Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

13
Nov 17

Chegados ao final dos Períodos, os estudantes deparam-se com solicitações dos professores, das quais pouco estão habituados, as Apresentações Orais. Estas, normalmente surge após a realização de um trabalho escolar, em grupo ou individual e apoiam na avaliação dos alunos.

Assim sendo, aqui ficam algumas sugestões para que cada estudante possa melhorar a sua apresentação oral:

  • Procurem não realizar uma apresentação apenas lendo um texto escrito, torna-se monótono e demonstra a falta de à vontade com o tema;
  • Utilizem formas de motivação visual, sejam filmes, PowerPoint’s, ou objetos…
  • Dominem bem o tema para não ficaram sem palavras;
  • Contabilizem o tempo de apresentação, para se manterem no tempo exigido, (nem a mais nem a menos);
  • Mantenham uma postura corporal e vocal adequada, colocando a voz para que todos ouçam;

 

Para todas estas sugestões é necessário ter em linha de conta que, apresentar um trabalho individualmente é bem diferente de uma apresentação coletiva, sendo que, se for coletiva é necessário que todo o grupo participe, seja conhecedor de todo o trabalho e estejam bem delimitados os tempo de cada um, para todos terem as mesmas oportunidades.

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publicado por Maribel Maia às 10:47

23
Out 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

«Estudante: _ Em Filosofia as respostas estão sempre incompletas…

Eu: _ É verdade, mas existem umas mais completas do que outras, mesmo assim!

Estudante: _ Mas eu não gosto de escrever muito, por isso é que sou de Ciências!»

 

Em qualquer ano escolar é possível encontrar estudantes que apresentem dificuldade em escrever respostas completas e que exijam mais complexidade, que não organizam a resposta de forma coerente e estruturada, que tenham dificuldades em desenvolver corretamente e de forma justificada as reflexões exigidas nas questões.

Esta contrariedade na escrita só se ultrapassa com o treino e o esforço contínuo de leitura e escrita. Assim sendo, ler, escrever, fazer resumos, construir esquemas, no dia a dia e para cada teste, ajudará a ultrapassar tais situações.

Para além disso sugiro também:

 

  • Ter a matéria muito bem estudada;
  • Explicar todos os conceitos da pergunta;
  • Seguir a regra de resposta: introdução, três pontos principais e conclusão;
  • Os textos de apoio às perguntas devem sempre ser incluídos e citados nas respostas;
  • Em folha de rascunho, esquematizar tudo o que deve ser escrito;
  • Reler cuidadosamente após a conclusão do teste.

 

É importante lembrar também que, existem disciplinas que exigem maior capacidade de desenvolvimento da escrita do que outras, como por exemplo a Filosofia ou a História…

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publicado por Maribel Maia às 10:53

09
Out 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de ensino básico:

«_ Estudante: Eu até ao 4º ano não precisava de estudar, ouvia as aulas e pronto, já sabia tudo…

_Eu: Pois, mas com o passar dos anos isso tem de ir mudando!

_Estudante: É, agora já não chega, é preciso estudar para os testes, mesmo…»

 

Certo é que, com turmas de, aproximadamente, trinta alunos, deverá ser mais difícil organizar uma aula que ofereça a atenção e concentração suficientes para que, cada estudante esteja continuamente atento à matéria lecionada, compreendendo tudo o que, ali, foi explicado.

Contudo, assumo que, manter uma elevada atenção nas aulas é passo enorme para o sucesso escolar, seja no primeiro ciclo, como em qualquer nível de ensino.

Estar atento às aulas é facilitar vários aspetos de aprendizagem:

  1. Constroem-se bases de estudo para dar continuidade com estudo autónomo;
  2. Reconhecesse o fio condutor da matéria;
  3. Memorizam-se os exemplos facultados pelo professor;
  4. Ouvem-se as dúvidas próprias e dos colegas;
  5. Confrontam-se ideias e reflexões…

 

Neste sentido, torna-se necessário assumir que o esforço de concentração e empenho na sala de aula irá compensar nos resultados escolares, quer nas fichas de avaliação como também na avaliação contínua realizada pelo professor.

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publicado por Maribel Maia às 10:17

01
Set 17

Para alguns estudantes, o começo do novo ano letivo pode ser o repetir do mesmo ano de escolaridade, por não ter revelado, no ano anterior, o aproveitamento necessário à conclusão do ano.

No entanto, embora as causas da retenção possam ser diversas, repetir o ano escolar, não significa, por si, mais facilidades.

