Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

27
Fev 15

Na atual legislação o ensino público deve procurar responder às Necessidades Educativas Especiais com variadas medidas, entre elas «o desenvolvimento de respostas diferenciadas, levando à criação de escolas de referência nas áreas da cegueira e baixa visão e da surdez, bem como a criação de unidades de apoio especializado para a educação de alunos com perturbações do espectro do autismo ou alunos com multideficiência.» (Educação Especial: Manual de Apoio à Prática: 2008). Este percurso traz às escolas a necessidade de se munirem de recursos humanos e equipamentos imprescindíveis à efetivação de tais objetivos, assim como, a articulação com outras entidades de referência: IPSS, serviços de saúde e as equipas técnicas financiadas pela segurança social.

Ainda assim, nesta problemática, a maior dificuldade encontrada pelas escolas será, provavelmente, a referenciação e a avaliação dos estudantes, algo que deve ser constantemente refletido e debatido entre toda a comunidade educativa.

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publicado por Maribel Maia às 14:30

25
Fev 15

A escola de hoje deve procurar oferecer um ensino de acesso e sucesso, igualitário, sem qualquer forma de descriminação. Para que tal aconteça, toda a comunidade educativa deve estar sensibilizada para as especificidades de cada estudante e para uma realidade onde a o direito à diferença existe, onde existem dificuldades de aprendizagem, onde existem necessidades especiais.

Assim cada vez mais, a escola deve apresentar-se sensibilizada para tais questões, para responder ao direito fundamental da vida humana: a Educação, como conceito basilar de uma igualdade de oportunidades.

Através da Legislação Portuguesa, Decreto-Lei 3/2008 de 7 de janeiro, é-nos apresentado o conceito de Necessidades Educativas Especiais; «alunos cujas dificuldades educativas derivam da descoincidência entre o capital social e cultural da família de origem e aquele que é requerido pela escola, por um lado, e as crianças cujas dificuldades resultam de alterações em estruturas e funções do corpo com carácter permanente, que geram desvantagens face ao contexto e ao que este oferece e exige a cada um, por outro lado.» (Educação Especial: Manual de Apoio à Prática: 2008)

As escolas apresentam assim profissionais destacados para o diagnóstico e encaminhamento destas necessidades, concretizando-se uma descriminação positiva face a estas características.

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publicado por Maribel Maia às 14:31

20
Fev 15

Para alguns autores, a «…calculadora é um instrumento valioso na realização, de atividades de generalização, porque permite obter muito rapidamente uma grande quantidade de cálculos…» (Ana Vieira Lopes, et. Al. ATIVIDADES MATEMÁTICAS NA SALA DE AULA: 1996).

Contudo, o estudante deve ter em atenção que, ao longo dos anos letivos, existirão determinadas matérias onde a calculadora não deverá ser utilizada, para que melhor se aprenda o processo de construção e reflexão do cálculo. Assim, de acordo com as matérias a estudar, e portanto, sempre sob a orientação do professor/educador a utilização desta ferramenta deve ser incluída no estudo diário.

Ainda sobre este assunto é de relembrar que existem vários modelos de calculadoras que se adaptam às necessidades dos estudantes portanto, a partir do 9ºano de escolaridade, torna-se necessário o uso de uma calculadora científica, e no secundário, para quem opta pela área das Ciências e Tecnologia poderá necessitar de uma máquina gráfica. Portanto, cabe ao estudante realizar uma aprendizagem das capacidades de cada máquina, que lhe permita realizar um uso adequado desta.

 

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publicado por Maribel Maia às 14:11

18
Fev 15

Primeiro é necessário desconstruir a ideia de que a matemática é impossível de entendimento, de seguida ajudará seguir as seguintes propostas:

  • A atenção aos exercícios explicados em aula é imprescindível, e solicitar nova explicação quando não se entendeu a matéria;
  • Não deixar acumular dúvidas, é neste momento que se perde o ‘fio-condutor’;
  • Em casa realizar exercícios suplementares parecidos com os dados em aula;
  • Rever e interiorizar as fórmulas matemáticas aprendidas;
  • Atenção aos símbolos e sinais, erradamente colocados levam ao erro fácil;
  • Nos problemas encontrar os subproblemas que exigirão mais cálculos;
  • Realizar esquemas, tabelas, ou gráficos de apoio na organização de ideias. Se possível utilizar material manipulável como objetos geométricos, etc.
  • Treinar através de jogos didáticos facilita a aprendizagem da matemática de uma forma mais divertida, como por exemplo: dominó, cartas, tangram, jogo da ‘batalha naval’, etc…

Procura compreender o enunciado: «…muitas vezes as dificuldades em resolver problemas advém da incompreensão do texto, é necessário trabalhar o texto cuidadosamente até à sua total compreensão..» (Ana Vieira Lopes, et. Al. ATIVIDADES MATEMÁTICAS NA SALA DE AULA: 1996)

publicado por Maribel Maia às 14:03

13
Fev 15

Ao longo dos anos letivos a matemática começa a desenvolver-se como um problema: de compreensão, de concretização, de aprofundamento, de interação. Isso proporciona no estudante receios, afastamento e desinteresse, ou seja, o caminho perfeito para os maus resultados na disciplina.

