Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

29
Dez 16

A todos os leitores que por cá visitam este espaço de partilha, Feliz 2017!!!!

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publicado por Maribel Maia às 11:12

26
Dez 16

Já aqui assumi que, nas férias é importante descansar, contudo, para além de algum estudo, os estudantes devem estar conscientes de que, estar em casa de férias é bem diferente de viverem num hotel…. Quer com isto dizer que, é necessário continuar a incutir, em quem cresce, hábitos e rotinas diárias, tais como, fazer a cama, arrumar o quarto e todos os seus pertences, apoiar a família nas tarefas domésticas, participar na arrumação, na culinária, no cuidado do animal doméstico (caso exista), com certeza que, cada atividade de estar adaptada à idade… e aqui, lembro também que, os pais não podem ter um eterno medo de que ele não consiga, ou faça estragos… crescer é isso mesmo… e cabe aos adultos permitir momentos de crescimento!

O conhecimento e execução de tarefas domésticas auxilia, o desenvolvimento da responsabilização, o desenvolvimento da motricidade, o sentimento de pertença e de individualidade e construção abstrata de rotinas…

 

Para melhor organizar e gerir tempos deixo, em anexo, um horário que podem preencher de acordo com as rotinas que desenjam ver cumpridas esta semana... 

Horário Semanal de Férias_2016.pdf

 

 

publicado por Maribel Maia às 12:13

22
Dez 16

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publicado por Maribel Maia às 13:35
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19
Dez 16

Quando eramos crianças ficávamos deslumbrados com a visita do Pai Natal, fomos crescendo e esses momentos ficaram apenas como doces memórias que queremos incutir nos mais pequenos. Contudo, lá pelos 6 anos de idade, de forma natural, as crianças começam a perceber que estas prendas funcionam de forma mais consumista e os adultos deixam de motivar para a existência do Pai Natal.

Quero com isto lembrar, apenas, que uma lenda tão bela, pode e deve ser lembrada nestes dias que antecedem ao Natal, mesmo aos meninos e meninas mais crescidos e que já não vêm a ‘magia do Pai Natal’. Recordar a história do Pai Natal, como um homem bondoso que demonstra que no Natal todas as crianças devem receber presentes e que o Amor deve sempre vencer… trará esperança ao coração de todos!

Deixo portanto, a sugestão para estes dias de férias: contar a verdadeira Lenda do Pai Natal…

 

«O Pai Natal tem vários nomes dependo do país e cultura, mas independentemente do nome que ele recebe, trata-se sempre de S. Nicolau, um senhor muito simpático e generoso, que nasceu no ano de 350 d.C., em Patara. Depois de viajar por muitos sítios, S. Nicolau decidiu ir viver em Mira, onde anos mais tarde tornou-se bispo da Igreja Católica. Muitos milagres lhe são atribuídos e grande parte destes relacionam-se com a doação de presentes. Ele, hoje, ainda é vivo já que a sua Fonte de Vida é a crença das pessoas na sua existência, quando ninguém mais acreditar no Pai Natal é quando ele morre!»

(in: http://nataal.blogs.sapo.pt/a-historia-do-pai-natal-393)

 

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publicado por Maribel Maia às 13:43

15
Dez 16

Neste Post, gostaria de levar o leitor à reflexão sobre a escola, na escola… mas longe da lição escolar…. Quero escrever sobre a amizade. Tantos e tantos de nós, (incluo-me também) considera as suas verdadeiras amizades, aquelas que construíram na escola… que perduram ao longo dos anos… de quem nos afastamos alguns anos e quando nos voltamos a encontrar, parece que toda a cumplicidade e carinho permaneceu intato ao furor do tempo e das horas.

Os ‘nossos amigos de infância’ foram aqueles que se riram das nossas quedas e caíram logo em seguida, forem aqueles com quem partilhamos o lanche e a crítica ao professor chato… a quem ensinamos e com quem aprendemos. E, só agora percebemos o quanto foi valioso esse tempo, o quanto aprendemos emocionalmente…o quanto crescemos.

Esses, são os amigos que nos conhecem por dentro, basta a troca de olhares, o gesto, o levantar da sobrancelha e percebemos tudo, e dizemos tudo! São dez minutos ao telefone e resumem-se todas as novidades, exprimem-se todos os sentimentos e alivia-se qualquer aflição!

Os amigos de infância são a família que tivemos o privilégio de escolher, de manter, de cultivar na humildade e na ingenuidade de quem cresce.

Refute esta ideia quem não tem na amizade um pilar fundamental para a sua vida emocional!

 

Agora que levei um bocadinho ao saudosismo de quem lê, queria apenas referir: valorizem as amizades dos que crescem e que vivem agora essa história, fomentem a construção de novos amigos e a permanência dos antigos…. Nos pequeninos e em vocês! 