 Assim, para os que têm este ano esse desafio, cá ficam algumas propostas de trabalho, para começar já no início de ano:

  • Procure ajuda profissional, para acompanhamento ao longo de todo o ano letivo, Explicador, Psicólogo, etc., de acordo com as necessidades encontradas no ano anterior;
  • Crie novas rotinas de estudo, mais adaptadas ao estudante e mais rigorosas;
  • Compre livros de apoio ao estudo, das disciplinas em que existam mais dificuldades, estes devem ter fichas e exercícios propostos, com as devidas soluções;
  •  Inclua no material dicionários, gramáticas e livros do Plano Nacional de Leitura;
  • Defina uma tarde ou uma manhã do fim de semana como momentos de rever matérias com maior dificuldade;
  • A motivação e o desejo de evoluir devem estar sempre presentes;

 

Mesmo para os estudantes de secundário que optam por fazer um ano letivo de melhoria, às disciplinas com notas mais baixas, o empenho e dedicação deve começar já em Setembro!

 

Algumas propostas que gostariam de acrescentar?

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publicado por Maribel Maia às 10:50

17
Ago 17

Porque existem muitas formas de educação que se devem transmitir de forma transversal, seja em dias de escola ou em dias de férias, hoje, em vez de escrever um texto sobre Saber Ser, deixo-vos uma imagem que retirei da internet, mas que considero serem excelentes dicas de educação para a igualdade e para o respeito!

Partilho convosco:

Igualdade-2.png

 

publicado por Maribel Maia às 11:22

06
Jun 17

Procurando responder às propostas dos leitores, hoje venho escrever um artigo sobre mais uma solicitação, vinda pelo Blogue:
‘Como motivar os filhos ao estudo?’
Pois bem, todos os estudantes passam por estes momentos… outros há que, raramente, saem destes momentos… No entanto, estamos a chegar ao final do ano e a maioria já está desmotivada pelo cansaço acumulado de tantos testes, fichas e trabalhos. Para esses, que se esforçaram o ano letivo todo, basta o merecido descanso para carregar energias e vontades.
Para aquelas crianças e jovens que, constantemente, andam desmotivados o incentivo tem de ser constante e começar desde os primeiros dias de aulas.
Antes de apresentar uns conselhos, lembro que cada caso e cada criança é especial, ao tentarmos motivar, começamos a perceber qual é a formula que melhor se adapta à personalidade e à motivação intrínseca, portanto, uma atenção especial e sensibilidade sobre o assunto vai ajudar.
Para além disso, poderei acrescentar mais algumas dicas:
 Nem sempre os castigos ou incentivos materiais funcionam, o melhor é que eles reconheçam os sentimentos sinceros dos pais quando surgem as boas e as más notas;
 Mostrar elevado interesse na vida do estudante na escola, seja dentro ou fora da sala de aula, recorrendo sempre às reuniões com o Diretor de Turma;
 Este interesse e monitorização deve ser realizado, de igual forma, por ambos os pais e não apenas por um deles;
 Mostrar de forma concreta a importância da escolaridade para obtenção de um emprego melhor;
 Incentivar quando aparecem as dificuldades e procurar apoio extraescolar sempre que necessário;
 Relembrar as suas capacidades para o estudo procurando melhorar a autoestima;
 Tenha mais tempo para se dedicarem juntos, ao estudo;
 Solicite que lhe explique a matéria;
 Reveja com ele os erros do teste, de forma calma e atenta;
 Procure baixar os níveis de ansiedade em dias de avaliações, com um ambiente calmo e descontraído;

Antes de finalizar gostaria de referir que, por vezes, a falta de autoestima é a grande resposta ao desinteresse e falta de motivação, por terem receio da desilusão. Sendo que, em casos específicos pode ser necessário a intervenção de um profissional especializado.
E por aí, que atitudes motivacionais funcionam melhor com os vossos filhos?

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publicado por Maribel Maia às 11:54

22
Mai 17

Os apontamentos são objeto de desejo entre os estudantes, conhecemos os que tiram bons apontamentos e que todos pedem cópias e aqueles em que pouco ou nada se percebe do que foi escrito.
Esta técnica parece, portanto, muito próxima da arte de bem escrever, organizar e sintetizar e que auxilia, em muito, o processo de estudo.
Para quem deseja aperfeiçoar esta técnica, ao longo desta semana, todos os dias, irei deixar algumas dicas que poderão direcionar este saber:

  • Apontamentos das Aulas
  • Apontamentos de uma obra literária
  • Apontamentos do manual escolar
  • Apontamentos em pesquisas

Venham visitar o Blogue e ler mais sobre este assunto! 

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publicado por Maribel Maia às 11:55

17
Mai 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:
«Eu: Agora tens de estudar mais a matéria…
Estudante: _Eu tenho uma forma muito específica de estudar.. se calhar nem é das melhores mas só me corre bem assim…. é fazer muitos e muitos exercícios, se eu ler ou fizer resumos, a matéria não me entra…
Eu: _ Não se trata dos melhores métodos… deves é procurar aquele que se adapta a ti e que tiras melhores resultados!»

