Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

29
Abr 15

Famílias em Serralves

 

Todos os domingos há atividades para famílias em Serralves. 

- A lotação dos PERCURSOS é de 25 pessoas.

- As oficinas de FUNCIONAMENTO CONTÍNUO permitem que as famílias cheguem a qualquer hora, dentro do horário indicado, concretizando uma atividade criativa de forma autónoma, com o apoio de um monitor da equipa do Serviço Educativo.

- Aos domingos a entrada em Serralves é gratuita até às 13h00. 

Serralves - Porto

Para saber mais visite: www.serralves.pt/

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publicado por Maribel Maia às 14:05

27
Abr 15

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Estudante: _Eu queria trabalhar em qualquer coisa ligada à dança… não pensei tanto em ir para a universidade…

Eu:_ Mas também se tiram cursos universitários na área do desporto e da dança, sabias? Existem universidades especializadas nessas áreas da música, do desporto, da dança, do teatro…..»

 

Terminar alguns ciclos de estudo e iniciar outros significa, muitas das vezes, fazer escolhas pelo caminho… significa querer humanidades, ciências exatas, ensino artístico, desporto… e não saber o que se quer! Muitas outras vezes não saber o que existe em ofertas formativas.

Quantos de nós vivemos já estas escolhas?? Quantos de nós vemos estes anseios sem saber bem como ajudar?!

Pretendo construir, nas próximas publicações, algumas ‘orientações’ nesta questão da ‘Orientação’, sabendo que o mais difícil da vida é encontrarmos a nossa orientação, a nossa vocação, a nossa maior competência!

Antes de mais cabe lembrar que estas escolhas não são para a Vida, fazem-se e desfazem-se ao longo do percurso, com naturalidade e maturidade! Ficando para o educador o papel de apoiante, de mostrar caminhos sem limitar direções… Porque o futuro… esse, por mais que o delineamos será sempre maior! A vontade terá de vencer muitos obstáculos… e o trabalho será a chave do sucesso!

 

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publicado por Maribel Maia às 14:02

24
Abr 15

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1ºciclo:

«Eu: _ Hoje, trouxeste tantos trabalhos de casa, porquê?

Estudante: _ Eles portaram-se mal, falaram muito e ficamos todos de castigo…

Eu: _ Tu portaste-te mal na escola?

Estudante: _ Eu não… mas pagamos todos!»

 

Grande parte dos encarregados de educação denotam a demora na concretização dos trabalhos de casa, mesmo que não sejam uma grande quantidade de exercícios. Esta demora nem sempre é pela dificuldade na sua realização mas pela falta de vontade em refletir ou procurar informação na matéria dada.

Para apressar este processo alguns encarregados de educação tendem a ajudar os estudantes na sua concretização, o que, não estando completamente errado, pode levar ao erro de lhes darem as respostas facilmente, colocando em causa, por vezes, a compreensão da matéria ou a pesquisa da informação.

Algumas vezes os estudantes também referem não entenderem as perguntas ou os exercícios apenas com a estratégia de que lhes sejam dadas as respostas de forma rápida.

Assim, sempre que o educador auxilia na concretização do TPC deve prestar especial atenção se o estudante aprendeu a matéria, voltando a explica-la se necessário, deve também esclarecer as dúvidas na concretização dos exercícios, orientando passo a passo esta realização, ou apenas corrigindo no final do exercício e explicando os erros cometidos, apoiando na correção.

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publicado por Maribel Maia às 14:38

22
Abr 15

Para os educadores que pretendam levar as suas crianças a experienciar cultura musical:

Europarque (Santa Maria da Feira)

Ópera Infantil - A Lenda das três Árvores

Dia 30 de abril, pelas 21h30

 

Preço bilhetes: 3€

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publicado por Maribel Maia às 14:54

21
Abr 15

Vejo o conceito de estudante como semelhante ao conceito de profissão, não apenas num sentido universitário, mas desde o 1º ano escolar e é assim que o gosto de apresentar aos estudantes com quem convivo. Olhar desta forma o estudo promove também uma maior responsabilização do estudante face ao seu empenho e dedicação diário.

A responsabilização pela educação integral de crianças e jovens deve se iniciar em casa, com pais e mães, não apenas na relação com a escola, mas também na relação com toda a família, com as regras familiares e comunitárias e no respeito com as pessoas, independentemente das idades.