Contrariar esta situação torna-se mais fácil quanto mais rápido se trabalhar no sentido contrário a este caminho, pois, a matemática segue um fio condutor de raciocínios interligados que, perdendo parte deste processo torna-se difícil seguir o caminho.

Contudo, o importante é não esquecer que se pode sempre voltar atrás, ‘onde nos perdemos’ e reencontrar a lógica perdida...requer apenas um pouco mais de dedicação por parte do estudante e o apoio individualizado do educador.

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publicado por Maribel Maia às 14:36

11
Fev 15

Aos explicadores/educadores chegam, por vezes, estudantes que, estando com dificuldade em uma ou mais disciplinas, recorrem a este apoio em vésperas do(s) teste(s). Nada mais difícil para um educador do que conseguir em uma ou duas horas orientar e explicar dias, semanas, de matéria de determinada disciplina.

O historial da estudante deve orientar a necessidade de recurso ao apoio educativo, seja com base no ano letivo anterior, ou com base nos primeiros testes do período, cabe portanto, ao encarregado de educação em diálogo com o explicador/educador definir o plano de apoio mais adequado.

Estes podem procurar apoio escolar para os estudantes, não só quando existem resultados negativos no aproveitamento escolar, mas também quando se denotam boas capacidades de aprendizagem, passiveis de serem melhoradas.

Estudantes com necessidades educativas especiais devem ter um acompanhamento o mais individualizado possível, para que o educador possa adaptar os métodos de ensino às especificidades do estudante.

Reconhecido a necessidade de apoio a determinada(s) disciplina(s), este deve ser contínuo ao longo do ano letivo e de forma individualizada, educador – estudante, ou em grupo de dois ou três estudantes, no mesmo ano escolar.

Por vezes os resultados negativos estiveram já presentes em anos anteriores e, nestes casos, a utilização das férias para apoio escolar deve ser opção, para consolidar conhecimentos basilares ainda não adquiridos.

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publicado por Maribel Maia às 19:18

06
Fev 15

Muitas vezes os estudantes têm dificuldade em organizar o seu processo de estudo, com vista à avaliaçã. Se a organização do processo de estudo não for a mais equilibrada, os resultados poderão também não ser os esperados. Assim, a preparação para uma ficha de avaliação (teste) poderá passar pelas seguintes etapas:

 

1º - redigir resumos sobre a matéria a estudar;

2º - rever exercícios dos quais existiram dúvidas ao longo das aulas;

3º - responder a fichas do livro escolar, ou do livro de atividades;

4º - responder a perguntas realizadas pelo educador e/ou realizar fichas retiradas de outros livros ou da internet. Alguns livros escolares trazem um código que dá acesso a sites especializados da editora, com este material de apoio.

5º - rever a matéria através dos resumos realizados.

 

Nota: estes passos são, claramente, para serem realizados uma semana antes da data da ficha de avaliação (teste) nunca apenas no dia anterior! 

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publicado por Maribel Maia às 19:11

04
Fev 15

Já todos ouvimos falar sobre o novo acordo ortográfico, ainda permanecemos em fase de transição e não nos tem sido nada fácil, porque ‘pára’ não é ‘para’, mas agora temos de lhe ‘tirar pelo sentido’ e não podemos esquecer que cor-de-rosa mantém os hífens mas cor de laranja não… se nós adultos estamos com dificuldade em aceitar isto de bom grado, se os professores estão ainda em adaptação, os nossos estudantes não estão em melhor situação… as crianças que frequentam o 1ºciclo estão, sem dúvida melhor, pois não sentem o ‘antes e o depois’. Contudo, os de 3ºciclo e secundário sentem mais a necessidade de contrariarem o que já sabiam, para adquirirem novo conhecimento.

A este assunto relembro que não ocorreu apenas uma mudança de acordo ortográfico mas também uma mudança de gramática, na minha opinião, de aprendizagem mais complexa. Posso exemplificar através do estudo da Sintaxe, reconhecendo-se agora orações coordenadas e orações subordinadas, sendo que incluídas nas coordenadas estão as copulativas, adversativas e disjuntivas…   Inquietante?

Por estas razões, para quem apoia em casa os estudantes, no estudo diário, deve incentiva-los nesse estudo, é imprescindível para a disciplina de Português e transversal a todas as outras…

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publicado por Maribel Maia às 20:08

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