Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

30
Mai 16

O Dia Internacional da Criança deve ser lembrado por pequenos e crescidos. Neste sentido, este Post apresenta-se com alguns dias de antecedência. Com ele proponho que todas as pessoas, que convivem diariamente com crianças, se preparem, antecipadamente, para celebrar este magnífico dia.

Assim, as dicas que se seguem são pequenas propostas para uma modesta celebração e sensibilização deste Dia Especial.

A primeira etapa deverá ser a de valorizar este dia, dedicando uma parte do tempo para lembrar à Criança porque este dia é assinalado. Este dia existe, não apenas para as crianças receberam mimos e prendinhas, mas também porque, ainda hoje, existem crianças por todo o mundo que continuam a sofrer de maus tratos, descriminação, fome, guerra, pobreza ou doenças, sendo que todos nós deveremos lutar para que tal deixe de acontecer.

Para além disso, o Dia delas pode ser também de festa e alegria em conjunto… para ajudar, cá ficam algumas sugestões:

  • Realização de trabalhos manuais com tecido, cartão, missangas, ou qualquer outro material a gosto;
  • Cozinhar, bolos, bolachas ou pizzas, a escolha poder ser deles, de acordo com os gostos e preferências.
  • Pinturas Faciais que depois podem vir à rua mostrarem-se e divertirem-se;
  • Receberem um pequeno presente, um livro, um jogo… não se esqueçam de brincar com elas um pouco;
  • Para os que pretenderem ir a lugares de festa, visitem:

http://pumpkin.pt/agenda/recomendacoes/sugestoes-de-atividades-para-o-dia-mundial-da-crianca

As crianças adoram ter a atenção dos mais crescidos, seja a partilhar tarefas ou brincadeiras, basta isso para terem um Dia Feliz!

 

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publicado por Maribel Maia às 14:37

26
Mai 16

Quantas vezes estava a conversar com uma criança e ela fez-lhe uma pergunta que o/a deixou de boca aberta? Apenas quem não convive com crianças não se queixa de tal situação…tal como prometido, cá ficam as minhas sugestões!

Elas são peritas em fazer perguntas às quais não sabemos como adaptar a resposta à sua idade, ou porque nem sequer tínhamos pensado em tal situação… pois bem, primeiro comece por fechar a boca e depois, começar a refletir sobre a pergunta… a segunda fase é devolver-lhe a mesma pergunta, «_O que tu achas?». Esta atitude permite, aos adultos, perceber o grau de compreensão que a criança tem sobre o assunto e o que já entendeu, sendo assim o fio condutor da nossa resposta. A fase seguinte é não tentar explicar demasiado, já que a capacidade cognitiva de uma criança é limitada ao seu desenvolvimento, logo há que adaptar o discurso e as palavras à sua idade e às suas capacidades de discernimento.

Numa última fase, e se realmente não sabem a resposta à pergunta assumam a realidade… nenhum adulto sabe tudo…. Procurem perceber se realmente é uma pergunta que a criança deseja mesmo saber (se não é curiosidade de segundos), se assim for, vão os dois sentar-se com um livro na mão ou com o computador e procuram a resposta juntos… assim se despertam mentes curiosas e criativas!   

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publicado por Maribel Maia às 11:22

23
Mai 16

No próximo Post darei algumas orientações sobre a forma de responder a perguntas ‘difíceis’ da pequenada… Por agora gostaria de deixar um desafio a quem diariamente convive com eles e, uma ou mais vezes, se viu com esta difícil tarefa: uma resposta!

Deixe-nos aqui algumas dessas perguntas: estranhas ou engraçadas que já vos colocaram… com certeza me ajudarão e aos outros leitores a preparar previamente as respostas, e a não nos sentirmos tão estranhos sempre que ouvimos perguntas ‘difíceis’ … para além de nos fazer sorrir muito….

