Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

09
Jun 16

Em Portugal apresentar negativas, no final do ano letivo, às disciplinas de Português, Matemática e outra, aponta para uma retenção escolar!

 

Na minha opinião, repetir o ano, nem sempre será sinónimo de sucesso escolar garantido no ano(s) seguinte(s).

Eu concordo que, um estudante que apresente dificuldades em várias disciplinas, que levem à retenção escolar, deve ser acompanhado num apoio ao estudo, paralelo à escola, onde se desenvolva planos de estudo adequados à necessidades apresentadas, de preferência de forma individualizada.

Para além disso, a vontade de melhorar resultados deve estar, também, muito presente e consciente no estudante, portanto os encarregados de educação devem conversar e discutir esta situação com a criança ou jovem, de forma a construir uma consciência positiva, relativamente à escola e ao conhecimento académico.

Para além disso, nas férias escolares de verão, devem-se já incutir objetivos de estudo, não como castigo, mas sim como motivação e interesse na autossuperação. Nesse sentido, não serão necessárias muitas horas de estudo diárias, basta uma hora diária a cada disciplina, por semana, desde que, o estudo seja realizado com altos níveis de concentração e empenho. Este estudo pode ser realizado autonomamente ou acompanhado, de acordo com as necessidades apresentadas.

Finalmente, lembrar que, um estudante retido é um estudante que necessita de um apoio especial, por parte de toda a comunidade educativa.

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publicado por Maribel Maia às 15:20

27
Jan 16

Etapa 1: Incentivar ao estudo

Etapa 2: Promover momentos

Etapa 3: Visitas culturais.

 

Muitas vezes, com receio de que os estudantes não valorizem outras disciplinas, não incentivamos tanto o ensino das Artes, as lecionadas na escola são a Música e as Artes Plásticas, contudo se ouvirmos os especialistas em áreas neurológicas, estes defendem o quanto se torna complexo e imprescindível para o cérebro desenvolver competências nestas áreas, já que estimulam várias zonas do cérebro em simultâneo.

Por esta razão, e porque não são disciplinas menores, o incentivo ao estudo deve permanecer sempre, a conquista das boas avaliações deve ser um objetivo também nestas disciplinas. Em casa, a promoção de momentos de criatividade e de imaginação partilhados em família e/ou com amigos, deve também ser uma constante, certamente irão passar momentos alegres e divertidos e, em simultâneo, estão a desenvolver competências importantes em quem cresce.

E por fim, sempre adaptado às capacidades financeiras de cada um, assistir a momentos culturais, todos eles são uma Expressão Artística, digna de ser contemplada, refletida e discutida. 

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publicado por Maribel Maia às 14:35

22
Jan 16

Etapa 1: estudo ininterrupto,

Etapa 2: memorizar regras,

Etapa 3: realizar exercícios e problemas.

 

A especificidade da Matemática prende-se, principalmente, com o facto de que esta depois de aprendida não mais deve ser esquecida, porque perdendo-se conhecimentos bases, em anos letivos anteriores, depois torna-se cada vez mais difícil voltar a encontrar a linha condutora do conhecimento. Neste sentido o primeiro passo deverá ser o estudo diário e até mesmo em tempo de férias.

Deve-se ter especial atenção a todas as regras que vão sendo adquiridas ao longo do ano letivo, esquecendo qualquer uma delas implica um erro de raciocínio que coloca em causa resultados verdadeiros. Portanto os estudantes devem ter nos seus apontamentos as regras de forma destacada, até serem devidamente memorizadas.

Para o dia a dia impõe-se fazer muitos e muitos exercícios, podem até ser os mesmos das aulas, realizados individualmente para se certificarem que não existem dúvidas. Finalmente, é obrigatório estarem atentos à correta interpretação dos problemas matemáticos, pois estes são ‘um problema’ para os estudantes.

 

Na próxima semana continuarei com mais disciplinas... venha visitar!

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publicado por Maribel Maia às 11:20

18
Jan 16

De forma geral todos sabemos como estudar para as disciplinas escolares e como orientar nesse estudo. Contudo, cada área/disciplina implica saberes específicos, capacidades singulares, portanto, podemos associar determinados métodos de estudo de uma disciplina que não associamos a outras, sendo que algumas estratégias tornam-se mais adequadas quando utilizadas em disciplinas específicas. Por estas razões, nos próximos nove dias (apenas de segunda a sexta) irei deixar aqui estratégias de estudo para cada disciplina, em particular, centrando-me nas disciplinas de 2º e 3º ciclo, embora estes sejam saberes escolares transversais.

 A cada dia corresponderá uma área de conhecimento (disciplina) ao qual associarei três estratégias de estudo (Etapas) e que poderão ajudar a obter melhores resultados escolares.

Amanhã publicarei o Dia 1: Como estudar  Geografia?

Venham espreitar…

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publicado por Maribel Maia às 14:42

07
Jan 15

Quando pensamos na aprendizagem de línguas na escola, pensamos em duas ou mais disciplinas: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão…

Mesmo em adultos, muitos são aqueles que se confrontam com a necessidade de desenvolver melhor estas competências!

De forma simples e sistematizada, apresento aqui alguns desafios que poderão ser potenciadores de melhoria de aprendizagem:

  • o início da aprendizagem é crucial: se as bases não estiverem bem consolidadas não se poderá avançar. É imprescindível a aquisição dos saberes iniciais de gramática, da construção das primeiras frases e um estudo da pronúncia/leitura;
  • Criar uma lista de vocabulário recentemente aprendido e respetiva tradução, que se venha a atualizar e estudar constantemente;
  • Ler muito! Na Língua materna é realmente imprescindível uma leitura frequente de livros, jornais, revistas, etc… o incentivo à leitura pode e deve ser iniciado já no 1ºciclo;
  • Conversar, argumentar, discutir, na Língua que se pretende desenvolver, aumenta o vocabulário, a rapidez de raciocínio e faculta uma melhor pronúncia;
  • Realizar um estudo de gramática constante: verbos, construção de frases, etc.;
  • Utilizar o dicionário com frequência e assertividade;
  • Ouvir música, ver filmes, exercitando a tradução;

Por fim, e para os que podem: viajar! O confronto direto com uma necessidade de comunicação obriga ao desenvolvimento desta competência de forma mais célere.  

publicado por Maribel Maia às 17:13

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