nem realizar críticas a editoras ou a pais… gostaria de deixar apenas a minha opinião sobre estas folhinhas que se encontram no fim de cada livro escolar e que os estudantes procuram, nem que seja para saber se estão lá e se poderão recorrer a elas mais tarde!
Assim sendo, na minha opinião, as soluções não devem ser retiradas e é até importante que os estudantes aprendam a utiliza-las, porque se, por exemplo, no final de um exercício de matemática ele está com dúvidas se o resultado está correto, deve consultar as soluções e rever os cálculos se efetivamente o resultado está diferente nas soluções. Contudo, é necessário perceber que, em alguns casos existe mais do que uma solução correta e portanto, sempre que se recorrem às soluções deve-se apenas refletir sobre o que se respondeu e não simplesmente corrigir, até porque algumas soluções podem ter um ou outro erro.
Para os estudantes que gostam de ‘fazer batota’ e copiar tudo o que está nas soluções, sempre que surgem trabalhos de casa, para o Educador/Explicador/Pais, torna-se bastante fácil perceber que esta foi a estratégia utilizada, porque nenhuma resposta está errada, ou diferente, porque se voltarem a pedir para responder facilmente erram a resposta, se este caso foi detetado basta voltarem a refazer o TPC, sem recurso a tal e portanto com a supervisão deste educador.
E vocês, como tratam as soluções dos cadernos escolares???

 

publicado por Maribel Maia às 11:46

22
Mai 17

Os apontamentos são objeto de desejo entre os estudantes, conhecemos os que tiram bons apontamentos e que todos pedem cópias e aqueles em que pouco ou nada se percebe do que foi escrito.
Esta técnica parece, portanto, muito próxima da arte de bem escrever, organizar e sintetizar e que auxilia, em muito, o processo de estudo.
Para quem deseja aperfeiçoar esta técnica, ao longo desta semana, todos os dias, irei deixar algumas dicas que poderão direcionar este saber:

  • Apontamentos das Aulas
  • Apontamentos de uma obra literária
  • Apontamentos do manual escolar
  • Apontamentos em pesquisas

Venham visitar o Blogue e ler mais sobre este assunto! 

apontamentos1.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 11:55

17
Mai 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:
«Eu: Agora tens de estudar mais a matéria…
Estudante: _Eu tenho uma forma muito específica de estudar.. se calhar nem é das melhores mas só me corre bem assim…. é fazer muitos e muitos exercícios, se eu ler ou fizer resumos, a matéria não me entra…
Eu: _ Não se trata dos melhores métodos… deves é procurar aquele que se adapta a ti e que tiras melhores resultados!»

Por vezes os estudantes não encontram os métodos mais eficazes para estudar para os testes. Antes de referir algumas orientações, gostaria de sublinhar que cada indivíduo deve encontrar a formula que mais resultados lhes traz e, com o tempo aperfeiçoar mais as técnicas.
Assim sendo, realizarei algumas propostas, que devem ser testadas, percebendo quais as mais produtivas:
Resumos: devem ser realizados pelas próprias palavras, copiar as partes mais importantes do livro, não é suficiente, é preciso reescrever de forma simples e completa toda a informação mais importante;
Ler a matéria: deve ser realizado apenas no início do estudo, para lembrar a matéria e entender alguma parte menos esclarecida. Uma nova leitura pode ser realizada no dia anterior ao teste, como forma de organização mental;
Resolução de exercícios: depois da matéria entendida, a resolução de vários exercícios concretos, desenvolvem dúvidas a ser retiradas e demonstram se o conhecimento foi, ou não, adquirido corretamente;
Uso da oralidade: explicar para alguém, ou para si mesmo, a matéria adquirida exige grande capacidade de memorização e organização mental, que muito pode auxiliar o estudo;
Retirar dúvidas: recorrer a um Explicador, ao Professor ou ao Encarregado de Educação, para retirar algumas dúvidas antes do teste, pode também ser produtivo, se o estudante já realizou um estudo autónomo e apontou, de forma muito definida, as suas dúvidas para serem posteriormente colocadas;
Apontamentos: alguns estudantes optam por realizar resumos semanais das aulas, que serão de grande apoio no estudo para o teste, já que, quando se tem apontamentos corretos e completos torna-se facilitador de estudo, contudo, nem sempre pedir apontamentos emprestados funciona, já que quem os escreve tem especificidades únicas em resumir informação;
Seja qual for o método, é importante lembrar que nada funciona, se o estudo se confinar ao dia anterior ao teste, ou se não existir atenção às aulas.

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publicado por Maribel Maia às 11:13

08
Mai 17

Será que o estudante lá de casa está a estudar corretamente? Já se questionou se o tempo de estudo é efetivamente produtivo, ou se os método serão o mais eficazes?
Hoje, de forma simples proponho, algumas dicas daquilo que não se deve fazer quando se estuda. Sendo que, algumas atitudes poderão prejudica definitivamente a concentração e transformar o momento em algo pouco produtivo.
Quando se estuda:
1. Não se pode ter equipamentos ligados que interfiram na concentração, são eles os telemóveis, os tablets ou a TV.
2. Não se pode estudar com pessoas próximas a conversarem, a fazerem barulhos, ou a brincarem, pois diminui em muitos os níveis de concentração.
3. Não se pode tentar estudar doente, com muito sono ou com fome, nada vai ser memorizado.
4. Não se pode estudar à pressa, para ir brincar, para ir jogar ou ver TV. Nesse momento já só se pensa no que se vai fazer a seguir.
5. Não se deve deixar o estudo para o final do dia, protelando até ao último minuto, é necessário desenvolver o gosto pelo momento da descoberta e do conhecimento.
6. Não se estuda apenas quando é necessário, estuda-se diariamente e sempre com a mesma dedicação.
7. Fazer os trabalhos de casa não é o suficiente para estudar e compreender a matéria dada.

 

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publicado por Maribel Maia às 11:59

04
Mai 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:
«Eu: É para escreveres os dias da semana em Inglês.
Estudante: Mas eu não sei!
Eu: Claro que sabes, aprendeste isso no período passado!
Estudante: Já não me lembro…»

Quantas e quantas vezes os estudantes nos respondem prontamente: ‘eu ainda não dei isso…’, para esta resposta deve imperar o completo ceticismo. Na verdade, a matéria pode ter sido lecionada e até estudada para o teste anterior, contudo, na semana seguinte já foi totalmente esquecida, como se já não fosse conhecimento importante ou necessário.
Hoje em dia, muitos estudantes pensam desta forma: ‘essa matéria já foi dada, já não preciso de saber porque não vai sair no teste’… eu não concordo, totalmente, com esta reflexão. Praticamente todas as disciplinas utilizam a construção de saberes como sendo patamares de conhecimento que se apoiam mutuamente para evoluírem.
Posso deixar alguns exemplos concretos: como se consegue evoluir na aprendizagem de uma língua estrangeira, estando constantemente a esquecer vocabulário e regras gramaticais? Se o estudante não compreendeu as regras básicas de cálculos de frações, no 5ºano, como poderá evoluir para cálculos mais complexos?
Considero que esta mudança de perspetiva sobre oc conteúdos curriculares e os conhecimentos adquiridos deve ser alterada, olhando-se para eles como informação permanentemente útil, que desencadeará um caminho para novos saberes.

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publicado por Maribel Maia às 15:04

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