Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

30
Jan 15

As mochilas são grandes e pesadas… levam livros, cadernos, estojo… ao qual se acrescenta o equipamento para educação física, o lanche e muito mais peso… estudos revelam que prejudicam a saúde dos que crescem!

No entanto o hábito de a levar às costas torna-se tal que, os estudantes, já nem reclamam da sua presença pesada… com isso, muitas vezes, trazem nela objetos desnecessários.  Portanto cabe aos educadores, com regularidade, procurarem reorganizar as mochilas, tendo em conta:

 

  • grande parte dos livros estão já divididos por volumes, para que não seja necessário andar com toda a matéria;
  • as capas, quando são necessárias devem ser de argolas pequenas e no final do período podem ser retiradas as folhas do período findo;
  • deve existir uma pequena capa de micas onde são arquivados testes e fotocópias dadas nas aulas, que também podem ser guardadas em casa no final de cada período;
  • principalmente no nível secundário, se optarem por cadernos mais volumosos poderão dividi-los em duas disciplinas, poupando-se material;
  • alguns professores não dão utilidade ao livro de fichas associado ao livro escolar, mesmo que este fique em casa, deve ser utilizado pelo estudante como material de estudo;
  • no fim do estudo diário deve-se organizar a mochila com o material necessário para o dia seguinte;
  • equipamento e lanches, se possível devem ser transportados em pequenas malas de mão;
  • limpar e manter a mochila devidamente organizada é um dever de cada estudante.

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publicado por Maribel Maia às 20:00

27
Jan 15

«A minha mãe também andava sempre atrás de nós: - ‘já fizeste os deveres? Já fizeste isto, já fizeste aquilo? [Paula]» (Laura Fonseca, Culturas Juvenis, Percursos Femininos, 2001).

Ao longo de todo o ano escolar vamos fazer este género de questões: ‘quando é o teste?’ ‘Tens teste a que disciplina?’ ou mesmo ‘Quando entregas o trabalho?’. Muitas das vezes a resposta é vaga, nula, ou ‘um qualquer dia da próxima semana’, nem que hoje seja domingo…à noite…  aqui fica então uma proposta: cada estudante deve ter uma agenda onde assinala as datas de testes, de entrega de trabalhos e fichas de estudo… esta deve estar sempre atualizada e monitorizada pelos pais, ou nas explicações. Para os mais organizados, podem ir mais além e sublinhar com verde ou vermelho (positiva ou negativa) após a entrega do teste assim, no final do período torna-se mais fácil refletir sobre as notas.

Alguns estudos científicos demonstram que este controlo escolar é interpretado pelos estudantes como um auxílio ao estudo e não como desresponsabilização ou desconfiança, como nos refere a investigadora Laura Fonseca: «…os comportamentos e atitudes das mães são percecionados pelas jovens como formas eficazes de demonstração de interesse e empenho, de incentivo para a sua manutenção na escola…» (Culturas Juvenis, Percursos Femininos, 2001).

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publicado por Maribel Maia às 17:38

23
Jan 15

Os jogos de computador, as consolas de comandos interativos e as redes sociais conquistam muito do tempo das crianças e jovens de hoje… e os pais desesperam ao ver a quantidade de horas passadas em frente a estes ecrãs.

Cabe a estes educadores controlarem o uso destes aparelhos. Para o uso da internet existe software que auxiliam neste controlo, privando o acesso a sítios desaconselhado a crianças… nas redes sociais deve existir um alerta constante para os cuidados a ter na divulgação dos dados pessoais das crianças (nome completo, morada, fotografias, passwords, horários e rotinas).

Para os jogos de consolas deve dar-se atenção às orientações do fabricante principalmente nas recomendações sobre as idades indicadas a cada jogo.

Relativamente às horas de utilização destes equipamentos, impera o bom senso do educador e um controlo permanente. Para Cris Rowan (terapeuta ocupacional e pediatra), as crianças, entre os 3 e 5 anos, só devem estar em frente ao ecrã 1hora por dia e a partir dos 6 anos apenas duas horas diárias, tal como indica a tabela seguinte:

 

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publicado por Maribel Maia às 18:04

19
Jan 15

O computador e a internet podem ser utilizados na educação como ferramentas inesgotáveis de possibilidades e de opções, tornando-se uma ferramenta facilitadora e motivadora no processo de aprendizagem, seja este individual ou coletivo.

Através da internet podemos aceder e trocar rapidamente a informação sob variadas formas, em texto, cálculo, gráfico, som e imagem. A noção de tempo e espaço transfiguram-se deixando de ser uma barreira à comunicação, facilmente se comunica com o mundo inteiro e a qualquer hora. Novas formas de aprendizagem nasceram com esta nova Era Tecnológica, a educação à distância, a tutória telemática, assim como novas e variadas metodologias didáticas. 

 

 

Potencialidades do uso da Internet no processo de aprendizagem:

Constrangimentos do uso da Internet no processo de aprendizagem:

- Aumento da motivação do aprendente.

- possibilidade de aprender ao ritmo individual

- facilidade de acesso a informação e comunicação

- dificuldades em restringir e selecionar informação

- dificuldades em focalizar a pesquisa

- insegurança de alguns sites

 

Algumas orientações para quem estuda pela Internet:

  • Não deixar informações pessoais (nome completo, morada, fotografias) nas redes sociais;
  • Anotar os links e informações de pesquisa, pois deixamos de os encontrar, facilmente;
  • Manter chat’s e e-mail’s desligados;
  • Não copiar e colar a informação pesquisada em trabalhos a entregar aos professores;
  • Elaborar resumos das pesquisas;
  • Realizar pesquisas também em livros e enciclopédias;
  • Ter em atenção que nem toda a informação encontrada é a correta;
  • Adicionar aos trabalhos as fontes de pesquisa.

