Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

19
Jun 17

Já por cá falei da educação não formal como pilar importante para a construção de seres humanos competentes nas mais variadas vertentes da vida. Muitas vezes podemos ter encarregados de educação conscientes e motivados para esta vertente educativa, mas com dificuldade em encontrar lugares de participação ativa com os pequenos estudantes.
Neste sentido, hoje deixo uma proposta muito particular para mim, o Voluntariado, desde jovem que fui assumindo esses papeis sociais enquanto voluntária e assumo a riqueza das experiências e o carinho que guardo de tais momentos… nem sempre fácil, é certo, mas também isso nos ensina a crescer!
Ser voluntário não implica uma idade específica, nem capacidades únicas, basta pensar em como e onde podemos ser úteis… e se as crianças são ainda pequenas para assumirem esse papel sozinhas, porque não alguns elementos da família acompanharem na experiência!?
Hoje, deixo o desafio de pensarem nisto como algo a agendar.
Aqui ficam alguns lugares de sugestão:

- Banco Alimentar;

- Canis/Gatis;

- Escuteiros;

- Limpeza de matas/praias;

- Cruz Vermelha;

- Lares;

- etc...

Já participou? Permite a participação das crianças ou jovens aí de casa?
Gostaria de deixar aqui o testemunho ou sugestão?
Mais uma vez, obrigada por partilhar!

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publicado por Maribel Maia às 10:52

14
Jun 17

Agora que o ano letivo chega ao fim, vale a pena perguntar-vos qual a opinião sobre as férias dos pequenos… e das novas rotinas que elas exigem…

Já aqui referi a importância das férias escolares para os estudantes, a enumerei várias das vantagens que a elas estão associadas. Sobre tal assunto tenho recebido algumas opiniões diferentes sobre a divisão de tais momentos, seja através dos encarregados de educação, ou através de comentários no Blog, muitas pessoas me acenam um desejo de verem o calendário de férias escolares alterado. Algumas das sugestões direcionam paragens maiores em férias de Natal e Páscoa, diminuindo-se nas férias de Verão, em que a maioria concorda serem demasiado extensas.
Não tenho uma opinião demasiado definida sobre este tema, contudo, concordo que as férias de Verão apresentam um período muito longo, o que pode provocar demasiado distanciamento das rotinas escolares e dificuldades para os pais em manterem os filhos ocupados com atividades promotoras de desenvolvimento emocional e intelectual.
Neste sentido as próprias escolas poderiam oferecer novos calendários escolares, adaptados a uma sociedade atual que carece de uma Educação contemplativa do desenvolvimento em várias áreas do Saber, para além das disciplinas atualmente existentes, como por exemplo, o desenvolvimento: das Artes, da Cidadania, da Igualdade, da criatividade… reflexividade…etc.

 

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publicado por Maribel Maia às 14:26

12
Jun 17

Existem os livros escolares que trazem as soluções, os que não trazem soluções e existem os pais que retiram as soluções e os que as deixam permanecer nos livros e cadernos de atividades… existem os professores que as mandam retirar e os que afirmam que estão erradas...
Não quero, aqui julgar qual o caminho mais correto, nem realizar críticas a editoras ou a pais… gostaria de deixar apenas a minha opinião sobre estas folhinhas que se encontram no fim de cada livro escolar e que os estudantes procuram, nem que seja para saber se estão lá e se poderão recorrer a elas mais tarde!
Assim sendo, na minha opinião, as soluções não devem ser retiradas e é até importante que os estudantes aprendam a utiliza-las, porque se, por exemplo, no final de um exercício de matemática ele está com dúvidas se o resultado está correto, deve consultar as soluções e rever os cálculos se efetivamente o resultado está diferente nas soluções. Contudo, é necessário perceber que, em alguns casos existe mais do que uma solução correta e portanto, sempre que se recorrem às soluções deve-se apenas refletir sobre o que se respondeu e não simplesmente corrigir, até porque algumas soluções podem ter um ou outro erro.
Para os estudantes que gostam de ‘fazer batota’ e copiar tudo o que está nas soluções, sempre que surgem trabalhos de casa, para o Educador/Explicador/Pais, torna-se bastante fácil perceber que esta foi a estratégia utilizada, porque nenhuma resposta está errada, ou diferente, porque se voltarem a pedir para responder facilmente erram a resposta, se este caso foi detetado basta voltarem a refazer o TPC, sem recurso a tal e portanto com a supervisão deste educador.
E vocês, como tratam as soluções dos cadernos escolares???

