Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

01
Fev 18

Algumas crianças nos primeiros anos de escola demonstram algumas situações específicas que poderão implicar, negativamente, no seu desenvolvimento pessoal e social. Para colmatar algumas dessas situações existem os especialistas Terapeutas da Fala, estes profissionais apoiam na prevenção, avaliação e intervenção de perturbações da comunicação e deglutição de crianças, jovens e/ou adultos, ou seja, na compreensão e expressão da oralidade e da escrita.

 

De forma concreta, a Terapia da Fala intervém:

  • Fala (articulação, fluência, voz e respiração);
  • Linguagem (linguagem oral, escrita, gráfica e gestual – semântica, morfologia, sintaxe, fonologia e pragmática);
  • Comunicação verbal e não-verbal;
  • Consciência fonológica (pré-literacia);
  • Deglutição e alimentação;
  • Motricidade;
  • Sensibilidade muscular.

 

A intervenção pode ser necessária em variados casos, contudo aqui ficam algumas patologias que apresentam, por vezes, necessidade deste apoio terapêutico:

  • Patologia vocal (nódulos, pólipos, edema de Reinke,…);
  • Síndromes (Down, Fetal alcoólico, Duchenne, Rett, Distrofia Miotónica Congénita, Prader-Willi, ...);
  • Doenças Neurológicas (Parkinson, Alzheimer, Wilson, Epilepsia, ...);
  • Patologia auditiva, neuromotora e mental;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Traumatismo Crânio Encefálico (TCE);
  • Perturbações do Espectro Autista;
  • Hiperatividade e Défice de Atenção;

 

Estes profissionais trabalham em complemento com outros profissionais educativos e de saúde, de forma a que um trabalho coletivo apresente resultados positivos e desejados.

Se é educador e considera que o seu educando precisa do apoio destes profissionais contacte uma clinica que ofereça esta especialidade que lhe proporá uma rastreio avaliativo, retirando-lhes as suas dúvidas e anseios, numa orientação fundamentada.

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publicado por Maribel Maia às 10:46

15
Jan 18

Em poucos anos a palavra tornou-se muito (re)conhecida, embora o seu conceito já existisse há longos anos, agora está a tornar-se mote de mais reflexão e sensibilização. A palavra Bullying significa agressões físicas ou verbais, realizadas de forma intencional e repetitiva, por um ou vários estudantes contra um ou vários colegas de escola.

Viver esta má experiência preocupa pais, educadores e estudantes, já que pode acarretar problemas físicos e/ou psicológicos difíceis de superar em qualquer criança ou jovem.

Devido às várias funções que desempenhei na área da Educação, contactei com estudantes e encarregados de educação em grande aflição e ansiedade por estarem a viver uma situação destas. Não quero, de forma alguma referir nenhum destes casos concretos, quero apenas alertar para esta realidade atual, deixando, por aqui, mais algumas informações e orientações sobre o tema. 

 

Quando os encarregados de educação são confrontados com uma suspeita de Bullying deve atentar às seguintes situações:

 

  • Não desvalorize os acontecimentos e sentimentos do estudante;
  • Incentive-o a contar toda a vivência, sem medo nem vergonha;
  • Reforce a autoestima e explique-lhe que não tem culpa do que sucedeu;
  • Aconselhe-se com um psicólogo para possível acompanhamento do estudante, se necessário;
  • Desenvolva, com o estudante, atividades e conversas que lhe aumente a segurança, a confiança e a autoestima.

 

Se a situação exigir uma atitude mais direta e ativa, pode recorrer aos seguintes agentes educativos, de forma a que o ajudem a resolver esta situação:

 

- Diretor de turma, e/ou diretor da escola;

- Auxiliares de ação educativa;

- PSP: Escola Segura;

- Psicólogo;

- Família do agressor;

- Outros encarregados de educação.

 

Esta situação não deve ser escondida, pois possibilita ao agressor mais confiança nas suas atitudes e é isso que também deve incutir no estudante. Para além disso, deve informar todos os educadores que contatam com o estudante, vítima de Bullying, para que estes estejam atentos e auxiliem numa evolução positiva.

Muitas vezes as vitimas de Bulling escondem, de todos, o que está a acontecer, portanto, no Post seguinte irei referir algumas situações em que deve estar atento.

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publicado por Maribel Maia às 11:30

20
Nov 17

A maioria das pessoas reconhece esta comissão (CPCJ) e compreende as suas funções, pelo menos em teoria percebe a sua importância. Eu, enquanto estagiária da licenciatura, acompanhei  uma destas Comissões Portuguesas e valorizo a sua intervenção junto de crianças e jovens.