Deixo aqui algumas que já ouvi:

«Tu queres ter filhos? Eu não….» (1º ciclo)

 

«O que é que havia, no Universo, antes de existir o Sol?» (2º ciclo)

 

«Sabes o que é uma Pita?» (1º ciclo)

 

«Será que para o ano já estarei da sua altura?» (2º ciclo)

 

«Jesus também dava puns?» (1º ciclo)

 

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publicado por Maribel Maia às 10:51

19
Mai 16

«_ Diz-me, Aimeé. Desde que vieste para a nossa escola, já tinhas visto anteriormente outros casos de ‘copianço’?

Assenti com a cabeça, sim….» (Oates, Terra Amarga: 2014)

 

Pensei em escrever sobre o Fazer Cábulas/Copianços e, tal como faço muitas vezes, antes de começar a escrita vou pesquisar sobre o tema em livros ou on-line… na pesquisa on-line reparei na quantidade de informação sobre como fazer cábulas/copianços de fácil acesso… percebi, ainda melhor, o quanto é tentador para os estudantes tentarem seguir este caminho na concretização de fichas de avaliação.

Os estudantes raramente assumem que levaram cábulas para os testes, mais facilmente assumem que perguntou ou copiou do colega, durante a realização deste. Contudo e após uma maior confiança, alguns estudantes já me confirmaram que utilizaram ou têm essa motivação em alguns momentos, principalmente quando existem partes da matéria que é necessário decorar… seja por receio de não o conseguirem fazer na totalidade, seja por não terem vontade alguma de o fazer!

Nestes momentos procuro de imediato faze-los perceber e decorar essas matérias, por vezes recorrendo a mnemónicas, procurando dissuadir, assim, este desejo inicial.

Para além disso, sempre que o estudante me propõe conversar sobre o tema, procuro explicar-lhe a gravidade da situação de ser apanhado a copiar e a injustiça para com os colegas…  além disso existem matérias que voltaram a ser necessárias novamente para outros estudos e, portanto, quanto mais rápido a aprendizagem melhor.

Muito mais ainda poderia referir sobre este tema, tão ‘tabu’ na comunidade escolar, contudo, e por esta razão, questiono-me se será um tema que interesse ao leitor ler e refletir!?

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publicado por Maribel Maia às 14:07

16
Mai 16

Nos primeiros anos de escola as crianças adoram ouvir contar histórias, principalmente se essas histórias trouxerem a fantasia e a animação. Nesta idade em que a criatividade e a imaginação não tem limites, vale a pena incutir, através de belas histórias os valores morais corretos, para se viver feliz na sociedade atual. Ouvir histórias desperta também o interesse pela leitura e pela escrita, que deve ser incentivada desde os primeiros anos de escola!

Estas histórias podem ser contadas todas as noites, antes de adormecer, aos fins de semana, para relaxar, em momentos de lazer, porque faz parte do brincar…

Para além do ouvir, muitas crianças gostam de apreciar as imagens dos livros, brincar com os livros Pop Up (que apresentam imagens com efeitos tridimensionais). Outra forma bastante criativa e motivadora são os Contadores de Histórias que utilizam bonecos e muita interação com as crianças, o que desperta ainda mais a atenção e o entusiasmo… estes profissionais podem ser encontrados em sessões realizadas em bibliotecas, livrarias, ou festas dedicadas aos mais novos, com o conceito de ‘Hora do Conto’ e, muitas vezes, de forma gratuita. 

Aos Pais: quem sabe não descobrem essa vocação de contadores de histórias, adormecida???!!!

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publicado por Maribel Maia às 11:10

12
Mai 16

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

«_Eu: Para onde vais nas férias?

_ Estudante: Para casa dos meus avós, eles vivem longe, no campo…

_ Eu: E gostas?