 

publicado por Maribel Maia às 11:46

09
Jun 17

Todos nós sabemos que, se os estudantes pudessem escolher as suas rotinas, ou mesmo os seus momentos de laser, nas rotinas nunca incluiriam a escola e no laser optariam pelos mais variados ecrãs: jogos, facebook, TV…. Enquanto Educóloga cabe-me lembrar a importância da participação efetiva noutros contextos educativos, sejam eles de carater permanente (pertença a grupo(s) organizados, social, religioso, artístico ou desportivo), ou de carater esporádico: Exposições, Encontros, Museus, Workshops, Concertos, Visitas, Viagens… todas estas experiências proporcionam diferentes formas de aprendizagem, desenvolvem outras competências, descobrem vocações e sentidos de vida, tornam os estudantes mais conscientes, críticos e criativos… assim sendo, a Educação que tanto remetemos apenas para o contexto escolar, mostra-se também no seu esplendor em todas as vivências quotidianas das quais não nos devemos privar e nas quais tanto nós aprendemos, descobrimos, conhecemos… e será sempre esta a maior riqueza, a mais bela e a mais poderosa de todas: O Conhecimento, A Educação!

Portanto continue a educar o seu estudante, leve-o à escola… leve-o à Festa… leve-o ao Japão… leve-o a descobrir o mundo e a descobrir-se a si mesmo: como humano, cidadão, responsável, Homem/Mulher….

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publicado por Maribel Maia às 09:44

06
Jun 17

Procurando responder às propostas dos leitores, hoje venho escrever um artigo sobre mais uma solicitação, vinda pelo Blogue:
‘Como motivar os filhos ao estudo?’
Pois bem, todos os estudantes passam por estes momentos… outros há que, raramente, saem destes momentos… No entanto, estamos a chegar ao final do ano e a maioria já está desmotivada pelo cansaço acumulado de tantos testes, fichas e trabalhos. Para esses, que se esforçaram o ano letivo todo, basta o merecido descanso para carregar energias e vontades.
Para aquelas crianças e jovens que, constantemente, andam desmotivados o incentivo tem de ser constante e começar desde os primeiros dias de aulas.
Antes de apresentar uns conselhos, lembro que cada caso e cada criança é especial, ao tentarmos motivar, começamos a perceber qual é a formula que melhor se adapta à personalidade e à motivação intrínseca, portanto, uma atenção especial e sensibilidade sobre o assunto vai ajudar.
Para além disso, poderei acrescentar mais algumas dicas:
 Nem sempre os castigos ou incentivos materiais funcionam, o melhor é que eles reconheçam os sentimentos sinceros dos pais quando surgem as boas e as más notas;
 Mostrar elevado interesse na vida do estudante na escola, seja dentro ou fora da sala de aula, recorrendo sempre às reuniões com o Diretor de Turma;
 Este interesse e monitorização deve ser realizado, de igual forma, por ambos os pais e não apenas por um deles;
 Mostrar de forma concreta a importância da escolaridade para obtenção de um emprego melhor;
 Incentivar quando aparecem as dificuldades e procurar apoio extraescolar sempre que necessário;
 Relembrar as suas capacidades para o estudo procurando melhorar a autoestima;
 Tenha mais tempo para se dedicarem juntos, ao estudo;
 Solicite que lhe explique a matéria;
 Reveja com ele os erros do teste, de forma calma e atenta;
 Procure baixar os níveis de ansiedade em dias de avaliações, com um ambiente calmo e descontraído;

Antes de finalizar gostaria de referir que, por vezes, a falta de autoestima é a grande resposta ao desinteresse e falta de motivação, por terem receio da desilusão. Sendo que, em casos específicos pode ser necessário a intervenção de um profissional especializado.
E por aí, que atitudes motivacionais funcionam melhor com os vossos filhos?