Por estas e outras razões, hoje decidi lembrar a importância destas Comissões e explicar, de forma muito breve e simples, quais os objetivos e funções desta entidade. Isto porque, nunca é demais perceber que existe uma entidade específica que tem como missão proteger crianças e jovens. Assim sendo:

 

  • O que é a CPCJ?

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em risco existe desde há muitos anos que está legalmente definida no nosso país, contudo, a partir de janeiro de 2001 surge um novo modelo que torna a comunidade parceira do Estado através das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) são, portanto, instituições oficiais não judiciárias com autonomia funcional que visam promover os direitos da criança e do jovem e prevenir ou colocar termo a situações suscetíveis de afetar a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral destas crianças/jovens.

  

  • Como intervém?

A CPCJ intervém sempre com o objetivo de assegurar o interesse superior da criança/jovem, de forma a que lhes sejam garantidos os seus direitos fundamentais. Esta intervenção tem por base a privacidade e o respeito por cada uma destas crianças ou jovens.

 

  • Quem a constitui?

Sempre que o número de habitantes se justifique, no Município podem ser criadas mais do que uma Comissão, podendo ser uma restrita e uma alargada. Nestas Comissões integram-se pessoas das mais variadas áreas de conhecimento e de intervenção, que agem concertadamente, de acordo com os casos concretos.

 

  • Que medidas pode tomar?

Após uma análise e avaliação de cada caso concreto, a CPCJ poderá tomar algumas medidas de promoção e proteção que, embora centradas na criança/jovem, abrangem outras pessoas ou entidades. As medidas poderão passar por:

Apoio junto dos pais;

Apoio junto de outro familiar;

Confiança a pessoa idónea;

Apoio para a autonomia de vida;

Acolhimento familiar;

Acolhimento em instituição;

 

  • Como se pode contactar?

Sempre que um cidadão reconhece que uma criança ou jovem se encontra em situação de risco pode comunicá-lo à CPCJ do Município desta criança/jovem. Para adquirir esses contactos basta recorrer ao seguinte site:  http://www.cnpcjr.pt/, selecionar o distrito e o concelho que pretende e surgirá essa informação.

 

  • O que é uma criança/jovem em risco?

Sempre que uma criança ou jovem viva numa situação que represente um perigo para a sua segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento, apresenta uma situação de risco que deve ser analisada e avaliada pelas autoridades competentes. Designadamente nas seguintes situações:

_ Abandono;

_Maus tratos;

_Ausência de cuidados adequados;

_Trabalho ilegal ou atividades prejudiciais;

_Inexistência de segurança física ou emocional;

_ Privação do Ensino escolar.

 

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publicado por Maribel Maia às 11:08

03
Nov 17

Ser sobredotado significa ter características específicas, contudo, algumas atitudes ou situações podem ser identificadas como alertas para pais e educadores, para assim solicitarem um posterior diagnóstico. Neste sentido, aqui ficam algumas características que poderão ajudar como um alerta primário:

  1. Dorme pouco;
  2.  Precoce na fala
  3. Aprende a ler rapidamente;
  4. Utiliza vocabulário muito elevado para a sua faixa etária;
  5. Aprende o alfabeto e o contar pelos 2 anos;
  6. Realiza perguntas muito exploratórias e coerentes;
  7. Muita criatividade;
  8. Apresenta grande sensibilidade para com os outros;
  9. Questiona sobre moral e justiça;
  10. Extremamente observador;
  11. Espírito crítico elevado;
  12. Elevada capacidade de atenção e concentração;
  13. Vontade de se relacionar com crianças de maior idade;
  14. Baixa auto-estima;
  15. Pouco motivação durante as aulas;
  16. Interesse pela construção de objetos;
  17. Sentem-se por vezes incompreendidos;

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publicado por Maribel Maia às 09:32

01
Nov 17

Como já referi no Post anterior, um estudante Sobredotado deve ser interpretado com alguém com características específicas, diferenciadas e que carece de um apoio escolar diferenciado e assumido na Lei. Desta forma, se surgirem razões para tal, o diagnóstico deve ser solicitado e efetuado, sinalizando-se e definindo-se a orientação necessária, junto de pais e educadores, para a progressão correta da Educação/Aprendizagem.

O diagnóstico deve ser realizado inicialmente por um profissional da área da Psicologia, através da realização de vários testes, dependendo das especificidades, o diagnóstico pode ser continuado através de uma equipa multidisciplinar, composta por um docente especializado, um psicólogo e um técnico de uma área específica de talento.

