Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

31
Mar 15

Já aqui falei, por diversas vezes, da utilização dos novos meios de comunicação, nomeadamente a Internet, muito ainda haveria para discutir e refletir. Por esta razão, mais dois temas me surgem de alerta, os quais gostaria de partilhar:

Refiro agora o primeiro, lembrando que, muitas vezes, sem nenhuma intensão, os pais podem negligenciar as suas atitudes cibernautas, colocando em risco a privacidade e segurança das suas crianças e jovens…

Neste sentido não é demais alertar para alguns cuidados que se devem ter:

 

  • Não publique fotografias do(s) seu(s) filho(s) referenciando o seu nome, morada, estabelecimento de ensino ou das atividades extracurriculares, que frequenta;
  • Se publica alguma foto com crianças ou jovens tenha em atenção a quem pode aceder às suas redes sociais, ou onde publicou/partilhou tal imagem;
  • Seja um bom exemplo quando conversa sobre o assunto ou ‘navega’ na internet, com um estudante;
  • Guarde com cuidado todas as suas senhas de forma a que nenhuma criança ou jovem possa utiliza-las;
  • Converse sobre os perigos trazidos pela internet e pelas redes sociais;
  • Mantenha os antivírus ativos e atualizados...

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publicado por Maribel Maia às 14:00

27
Mar 15

Car@s leitor@s;

 Neste espaço procuro apoiar educadores e estudantes neste longo caminho chamado Educação, seja ela Formal, Informal, ou Não Formal. Para além dos artigos que escrevo, gostaria também de compor artigos com base em dúvidas, por vós, colocadas de forma a aproximar-me mais das vossas inquietações e reflexões… assim como gostaria de receber, por cá, opiniões e experiências partilhadas, sem dúvida que tornarão este sítio  mais rico e orientador.

Agradeço-vos, principalmente, por visitarem este Blog e, desde já, agradeço também os comentários partilhados, ou questões colocadas!

Boas leituras!

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publicado por Maribel Maia às 14:53

24
Mar 15

Como é óbvio, e tal como o conceito indica – férias – não são momentos para estudar. Contudo, impera o bom senso no momento de se definirem os tempos de paragem para o estudo… assumindo-se claramente que existem dias em que o descanso é imprescindível, também não significa que em quinze dias de interrupção létiva não seja importante rever matéria pouco consolidada, esclarecer dúvidas, relembrar informação. Assim sendo, se um estudante precisa de melhorar a avaliação, se precisa de colmatar lacunas na aprendizagem ou preparar-se para exames, deve optar por dar continuidade ao estudo mesmo no dito ‘tempo de férias escolares’.

Algumas propostas para momentos de estudo em tempo de férias:

 

Férias de Natal e Páscoa: alguns dos dias da semana mais afastados das Festas, podem ser momentos de estudo, aptando-se por duas a três horas ao dia.

Férias de Verão: optar por um mês completo de paragem no estudo e incluir no mês de setembro rotinas de estudo para preparação do novo ano letivo, com uma média de duas horas de estudo, dois ou três dias por semana.  

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publicado por Maribel Maia às 14:19

20
Mar 15

Sabemos que os pedidos de realização de trabalhos de grupo varia muito de escola para escola e de professor para professor… contudo, todos os estudantes, ao longo do seu percurso escolar, terão de vivenciar esta experiências por diversas vezes, e quanto mais competências tiverem para trabalhar em conjunto melhor serão os resultados obtidos, uma vez que, este é um método de avaliação comum.

Por estas razões aqui ficam algumas propostas que poderão auxiliar um melhor método de trabalho em grupo:

  • Calendarizar tarefas e prazos a cumprir;
  • Eleger um porta voz de grupo que possa servir de mediador;
  • Impedir a passividade de alguns elementos;
  • Criar momentos de concentração e empenho entre todos os elementos;
  • Aceitar as propostas e ideias de todos, com respeito;
  • Aproveitar as competências específicas de cada elemento;
  • Permitir a participação de todos em tempo e espaço;
  • Sempre que necessário, recorrer ao educador para orientação e organização.

