Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

19
Out 17

Quando o estudante inicia o 2º ciclo depara-se com o estudo de uma língua estrangeira, o Inglês. Muitas vezes, esta nova disciplina apresenta consigo novas formas de avaliação, para além das comuns fichas de avaliação, são eles: o “listening”, o “speaking” e os “writing”, muitos professores optam por realizar cada um deles, uma vez por período.

Para quem identifica estas palavras como uma novidade na avaliação escolar, deixo aqui as definições de cada uma delas:

  • Listening: através de umas colunas de som, os estudantes ouvem um texto ou um diálogo na Língua Inglesa. O professor faculta uma ficha que deve ser preenchida com as informações ouvidas, exigindo uma boa capacidade de compreensão oral desta Língua.
  • Speaking: individualmente, ou a pares, o estudante é convidado a conversar com o professor ou apresentar um pequeno trabalho sobre uma tema ou uma imagem, todo este diálogo é realizado em língua Inglesa, podendo-se, assim, avaliar a capacidade de compreensão e expressão oral.
  • Writing: é solicitado ao estudante que escreva uma composição em Inglês sobre um tema proposto, por vezes é facultado opção de escolha entre dois ou três temas. O estudante deve realizar a escrita de forma cuidada, seguindo as regras comuns: introdução, desenvolvimento e conclusão. Estas composições escritas apresentam-se com um limite de palavras que deve ser tido em conta.

 

Cada estudante deve preparar-se para estas formas de avaliação, revendo o vocabulário e as regras gramaticais, podem também ser realizados alguns treinos, de forma a que se sintam mais confiantes e preparados.

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publicado por Maribel Maia às 10:45

17
Mai 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:
«Eu: Agora tens de estudar mais a matéria…
Estudante: _Eu tenho uma forma muito específica de estudar.. se calhar nem é das melhores mas só me corre bem assim…. é fazer muitos e muitos exercícios, se eu ler ou fizer resumos, a matéria não me entra…
Eu: _ Não se trata dos melhores métodos… deves é procurar aquele que se adapta a ti e que tiras melhores resultados!»

Por vezes os estudantes não encontram os métodos mais eficazes para estudar para os testes. Antes de referir algumas orientações, gostaria de sublinhar que cada indivíduo deve encontrar a formula que mais resultados lhes traz e, com o tempo aperfeiçoar mais as técnicas.
Assim sendo, realizarei algumas propostas, que devem ser testadas, percebendo quais as mais produtivas:
Resumos: devem ser realizados pelas próprias palavras, copiar as partes mais importantes do livro, não é suficiente, é preciso reescrever de forma simples e completa toda a informação mais importante;
Ler a matéria: deve ser realizado apenas no início do estudo, para lembrar a matéria e entender alguma parte menos esclarecida. Uma nova leitura pode ser realizada no dia anterior ao teste, como forma de organização mental;
Resolução de exercícios: depois da matéria entendida, a resolução de vários exercícios concretos, desenvolvem dúvidas a ser retiradas e demonstram se o conhecimento foi, ou não, adquirido corretamente;
Uso da oralidade: explicar para alguém, ou para si mesmo, a matéria adquirida exige grande capacidade de memorização e organização mental, que muito pode auxiliar o estudo;
Retirar dúvidas: recorrer a um Explicador, ao Professor ou ao Encarregado de Educação, para retirar algumas dúvidas antes do teste, pode também ser produtivo, se o estudante já realizou um estudo autónomo e apontou, de forma muito definida, as suas dúvidas para serem posteriormente colocadas;
Apontamentos: alguns estudantes optam por realizar resumos semanais das aulas, que serão de grande apoio no estudo para o teste, já que, quando se tem apontamentos corretos e completos torna-se facilitador de estudo, contudo, nem sempre pedir apontamentos emprestados funciona, já que quem os escreve tem especificidades únicas em resumir informação;
Seja qual for o método, é importante lembrar que nada funciona, se o estudo se confinar ao dia anterior ao teste, ou se não existir atenção às aulas.