Contudo, educadores/pais/professores que precisem de um apoio e/ou orientação mais concreta, podem recorrer à Associação Portuguesa das Crianças Sobredotadas(APCS) http://www.apcs.co.pt/.

A importância do real diagnóstico prende-se com o facto de que, por vezes, estes estudantes são olhados como hiperativos, ou com outras perturbações que o condicionam e podem afetar ações direcionadas.

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publicado por Maribel Maia às 09:36

27
Out 17

 

 

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publicado por Maribel Maia às 09:36

25
Out 17

E porque as crianças se esforçam para melhorar, para aprender e para obterem bons resultados, hoje deixo-vos vários incentivos, para um miminho simples, mas muito especial... Basta imprimir, colar nos cadernos, nos livros, deixarem num lugar especial...sempre que eles merecerem aquele carinho e aquela motivação extra!

 

Experimentem! Eles vão adorar!!!

 

Meus Incentivos2018b.jpg

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publicado por Maribel Maia às 11:03

10
Ago 17

Bem verdade que, ter suporte financeiro para uma viagem em família até Paris, para visitar a Disneyland é algo de difícil, nos dias que correm, no entanto, esta viagem permanece nos sonhos de muitas crianças, adolescentes e até adultos… viver, intensamente, um dia repleto de magia e sorrisos.  Assim, se puder concretizar esta viagem de sonho, não hesite… ficará na memória de todos!

Eu, pessoalmente, gostaria muito de visitar o Parque Disney, mas ainda não tive oportunidade… no entanto, conversei com algumas crianças que tiveram essa experiência e os testemunhos são sempre muito positivos, mesmo as crianças que o fizeram ainda bem pequenas, guardam leves recordações… 

Este ano o Parque Disney celebra os seus 25 anos de existência, estando com promoções e ofertas, para saber mais ou ficar maravilhado, basta visitar o site oficial, de onde eu retirei esta pequena informação:

 

«Os sonhos tornam-se realidade no Parque Disneyland®, onde os contos de fadas ganham vida em cinco terras mágicas (Main Street, U.S.A®; Discoveryland®; Fantasyland®; Adventureland® e Frontierland®). Venha descobrir espetáculos incríveis, atrações surpreendentes, desfiles deslumbrantes e encontros inesquecíveis com personagens Disney – com um brilho especial para celebrar o nosso 25º Aniversário.» (in: disneylandparis.pt).

 

E claro, partilhem por cá as vossas experiências!

 

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publicado por Maribel Maia às 11:22

07
Ago 17

Como as férias podem ser momentos de diversão, aquisição de conhecimento e desenvolvimento pessoal e social, as crianças devem estar com a família alargada, estar com amigos e vizinhos, viajar e brincar. Contudo, as formas de aprendizagem não se esgotam aqui, a leitura em tempo de férias pode ser um momento prazeroso e de elevada aquisição de conhecimento e desenvolvimento de capacidades.

Por todas estas razões, incluir momentos de leitura, na rotina dos estudantes em férias é uma necessidade e uma motivação. Mesmo para as crianças que referem, constantemente, que não gostam de ler devem também dedicar-se às leituras, basta escolher o livro certo para cada um e todos gostamos de ler.

Podem optar por comprar alguns livros novos, podem optar por requisitar na biblioteca ou pedir emprestado… tudo vale a pena por um bom livro!

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publicado por Maribel Maia às 13:38

13
Jul 17

Para as crianças e jovens, cozinhar é uma das tarefas domésticas, mas das mais divertidas… já muito pequeninos (3 ou 4 anos) adoram ajudar na cozinha a fazer coisas bastante simples mas motivadoras. Para além disso, quando a dedicação e o trabalho se concretiza em algo delicioso para se comer ou beber, torna-se ainda mais agradável concretizar tal atividade.
Por tudo isso, hoje a sugestão para estas férias são as visitas à cozinha, seja para ajudar na tarefa de cozinhar a refeição (os jovens podem ser encarregues de toda a confeção, sozinhos), seja numa manhã ou tarde de confeção de sobremesas… doces ou salgados!
Se quiserem prolongar esta tarefa para um grau maior de desenvolvimento, podem combinar um lanche, convidando um ou dois amigos, propondo ao estudante que concretize toda a preparação e gestão deste momento, sempre com a supervisão de um adulto.

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publicado por Maribel Maia às 09:15

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