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publicado por Maribel Maia às 14:12

18
Mar 15

Mais um polémico conceito: trabalhos de grupo… alguns pensam ser importante para o desenvolvimento dos estudantes, outros associam a algumas injustiças no empenho individual… outros encontram dificuldades na gestão do tempo…

Sem menosprezar as opiniões dos leitores, apresento algumas vantagens destes trabalhos em grupo ao longo do percurso escolar:

  • Constrói-se um trabalho mais aprofundado sobre determinado tema;
  • Método de avaliação diferente e diferenciado;
  • Educa para o trabalho em equipa e em cooperação;
  • Apresenta novos sentido de responsabilidade;
  • Desenvolve respeito pelas competências dos outros;
  • Aproxima o estudante da vida profissional;
  • Requer boa capacidade de gestão de tempo e método;
  • Enriquecimento de ideias e pontos de vista.

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publicado por Maribel Maia às 14:02

13
Mar 15

Ser educador é já por si, tarefa especial, pois cada criança deve ser olhada e escutada como ser único, singular e especial… não existe portanto formula singular de ensinar nem de aprender!

Em situações particulares de estudantes com necessidades educativas especiais, é imprescindível que o educador perceba, o melhor possível, quais as características deste, podendo assim, melhor adaptar os métodos de ensino.

Para além deste alicerce, é imprescindível potenciar o desenvolvimento emocional e social destes estudantes, sendo para tal necessário promover momentos de interação igualitária entre pares e procurando-se enfatizar qualidades e talentos individuais que desenvolverão no estudante consciência das suas capacidades e motivação para a aprendizagem.

 

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publicado por Maribel Maia às 14:46

11
Mar 15

Quando pais e mães se deparam com o educar uma criança com necessidades educativas especiais tornam-se especiais, na medida em que terão de desenvolver competências específicas e adaptadas às características o seu filho/a.

Este vivência será diferente de acordo com cada criança e com as suas necessidades. O momento em que o diagnóstico é concretizado também tem implicações no processo de adaptação dos pais a esta nova realidade, por exemplo, características que impliquem a capacidade de aprendizagem podem ser apenas diagnosticadas em idade escolar e a partir desse momento torna-se necessário reequacionar as formas de ensino-aprendizagem.

Não raras vezes, o sentimento de proteção torna-se mais evidente nestes pais, podendo até exagerarem relativamente ao que a situação apresenta, com o objetivo de que a criança não sofra de nenhuma forma de fracasso ou rejeição. Por estes motivos, cabe aos pais procurarem delimitar os seus cuidados de proteção e apoio para que não prejudiquem a independência do/a filho/a e permitindo que ela se torne mais confiante e segura de si.

Assumir e interiorizar o diagnóstico realizado, procurando formas de promover o acesso e sucesso destas crianças no sentido transversal do conceito Educação deverá ser a base de toda a estratégia, aceitando a diferença como um direito e não como um problema!

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publicado por Maribel Maia às 14:42

09
Mar 15

A forma mais comum de apresentar e definir as necessidades educativas especiais apresenta-se na seguinte tabela:

 

Desvios mentais

intelectualmente superiores

lentos quanto à capacidade de aprendizagem

Deficiências sensoriais

deficiências auditivas

deficiências visuais

Desordens de comunicação

 distúrbios de aprendizagem

deficiências da fala e da linguagem

Desordens de comportamento

distúrbio emociona

 desajustamento social

Deficiências múltiplas e graves

paralisia cerebral e retardamento mental

surdez e cegueira

deficiências físicas

intelectuais graves

 

publicado por Maribel Maia às 14:40

06
Mar 15

Se um estudante for referenciado como tendo necessidades de uma resposta educativa especial, cabe ao Conselho Executivo propor medidas educativas adequadas às especificidades deste.

As medidas educativas que integram a adequação do processo de ensino e de aprendizagem são:

 

  • Apoio pedagógico personalizado
  • Adequações curriculares individuais
  • Adequações no processo de matrícula
  • Adequações no processo de avaliação
  • Currículo específico individual
  • Tecnologias de apoio

 

(In: Educação Especial: Manual de Apoio à Prática: 2008)

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publicado por Maribel Maia às 13:20

04
Mar 15

A referenciação é feita aos órgãos de gestão das escolas ou agrupamentos de escolas da área da residência do estudante. A formalização da referenciação é concretizada através do preenchimento de um formulário (ex. Modelo de formulário para referenciação) disponibilizado pela escola e no qual se regista o motivo da referenciação, informações sumárias sobre a criança ou jovem e se anexa toda a documentação que se considere importante para o processo de avaliação. Após a referenciação compete ao Conselho Executivo desencadear os procedimentos necessários que levarão à tomada de decisão no âmbito do processo de avaliação.

(In: Educação Especial: Manual de Apoio à Prática: 2008)

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publicado por Maribel Maia às 13:18

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