Por vezes os estudantes não encontram os métodos mais eficazes para estudar para os testes. Antes de referir algumas orientações, gostaria de sublinhar que cada indivíduo deve encontrar a formula que mais resultados lhes traz e, com o tempo aperfeiçoar mais as técnicas.
Assim sendo, realizarei algumas propostas, que devem ser testadas, percebendo quais as mais produtivas:
Resumos: devem ser realizados pelas próprias palavras, copiar as partes mais importantes do livro, não é suficiente, é preciso reescrever de forma simples e completa toda a informação mais importante;
Ler a matéria: deve ser realizado apenas no início do estudo, para lembrar a matéria e entender alguma parte menos esclarecida. Uma nova leitura pode ser realizada no dia anterior ao teste, como forma de organização mental;
Resolução de exercícios: depois da matéria entendida, a resolução de vários exercícios concretos, desenvolvem dúvidas a ser retiradas e demonstram se o conhecimento foi, ou não, adquirido corretamente;
Uso da oralidade: explicar para alguém, ou para si mesmo, a matéria adquirida exige grande capacidade de memorização e organização mental, que muito pode auxiliar o estudo;
Retirar dúvidas: recorrer a um Explicador, ao Professor ou ao Encarregado de Educação, para retirar algumas dúvidas antes do teste, pode também ser produtivo, se o estudante já realizou um estudo autónomo e apontou, de forma muito definida, as suas dúvidas para serem posteriormente colocadas;
Apontamentos: alguns estudantes optam por realizar resumos semanais das aulas, que serão de grande apoio no estudo para o teste, já que, quando se tem apontamentos corretos e completos torna-se facilitador de estudo, contudo, nem sempre pedir apontamentos emprestados funciona, já que quem os escreve tem especificidades únicas em resumir informação;
Seja qual for o método, é importante lembrar que nada funciona, se o estudo se confinar ao dia anterior ao teste, ou se não existir atenção às aulas.

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publicado por Maribel Maia às 11:13

20
Abr 17

Quantas vezes, enquanto encarregado/a de educação ponderou bastante se estaria a tomar a atitude correta para com o estudante? Quantos momentos ponderou sobre tomadas de decisão, refletindo no melhor para a educação da criança/jovem???… Tantos são os momentos e os lugares em que as decisões nos afligem, enquanto mães, pais, avós, educadores, tios, amigos, etc…
Hoje, apresento algumas indicações daquilo que não deve fazer/dizer aos pequenos… são apenas orientações, as quais podem questionar, refletir e ponderar:

1. Não diga mentiras
2. Não diga sim depois do não
3. Não deixe de cumprir promessas
4. Não tenha discussões de adultos na frente dele
5. Não diga que ele não consegue
6. Não critique o trabalho dos professores
7. Não permita nenhuma forma de violência
8. Não o ignore
9. Não esconda sentimentos
10. Não exija demais

Tenho a certeza de que, depois de ter lido estas dez propostas algumas mais ocorrerão na sua mente, portanto peço, ao leitor, que as partilhe connosco através dos comentários, estará certamente a ajudarnos a todos - educadores!

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publicado por Maribel Maia às 15:05

06
Mar 17

Na escola podemos cruzar-nos com estudantes que se preocupam apenas em obter resultados positivos, de forma a conseguirem passar de ano letivo… muitos sentem-se pouco capazes de serem alunos de avaliações muito altas, outros assumem não se querem dedicar ao estudo, nem por gosto nem por vontade. Contudo esta perspetiva pode e deve mudar, basta que cada estudante desenvolva a consciência da importância do conhecimento para o seu próprio futuro e seja estimulado para o desejo de saber mais e de descobrir.

Sem dúvida que as notas escolares são resultado, principalmente, das vontades, desejos e ambições da cada um, só depois surgem as capacidades mais ou menos inatas de cada criança/jovem, sendo que essas também podem ser desenvolvidas e aprimoradas.

A todos os estudantes que desejam obter resultados muito bons nas suas avaliações académicas, aqui ficam umas dicas:

  • Liga-te: procura manter-te atento nas aulas o tempo todo, realizando os apontamentos e as anotações da matéria que consideres necessária;
  • Procura ajuda: estuda sozinho e estuda acompanhado, ou seja, faz um estudo diário próprio, com leituras, resumos, exercícios e, pelo menos, uma vez por semana procura alguém que te possa apoiar nas dúvidas surgidas e noutras propostas de trabalho;
  • Começa cedo: para cada teste ou ficha de avaliação começa um estudo específico uma semana antes;
  • Conhece-te melhor: procura o melhor lugar e as horas em que mais te concentras no estudo;
  • Organiza-te: um caderno de apontamentos, uma agenda, uma tabela, tudo ajuda para que nem uma data passe despercebida, para que nem um TPC seja esquecido;
  • Participa: seja nas aulas, seja nos clubes escolares, seja em desporto, participa com empenho e dedicação;
  • Não esperes: não é no terceiro período que vais tentar recuperar vários meses de preguiça, o primeiro dia de aulas é, já, o primeiro grande desafio.
  • Não desligues: durante as férias aproveita para recuperar matérias pouco entendidas e estuda, pelo menos, uma hora por dia, para te tornares ainda melhor.

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publicado por Maribel Maia às 10:47

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