 Assim aqui ficam algumas dicas que poderão apoiar nesta responsabilização quotidiana:

  • Inclusão nas tarefas diárias da casa;
  • Ensinar a cuidar das suas próprias coisas;
  • Respeitar os objetos dos outros como algo precioso;
  • Não realizar as tarefas por ele;
  • Incutir o conceito de Ajuda como uma obrigação;
  • Exercer o conceito de partilha;
  • Desenvolver o cuidado pela natureza;
  • Responsabilizar pelos danos a objetos de sua pertença ou de outros;
  • Promover um especial respeito pelos pertences do(s) irmão(s) e amigos;
  • Responsabilizar pela organização e processo de estudo/diversão.

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publicado por Maribel Maia às 14:28

17
Abr 15

Muitas vezes damos por nós a encontrar causas e responsabilidades pelas más notas dos estudantes, quase desresponsabilizando-o de tal situação, eles tentam também fazer esse processo como mecanismo de defesa. Se, por outro lado os resultados forem razoáveis ou bons o mérito é dele, pois foi ele que se aplicou e resolveu bem as fichas de avaliação e os ‘Trabalhos’.

Pois bem, na minha opinião o mérito e a responsabilidade é sempre do estudante e tal responsabilização deverá ser-lhe incutida desde o 1º ano escolar, de forma a facultar-lhe oportunidade de construir um trabalho autónomo de estudo e de gestão do próprio tempo.

Sobre este tema poderemos reler a legislação dos Direitos e Deveres dos Estudantes onde se apresenta como dever «Estudar, aplicando -se, de forma adequada à sua idade, necessidades educativas e ao ano de escolaridade que frequenta, na sua educação e formação integral;» (Artigo 10: Diário da República, 1.ª série — N.º 172 — 5 de setembro de 2012). Legislação, esta, que proponho ser lida por todos os estudantes, em qualquer momento do seu percurso escolar.

Neste sentido, afirmo ainda que, mesmo para os estudantes que precisem de apoio ao estudo, tal como indica a palavra, será apenas um ‘Apoio’, no qual ele deve também opinar, definindo as horas de apoio, escolhendo a matéria a estudar e colocando as dúvidas a esclarecer, portanto, o estudante deve ser felicitado pelos bons resultados conquistados e responsabilizado pelos maus resultados obtidos, sentindo-se responsável pelo seu trabalho.   

 

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publicado por Maribel Maia às 14:10

16
Abr 15

Estamos no 3º Período Escolar, para muitos estudantes, está mais próxima a escolha profissional, tema que tenciono abordar proximamente...para os que poderem, aqui fica uma sugestão de apoio nesta escolha:

 

FEIRA DAS PROFISSÕES: Mostra de Oferta Formativa

"Dirigido aos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, o evento contará com uma mostra de oferta formativa e qualificante, bem como momentos de conferências e espaços para conversas, que visam a partilha de percursos de estudos, formação e experiências profissionais.

De 16 a 18 abril: toda a comunidade educativa é convidada a visitar a Feira das Profissões 2015. No Europarque: Santa Maria da Feira"

Entrada gratuita.

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publicado por Maribel Maia às 11:09

14
Abr 15

Uma conversa entre mim e um/a estudante de 3ºciclo, sobre os resultados escolares:

«Estudante: _ Devíamos de ter menos disciplinas, assim temos muita matéria para estudar!

Eu: _ Não é assim tão difícil…

Estudante: _ É, se fossem apenas três disciplinas como na primária seria mais fácil!

Eu: _ Mas se os outros alunos conseguem tu também consegues!

Estudante: _ Conseguem porque estudam todos os dias.»

 

Neste diálogo podemos perceber que quase todos os estudantes conhecem bem o caminho para os bons resultados escolares, contudo não colocam em prática a sua teoria sobre boas notas, principalmente pela falta de motivação, pela preguiça e o desencontro entre a matéria lecionada e o quotidiano vivido.

Esta situação leva os encarregados de educação bem próximo do desespero, já não encontram forma de motivar, utilizam castigos como resposta às más notas, ou, compram resultados positivos com presentes de Natal e Aniversário, que muitas vezes oferecem na mesma, mesmo sem os resultados desejados. Este é sem dúvida um primeiro erro a evitar!

A comparação com outros estudantes que alcançam melhores resultados pode ser utilizado, não como crítica à falta de capacidades do estudante, mas como procura de respostas para melhorar competências:

«Logo, se estudares todos os dias também conseguirás melhores resultados!»

O(s) encarregado(s) de educação mais próximo(s) do estudante deve demonstrar interesse e atenção pelos resultados obtidos, mas também pelas dificuldades demonstradas, facultando ajuda sempre que necessário.