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publicado por Maribel Maia às 11:54

05
Jun 17

O Dia do Meio Ambiente é comemorado, em Portugal , no dia 5 de Junho. O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em 1972, com o objetivo de promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente e alertar o público mundial e governos de cada país para os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do meio ambiente. Portanto nada melhor do que sensibilizar a pequenada para estas questões fundamentais.

Prepare uma atividade especial:
Comece a separar o lixo para ser reciclado;
Plante uma árvore ou uma flor no jardim ou num vazo;
Pesquisar alguns cuidados especiais a ter com o meio ambiente;
Ajude a limpar um lugar público;

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Que seja um Dia Feliz e consciente!

publicado por Maribel Maia às 11:56

01
Jun 17

«Toda criança no mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida.
Criança tem que ter nome

Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.

Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarela
Poder também dizer não!

Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.»

 

                         Ruth Rocha

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publicado por Maribel Maia às 10:49

29
Mai 17

Atualmente, os Cursos Profissionais oferecidos a jovens, finalistas do 9ºano de escolaridade, não são difíceis de encontrar… apresentam-se nas escolas de Ensino Secundário, nos Centros de Formação financiados pelo fundo do POPH e nos Centros de Emprego (IEFP) espalhados por todo o país.
Estes Cursos Profissionais intitulam-se de Cursos de Educação e Formação (CEF), ou Sistemas de Aprendizagem que conferem a dupla certificação, ou seja, a certificação de 12º ano e uma certificação profissional na área de opção. Embora não limitem o acesso ao ensino superior, a maioria dos estudantes que optam por tais cursos não pretendem seguir estudos a esse nível… E é precisamente neste ponto que gostaria de partilhar algumas das reflexões e inquietudes com o leitor.
Será que a sociedade procura impelir os seus jovens a enveredarem por um curso profissional porque o estudante não é detentor de bons resultados escolares? Estarão, estes cursos, a serem ‘olhados’ como formação menor em comparação com o ensino geral de nível secundário? Prepararão estes cursos estudantes para a Universidade? Serão estes cursos a melhor opção para quem pretende enveredar por uma profissão, sem o caminho da formação académica?
Assumo a limitação da minha experiência, já que, ela se desvenda apenas por alguns discursos de estudantes que referem mais facilitismos nos cursos profissionais e a visão de um caminho para quem ‘não gosta de estudar’ e que oferece maior componente prática do que teórica.
Estarei eu a ver um estigma que não existe? Qual é a sua opinião?

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publicado por Maribel Maia às 13:32

26
Mai 17

Estes são necessários quando se procura mais sobre determinado assunto, seja para um trabalho escolar, seja sobre um tema do qual se deseje saber mais. Nesta situação os apontamentos devem sempre começar por definir muito bem qual a fonte de pesquisa e data desta. Seguidamente devem ser anotados os novos conceitos encontrados e as suas definições. Para além disso, a informação escrita deve ser redigida pelas próprias palavras, sempre orientada para o tema que se deseja, procurando não afastar a escrita do tema inicial.
Nesta situação, a capacidade de resumir e sintetizar irá nortear todos os apontamentos, podem também ser recolhidas frases e citações chave que confirmam ideias e reflexões.

 

publicado por Maribel Maia às 12:27

25
Mai 17

Quando os professores informam que, para o teste, a matéria que sairá encontra-se entre determinadas páginas ou capítulos do manual escolar, alguns estudantes optam por realizar os seus próprios resumos destas páginas, como forma de memorização. Assim sendo, devem-se ler uma a duas páginas de cada vez, resumindo-as sabendo definir tal a informação mais importante e reescrevendo tudo em palavras próprias. Devem utilizar-se canetas de várias cores e sublinhadores de forma a realçar conceitos e frases muito importantes. 

 

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publicado por Maribel Maia às 14:38

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