_ Estudante: É espetacular… temos piscina, baloiço… podemos fazer o que quisermos…»

 

Escrever sobre educação é também escrever sobre afetos, sobre inteligência emocional, sobre sentimentos compreendidos. Escrever sobre tal tema implica lembrar dos Avós… aqueles que sabem bem educar no afeto, no carinho e no respeito… aqueles que maior alegria não têm, do que, a de que partilhar o seu tempo com o(s) seu(s) neto(s).

Muitas das vezes os pais afirmam que eles mimam em quantidade excessiva, que tudo permitem e que isso pode prejudicar a educação de quem cresce. Em minha simples opinião, permitam-me discordar… para as crianças o papel de avô/avó está bem definido: são quem os mima e são amor pleno e constante… todas as permissões são apenas deles e só podem ser pedidas a eles… é uma relação individualizada… única! E aprende-se tanto: o conceito de tempo, de diferenças geracionais, de tradições, de família…

Os avós sabem contar histórias como mais ninguém, sabem ensinar jogos tradicionais como se fossem prémios valiosos, sabem demonstrar amor como verdade!

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publicado por Maribel Maia às 13:58

09
Mai 16

Ao ouvir o Doutor Psicólogo Eduardo Sá em entrevista a 18/12/2014 (link em baixo) sobre o rendimento escolar, referindo que uma das respostas para o sucesso escolar é o prolongar do tempo de intervalo na escola… faz-me relembrar os receios, de pais e educadores, sobre esta difícil complementaridade entre o tempo de estudo e o tempo de brincar, numa ânsia por melhores resultados escolares que, muitas vezes, travam brincadeiras e sorrisos.

Concordo em pleno que, ambos os momentos são essenciais para o crescimento integral como ser humano feliz e consciente e, neste sentido, assumo que, se formos inteligentes na construção de rotinas e tempos, haverá com certeza tempo para tudo.

Através da minha experiência refiro que, nenhum estudante precisa de estar horas seguidas em estudo pois, mesmo que altere a matéria ou disciplina a estudar, não é produtivo nem prazeroso. Portanto, se optarmos por, depois do tempo de aulas apoiar o estudante em um ou duas horas de estudo por dia, será o suficiente para que este compreenda a matéria, tire as suas dúvidas e pratique alguns exercícios similares, melhorando os seus resultados escolares num esforço controlado. Assim, desta forma, certamente que haverá mais tempo para brincar e interagir nesta escola da vida.

Assumo, também, que existem casos específicos e que devem ser construídos planos de estudo adaptados a esses estudantes, de acordo com as necessidades de cada estudante e as metas escolares a cumprir. 

 

https://www.youtube.com/watch?t=16&v=wTjVPBkvpyc

 

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publicado por Maribel Maia às 15:20

05
Mai 16

Este Post advém de uma questão colocada por uma leitora e que poderá espelhar dúvidas parecidas de outros visitantes.

Na aula, por vezes, os professores solicitam a resolução de um ou mais exercício(s) de matéria ainda não explicada, parcial, ou totalmente. Similar a este assunto, pode também ocorrer que, porque o estudante faltou a uma ou mais aulas, necessite de estudar a matéria sem que lhe tenha sido explicado em contexto sala de aula.

Esta situação exigirá ao estudante concretizar um trabalho muito mais autónomo, solicitando-se um esforço redobrado, seja para pesquisar a matéria a estudar, seja para compreender sozinho a informação encontrada.

Para apoiar este estudo autónomo, apresento, aqui, algumas propostas gerais:

  • Em casa solicitar o apoio do encarregado de educação ou do explicador para apoiar no estudo autónomo;
  • Utilizar duas a três fontes diferentes de informação, como por exemplo, livros escolares e sites pedagógicos, completando a informação;
  • Realizar exercícios, iniciando pelos mais simples, até aos mais complexos;
  • Se não encontrarem a matéria no livro escolar do ano lecionado, podem recorrer a livros escolares de um ano letivo anterior ou seguinte, mesmo que o grau de complexidade seja diferente, poderá ser uma boa base de apoio;
  • Alguns estudantes optam por comprar livros de preparação para exames como forma de estudo, os melhores livros apresentam sempre bons resumos e explicações da matéria, que poderão ser, também, um bom recurso;
  • Na internet podem pesquisar em páginas de Slideshare ou Powerpoint, pois apresentam uma tutoria muito próxima do contexto sala de aula, tornando o estudo mais familiar e reconhecido.
  • Na aula de revisões para o teste, solicitar ao professor um exercício sobre a matéria, aferindo se a assimilação da matéria foi estruturada corretamente, se não pedir apoio ao professor;