O incentivo não tem necessariamente de passar pelos presentes materiais, por vezes a partilha da alegria e entusiasmo, pelos bons resultados, deixam presente a motivação necessária.

A aplicação dos castigos deve ser ponderada de acordo com as caraterísticas e personalidade de cada estudante, podendo ser utilizada em caso de completa falta de preparação/estudo, contudo, deve ser aplicado apenas por quem melhor conhece o estudante, de forma a que este tenha o resultado esperado.

Estas e outras estratégias poderão funcionar melhor com alguns estudantes e não funcionar, de todo, com outros, cabe assim, ao encarregado de educação, ir testando e definindo os melhores métodos de incentivo ao estudo, se mesmo assim não estiverem a surgir os resultados esperados, procurar conversar com os outros intervenientes na educação (professores, explicador, psicólogo) poderá auxiliar neste constante caminho em prol dos bons resultados escolares…    

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publicado por Maribel Maia às 14:07

10
Abr 15

Infelizmente, não são raros os casos de crianças ou jovens que experienciam, ou já experienciaram algum destes problemas trazidos pelas novas tecnologias, portanto torna-se importante saber que:

Segundo entendidos nestas matérias, para detetar estes casos, os educadores, devem estar atentos para algumas diferenças de comportamento ou alteração de personalidade por parte das crianças ou jovens.

Tal como:

  • Maior afastamento, isolamento, ansiedade, ou tristeza;
  • Expressões de raiva;
  • Vitimização de outras crianças ou irmãos;
  • Dificuldades no sono;
  • Dores físicas: de cabeça ou barriga;
  • Desinteresse pela convivência social;
  • Relutância em frequentar a escola;
  • Alterações no uso da internet, (uso em privado, muitas horas de utilização, ou uso destes equipamentos informáticos até altas horas da noite).

 

Como forma de prevenção, nestes casos, os educadores devem proporcionar momentos de conversas regulares, sinceras e abertas sobre estas situações, podendo mesmo apresentarem e debaterem sobre exemplos de casos reais.

Quando se fala destas situações deve-se relembrar que, às vezes, isto pode acontecer ao estudante, mesmo que ele tenha todos os cuidados e, muito importante, fomentar a ideia de que deve pedir ajuda a alguém de confiança (pais ou professores) caso venham a viver algo deste género, mesmo que isso vá contra o pedido/ameaça do agressor. 

Torna-se importante sublinhar, também, que caso tenha conhecimento de alguma destas situações, vivenciada por uma criança ou jovem, deve analisá-la com cuidado, conversar com o conselho pedagógico da escola, ou com outros intervenientes, de forma a desenvolver uma ação/proteção consertada.

Sempre que considerar necessário deve notificar as autoridades competentes, e lembre-se que não deve eliminar mensagens ou imagens que provenham desta situação, pois serão constituídas como meios de prova.

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publicado por Maribel Maia às 14:26

07
Abr 15

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Sendo este um tema tão sensível, volto a frisar a importância de supervisionar o comportamento de crianças e jovens nas redes sociais. neste sentido, alerto para novos conceitos associados aos perigos da WEB que podem ser vivenciados por qualquer estudante, que utilize as redes sociais da internet:

 

Cyber Bullying:

Quando uma criança ou jovem é submetida a ameaças ou humilhações por parte dos seus colegas Web, cujas as intenções são provocar medo e atormentar emocionalmente as suas vítimas. Estas práticas podem também ser realizadas através de telemóveis, por mensagens ou chamadas.

 

Grooming:

Trata-se de perseguição e persuasão de um adulto a uma criança ou adolescente, quase sempre com a finalidade de obter relações de nível sexual, numa tentativa contínua de gerar um ambiente de confiança. Muitas vezes estes adultos fazem-se passar por outras crianças da mesma idade desenvolvendo uma confiança que leve a um encontro pessoal.

 

Sexting:

Um acrónimo criado com junção de duas palavras inglesas: Sex e Texting e, como as palavras indicam, trata-se do envio de mensagens, (via redes sociais ou telemóvel) de conteúdo erótico que, com o avanço tecnológico, evoluiu também para troca de imagens e vídeos.

 

Roubo de informação:

Por vezes através dos vírus e janelas pop-up, ou de outras formas, informações pessoais são intercetadas por terceiros que, de forma direta, ou indireta, as utilizam para roubar, ou levar uma criança a roubar, a própria família através da chantagem.

 

Com base no: «Guia para pais de proteção infantil na Internet». eset.

publicado por Maribel Maia às 14:19

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