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publicado por Maribel Maia às 11:13

19
Jan 17

Muitas vezes os estudantes sentem-se defraudados nas suas expetativas quanto às notas dos testes, pois escreveram tudo o que vinha no manual escolar, nas respostas dadas e, mesmo assim, não obtiveram os resultados desejados. Para não correr este risco deve ter-se em conta os seguintes aspetos:

  • Quando a pergunta se refere a um texto, imagem ou gráfico é indispensável menciona-lo na resposta e fundamentar toda a explicação teórica com base neste(s);
  • Legibilidade de escrita, se és daqueles estudantes que, por vezes, não percebes o que escreves, melhora essa escrita, para que tu e os professores a consigam ler;
  • Saber a matéria e não saber explica-la revela que o conhecimento está pouco profundo e na avaliação revelará pouco estudo;
  • Uma boa compreensão da pergunta é fundamental para uma resposta pertinente, deve-se escrever sobre o assunto certo na pergunta adequada, se sentes que não entendeste a pergunta, no momento do teste, pede apoio ao professor;
  • Principalmente em perguntas de desenvolvimento deve ter-se em conta todos os tópicos a responder, para não te esqueceres de todos os pontos faz um esquema na folha de rascunho antes de construir o texto final.
  • Atenção aos erros ortográficos, estes não prejudicam a avaliação apenas na disciplina de Língua Portuguesa.

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publicado por Maribel Maia às 15:20

16
Jan 17

Com já foi referido, os “Trabalhos” escolares fazem parte de uma avaliação contínua, normalmente são solicitados pelo professor a toda a turma, outras vezes, proposto a alguns estudantes de forma a proporcionar oportunidade para melhorem resultados. O contrário também pode ser uma mais valia, ou seja, o próprio estudante, pode propor, ao professor, a realização de um “Trabalho Escrito” como mais uma forma de avaliação.

 Assim sendo torna-se pertinente questionar: quais os aspetos a serem avaliados?

  • Respeito pela estrutura, referida anteriormente, (introdução, desenvolvimento, conclusão, etc…);
  • Rigor na linguagem e na utilização dos conceitos: ao grande tema do ‘Trabalho’ estão associados subtemas e conceitos que devem ser explicados e contextualizados;
  • Capacidade de justificação e fundamentação: boas explicações, justificações, argumentos e provas;
  • Estruturação e organização: respeitando a cronologia dos acontecimentos e/ou o encadeamento de ideias e subtemas;
  • Opinião crítica: manifestar a opinião de forma crítica sobre o tema em discussão/análise;
  • Criatividade: na forma como se cria e desenrola o trabalho, deve estar presente a imaginação e originalidade individual;
  • Capacidade de síntese e de orientação, para que o ‘Trabalho’ não se dissipe e exceda o tema proposto;  
  • Utilização das próprias palavras: nunca copiar na integra parágrafos ou textos e sempre que se realiza uma citação de uma frase referir o autor.

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publicado por Maribel Maia às 11:09

26
Abr 16

Os estudantes de hoje referem, com alguma frequência, que irão ter uma Questão de Aula, em determinadas disciplinas, este é, para muitos, um conceito recente.

Questão de Aula está enquadrado no processo de avaliação contínua e propõe ao aluno que desenvolva uma ou várias questões direcionadas para um único tema, desenvolvido em contexto sala de aula, nas semanas anteriores.

Como pode o estudante preparar-se?

  • Identificar o tema a estudar e procurar assimilar o melhor possível a aprendizagem do tema;
  • Construir resumos e esquemas da matéria e realizar vários exercícios, pode recorrer ao livro de fichas escolar;
  • No processo destes dois primeiros pontos deve expor as dúvidas ao professor/educador que acompanha, de forma a esclarecer e corrigir os exercícios;
  • Por fim, não menosprezar o valor desta avaliação como de, menor importância que um teste, pois as Questões de Aula, para além de terem peso percentual na avaliação final, são motivação de estudo para a matéria do próximo teste.

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publicado por Maribel Maia às 16:06

25
Fev 16

Para os estudantes que convivem com as negativas, ao longo do ano letivo, deixo ainda algumas propostas para pais/educadores que poderão ser suporte de uma melhoria nos resultados escolares:

  • Os pais devem procurar com regularidade o/a Diretor/a de Turma para recolher a informação sobre a situação escolar;
  • A presença constante de um educador aquando da realização dos trabalhos de casa e do processo de estudo, para garantir que o estudo é assente em método e concentração;
  • Recurso a apoio profissional individualizado, a uma ou mais disciplinas, de acordo com as necessidades;
  • Calendarização e orientação nos métodos e regras de estudo em constante supervisão;
  • Reflexão sobre os métodos de estudo e alteração/adaptação a novos métodos;
  • Incentivo constante ao estudo e ao(s) Sentido(s) da escola.
  • Trabalhar em conjunto e em harmonia com os diversos profissionais (psicólogo/ explicadores/ professores/ terapeutas) sempre que estes sejam presentes.

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publicado por Maribel Maia às 14:22

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