Para apoiar nestas e noutras dificuldades deixo aqui, algumas propostas de sítios na internet, aos quais poderão recorrer para recolher resumos da matéria escolar, fichas e testes de avaliação. Todos estes sites apresentam grande diversidade de material e encontram-se organizados por ano escolar, disciplina e matérias. Sendo material partilhado, nem todas as matérias se encontram, ainda, disponíveis, em alguns dos sites aqui apresentados.

http://www.obichinhodosaber.com/ encontram-se resumos das matérias escolares, exercícios, fichas para o ensino básico (desde o 5º ano ao 9º ano) e muitos outros artigos sobre educação.

 

http://www.ensinobasico.com/ apresenta orientações para o ensino pré escolar, exercícios e apontamentos das várias disciplinas escolares desde o 1º ao 3º ciclo.

 

http://www.bemexplicado.pt/ a secção dos Recursos Didáticos, apresenta resumos das matérias e fichas com soluções, de todas as etapas de ensino, desde o 1º ano ao nível secundário.

 

http://fichasprimeirociclo.no.sapo.pt/ Direcionado apenas para o 1º ciclo, oferece fichas de trabalho para as várias matérias do 1º ao 4º ano.

 

http://www.resumos.net/ partilha de resumos entre estudantes, de todos os níveis de ensino, incluindo ensino universitário. Os visitantes podem pesquisar resumos da matéria, como podem também partilhar os seus próprios resumos.

 

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publicado por Maribel Maia às 14:05

02
Mai 16

Para além das orientações referidas no tema anterior, a estrutura do ‘Trabalho’ deve, também, incluir os seguintes passos:

  • Capa: título do trabalho que desvenda o tema a ser tratado, indicando a disciplina, o nome da escola e do professor, o nome do aluno, acrescentando ano, turma e número, assim como a data de entrega deste;
  • Índice: todo o ‘Trabalho’ deve ser compartimentado em diversos títulos ou conceitos e inumerados no índice, esta página, embora deva ser a segunda do trabalho, apenas é realizada no final;
  • Introdução: situa o tema que irá ser desenvolvido, deixando claro quais os objetivos que se seguem. Não deve ultrapassar uma página escrita;
  • Desenvolvimento: aqui todo o ‘trabalho’ se desenrola, começando-se por explicar os conceitos, fundamentar as ideias, dividindo o grande tema em pequenos temas que se interligam de uma forma lógica, adiciona-se gráficos, imagens ou esquemas que fundamentem tal escrita.

É sempre necessário respeitar a ordem cronológica dos acontecimento.

Finaliza-se com uma ou várias opiniões críticas ao assunto analisado, com opinião pessoal ou de outros autores;

  • Conclusão: um pequeno resumo do que se aprendeu com este trabalho, enuncia novas questões que poderiam levar a outros estudos e explica porque este tema contribui para a disciplina em causa. Não ultrapassar uma página escrita;
  • Bibliografia: para o “trabalho” foram consultados livros e sites na internet, na bibliografia devem ser todos mencionados por ordem alfabética, exemplos:

Sophia de Mello Breyner Andresen, (1958) ‘A fada Oriana’: Porto Editora. 

www. Visãojunior.pt: artigo: 24 setembro 2014. 

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publicado por Maribel Maia às 10:53

01
Mai 16

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publicado por Maribel Maia às 10:30

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