 

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publicado por Maribel Maia às 11:23

12
Dez 16

 Na maioria das vezes, os educadores procuram as causas para as várias situações pedagógicas… para a Disgrafia não é exceção, pois torna-se mais fácil descobrir o tratamento após o encontro da causa. Neste caso não são assumidos pelos investigadores apenas uma causa, mas várias, seja por alguma carência de motricidade ou de equilíbrio que torna a criança com dificuldade de ajuste espacial. Seja por problemas emocionais ou da própria personalidade, por fim, seja pelas metodologias de ensino não serem as mais adequadas a este processo pedagógico de aprendizagem da escrita. Tal como escrevi no Post anterior, o profissional que acompanha o estudante fará o melhor diagnóstico e o melhor acompanhamento.

Com tudo isto note-se que, um estudante Disgráfico não é naturalmente detentor de menor inteligência, nem essa é causa para fundamentar tal distúrbio, assim sendo, todos os estudantes, independentemente das suas necessidades, competências e capacidades deve ser entendido como único e potenciador do seu próprio sucesso escolar. 

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publicado por Maribel Maia às 14:34

08
Dez 16

Embora para muitos pais e educadores o termo Disgrafia possa não ser totalmente conhecido, estão sensibilizados para quando estas características se apresentam e criem alguma desconfiança e estranheza na forma de escrita/caligrafia de uma criança. Quando tal acontece o mais indicado é procurar especialistas nesta área, sejam psicopedagogos, psicólogos ou profissionais de ensino especial que possam realizar o rastreio correto para identificar e intervir numa possível perturbação. O passo seguinte será seguir todas as indicações profissionais para que melhor se possa auxiliar a colmatar esta necessidade especial.

Para além disso relembro que para aperfeiçoamento da caligrafia, tenha ou não a criança Disgrafia, podem ser utilizados vários exercícios que desenvolvem a motricidade fina, sejam eles trabalhos manuais (desenhar, pintar, recortar, colar, sublinhar, copiar, jogos de simetrias, de diferenças, de labirintos, etc) e que podem melhorar capacidades e motivação.

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publicado por Maribel Maia às 11:06

05
Dez 16

Nos primeiros anos escolares, em que a criança inicia o desenho das letras e dos números, seja na escola, como em casa, nessa altura deverá existir muito cuidado no aperfeiçoamento desta destreza, de forma a que, os estudantes mantenham cuidados e atenção na forma de escrever com letra legível. Por vezes neste processo, a determinada altura, alguns estudantes parecem demonstrar incapacidade de melhorar a sua qualidade de escrita, e esta vai permanecendo deficiente, com letras desproporcionais, desregular… ao que muitas pessoas apelidam de ‘letra feia’.  Investigadores nesta área intitulam esta situação como podendo ser um caso de Disgrafia, ou seja, uma perturbação funcional que afeta a qualidade da escrita, no elaborar do traçado da grafia, isto é ‘Um desvio da grafia’.

 

Assim sendo, a disgrafia é uma perturbação específica de aprendizagem que afeta a caligrafia e a qualidade da escrita, surgindo:

 

  • letras irregulares e disformes,
  • dificuldades na capacidade em compor textos escritos,
  • dificuldade em colocar pontuação e dissociar parágrafos,
  • dificuldade em posicionar ou pressionar o lápis,
  • colocação de letras desligadas ou sobrepostas,
  • textos fora das linhas e das margens…

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Sobre a Disgrafia gostaria ainda de acrescentar, esta perturbação é diferente da dislexia, portanto não devem ser confundidas  e, podem estar presentes uma sem a outra.

Para saber mais, esteja atento a este Blogue….   

 

 

 

publicado por Maribel Maia às 14:28

01
Dez 16

Quando as crianças vão para o 1ºciclo (1ºano) tudo é novidade para crianças e pais, o material a comprar, as disciplinas a estudar, os trabalhos de casa, tudo são novidades diárias.

Estas novidades podem deixar a família apreensiva no apoio ao estudo e a questionar-se sobre a matéria lecionada na escola, o que é, sem dúvida, uma preocupação legítima e fundamentada, pelo facto de que o 1ºciclo (primeiros quatro anos escolares) é base fundamental para consolidar conhecimentos essenciais para todo o percurso escolar seguinte.

No 1º ciclo há que aprender a ler correta e fluentemente, desenvolver conhecimentos de cálculos e resolver problemas naturalmente, alargar conhecimentos da sociedade, do meio ambiente e da saúde, elementares para toda a vida pessoal e escolar, futura.

No auxílio desta aprendizagem está a grande capacidade de memorização e concentração das crianças, nestas idades, aliado à vontade de aprender e desejo de saber. Por conseguinte, cabe aos educadores estimular e incentivar esta aprendizagem, de forma a construir, ao longo destes primeiros quatro anos, uma boa preparação para a transição para o 2ºciclo, onde a criança se depara com uma escola diferente e métodos de ensino diferentes e, quanto mais sólidos forem os conhecimentos já adquiridos mais fácil será a assimilação de novas aprendizagens. 

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publicado por Maribel Maia às 14:08

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