Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

25
Jul 16

Na vida, grandes aprendizagens foram realizadas através do contacto, da experiência e da concretização de ações, mesmo das mais quotidianas.

Hoje, a minha propostas prende-se com isso mesmo, com atitudes que nos fazem crescer, sejamos nós crianças, jovens ou adultos. Assim, aqui ficam as atividades para férias de verão… todas elas podem ser concretizadas por todas as idades:

  • Limpeza da natureza: seja na praia, ou depois de um piquenique na floresta, dedicar algum do nosso tempo a cuidar da nossa natureza é um ato nobre que enriquece quem experimenta;
  • Seleção e entrega de roupa ou brinquedos já não utilizados: cada vez mais o espaço em casa é pouco para podermos guardar objetos que já não valorizamos, contudo se estiverem em bom estado podem fazer outras pessoas felizes (crianças ou adultos) portanto, basta escolher o que já não faz falta, selecionar uma instituição que precise e realizar este gesto grandioso;
  • Criação de um Postal para oferecer a alguém que precise de carinho (avós, ou familiar doente): principalmente as crianças apresentam-se sempre muito sensíveis no momento de apoiar alguém que precisa e alimentar esse gosto por ajudar deve ser uma constante, portanto, em colaboração com todos de casa, podem preparar um Postal com palavras e desenhos para entregar aquando de uma visita a alguém especial, fará bem ao coração de todos;
  • Um dia de super limpeza: quantas vezes encontramos a casa a precisar de arrumação e sem tempo para o fazer. Se a tarefa for dividida por toda a família poderá ser bem mais divertido e de responsabilização mutua. A seleção das tarefas para os estudantes devem ser definidas de acordo com a idade e capacidades individuais. Saber cuidar o que é nosso é também saber valorizar e responsabilizar;
  • A hora do conto: se o estudante já conseguir ler sozinho, poderá ficar responsável por ler um livro ao longo de um a dois dias. Depois, numa hora, perante toda a família, voltará a contar a história por suas próprias palavras e de acordo com a sua própria recreação, vestindo o papel de contador de histórias ou de ator de teatro.

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publicado por Maribel Maia às 15:39

12
Mai 16

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

«_Eu: Para onde vais nas férias?

_ Estudante: Para casa dos meus avós, eles vivem longe, no campo…

_ Eu: E gostas?

_ Estudante: É espetacular… temos piscina, baloiço… podemos fazer o que quisermos…»

 

Escrever sobre educação é também escrever sobre afetos, sobre inteligência emocional, sobre sentimentos compreendidos. Escrever sobre tal tema implica lembrar dos Avós… aqueles que sabem bem educar no afeto, no carinho e no respeito… aqueles que maior alegria não têm, do que, a de que partilhar o seu tempo com o(s) seu(s) neto(s).

Muitas das vezes os pais afirmam que eles mimam em quantidade excessiva, que tudo permitem e que isso pode prejudicar a educação de quem cresce. Em minha simples opinião, permitam-me discordar… para as crianças o papel de avô/avó está bem definido: são quem os mima e são amor pleno e constante… todas as permissões são apenas deles e só podem ser pedidas a eles… é uma relação individualizada… única! E aprende-se tanto: o conceito de tempo, de diferenças geracionais, de tradições, de família…

Os avós sabem contar histórias como mais ninguém, sabem ensinar jogos tradicionais como se fossem prémios valiosos, sabem demonstrar amor como verdade!

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publicado por Maribel Maia às 13:58

22
Out 15

Ser estudante é tratar o livro por tu, o professor por você e o colega por melhor amigo.

É inventar mil e uma desculpas para não ter de ir à escola e no dia seguinte pedir o relato detalhado dos últimos acontecimentos.

É ansiar pelas féria e nas férias ter saudades infinitas dos recreios.

É detestar o material escolar e passar horas e escolhe-lo ao pormenor.

É viver intensamente os quinze minutos de intervalo e pensar neles o dia todo.

É esquecer-se das más notas e das boas notas também.

É ter um diário inteiro para escrever todos os dias, como se a vida mudasse a cada minuto. 

É aprender todos os dias e crescer em cada lágrima e em cada sorriso…

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publicado por Maribel Maia às 14:10

31
Jul 15

Se as crianças pulam de alegria sempre que falamos em passeios e visitas a lugares desconhecidos, isto não significa que o momento é de pura diversão e entretenimento sem que, intrínsecos a ele estejam momentos de aprendizagem, crescimento e desenvolvimento cognitivo e emocional.

Certo é que, tudo isto está dependente de um esforço financeiro familiar que terá de ser pensado e contabilizado… mas, se poder gastar um pouco do seu orçamento familiar em viagens, seja na sua própria região, ou país… ou se consegue mesmo ‘voar’ para outros países, cá está um investimento realizado em Educação e Formação de todos, já que viajar ensina a:

 

  • Conhecer novas culturas e novos costumes;
  • Aceitar a diversidade cultural e racial;
  • Descobrir história e ciência;
  • Capacidade de utilizar novas línguas;
  • Perceber as distâncias emocionais;
  • Promove o convívio social;
  • Aumenta a autoestima;
  • Consciência mais clara de si e do mundo…

 

E tantas outras vantagens que, aproximam a Educação de um caleidoscópio de experiências, aprendizagens e vivencias que promovem o crescer harmonioso e que oferecem ao ser humano a capacidade de se relacionar com o mundo e com os outros de forma livre e responsável.

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publicado por Maribel Maia às 14:05

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