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publicado por Maribel Maia às 18:45

16
Jan 15

O Projeto Minerva foi considerado um dos primeiros e mais relevantes projetos portugueses que contribuíram para a introdução das TIC nos ensinos básico e secundário, iniciou-se em 1985 e viria a finalizar em 1994. Vários programas se seguiram, o mais recente denominado Programa e-iniciativas, sustentado pela criação de um fundo para a Sociedade da Informação, permitia o acesso a um computador portátil e à banda larga móvel perante um contrato de fidelização de estudantes ou formandos.

Este, tinha como objetivo facilitar um acesso mais equitativo, pela população portuguesa, aos equipamentos técnicos necessários ao desenvolvimento das TIC, assume-se assim, uma estratégia para mobilizar os Portugueses para a Sociedade da Informação e do Conhecimento, permitindo um acesso massivo a computadores e à banda larga, por parte de estudantes do ensino básico e secundário, docentes e adultos, inseridos na Iniciativa Novas Oportunidades. Este programa termina em 2011, sendo que muitos foram os portugueses que usufruíram desta iniciativa.

Atualmente a grande maioria da população já convive diariamente com um computador de acesso à internet, facilitando também este acesso a crianças e jovens que rapidamente desenvolvem conhecimentos em TIC.

Cabe aos educadores orientarem para o melhor uso das novas tecnologias…propostas surgirão em temas próximos.

publicado por Maribel Maia às 18:31

09
Jan 15

Nos últimos trinta anos, novas reflexões surgem sobre o ensino e aprendizagem, abrangendo-se, cada vez mais, novas perspetivas sobre a educação, equaciona-se o recurso à tecnologia e às suas diversas formas de utilização em contexto de aprendizagem, seja ela utilizada em contexto sala de aula, ou fora desta, seja ela um recurso de crianças, jovens ou adultos, estudantes ou docentes. Desta forma, o recurso eficaz às tecnologias de informação e comunicação poderão ditar e apoiar novas e boas práticas pedagógicas.

As TIC (tecnologias de Informação e Comunicação) são encaradas como uma fundamental ferramenta pedagógica que merece atenção e reflexão por parte de toda a comunidade educativa, tanto em contextos formais como em contextos não-formais e informais, podendo auxiliar na aprendizagem de uma disciplina como na educação transdisciplinar, podendo recorrer às TIC todos os detentores dos saberes básicos de utilização do computador e da internet.

No contexto sala de aula/formação, a utilização trouxe algumas revoluções, podendo ser uma melhoria aos métodos tradicionais de ensino-aprendizagem, podendo-se recorrer ao computador para dinamizar momentos que poderiam ser de oralidade e/ou expositivos, podendo-se utilizar a internet para apoiar estudos e pesquisas de determinadas matérias. 

Em WWW podem-se encontrar os mais variados recursos de apoio à aprendizagem e direcionados aos mais diversos temas de interesse.

As políticas portuguesas assumiram, portanto, o valor educacional das TIC, criando vários programas/projetos que fazem parte da história do ensino em Portugal.

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publicado por Maribel Maia às 20:25

07
Jan 15

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Porque muitas vezes o problema pode surgir na escolha do livro para os mais novos, até mesmo como presente, um livro poderá ser uma boa oferta em qualquer idade! Assim, deixo algumas propostas concretas de livros que mais facilmente poderão despertar o interesse para a leitura, nos mais novos:

 

A Lua de Joana (autor - Maria Teresa Maia Gonzalez): para a adolescência, fala do contato de uma jovem com o mundo da droga, escrito em forma de cartas torna-se de muito fácil leitura.

 

O principezinho (autor - Antoine de Saint Exupéry): para os mais novos, contudo delicioso até para os mais velhos, fala sobre a beleza da amizade. Recentemente, um novo autor deu continuidade a esta história com ‘O Regresso do Jovem Príncipe’ de: Alejandro Guillermo Roemmers. 

 

A saga Harry Potter (autor - J.K Rowlings):  ou a saga Eragon (autor - Christopher Paolini): para os leitores do fantástico, apresenta um mundo criativo de feiticeiros e dragões.

 

Os livros Uma Aventura (autor - Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães): bastante abrangente relativamente às faixas etárias, chegando a meio da história torna-se difícil parar a leitura.

 

A Fada Oriana (autor - Sophia de Mello Breyner Andresen): e outros da mesma autora, são indicados para as crianças mais pequenas, pois são livros pequenos de histórias simples que despertam a imaginação.

 

O Diário de um Banana (autor - Jeff Kinney): para os que gostam de rir e de uma leitura divertida, normalmente quem lê um quer ler outros da mesma coleção.

 

Os Jogos da Fome  (autor - Suzanne Collins):  um livro de ficção científica, para leitores jovens, repleto de ação e suspense que, subtilmente leva à reflexão sobre alguns assuntos de uma sociedade atual individualista.

 

Muitas outras poderiam ser as sugestões, contudo estas foram escolhidas por duas simples razões: foram leituras que eu já concretizei e referidas com agrado por estudantes com quem já contactei.

Deixem também as vossas propostas de leitura, com base nas vossas escolhas ou dos vossos educandos…

 

publicado por Maribel Maia às 17:18

Já aqui referi a importância da leitura para o desenvolvimento da Língua e da escrita, mas também para estimular a imaginação, a aprendizagem, o espírito crítico e criativo, etc, etc… são tantos os benefícios da leitura para crianças, jovens e adultos.

Apresento assim algumas frases que os pais não querem dizer…e de possível solução:

 

‘Comprei o livro e não o leu!’

  • Para não estarem constantemente a gastar dinheiro em livros que depois poderão não ser lidos, façam-se sócios da biblioteca mais próxima. É de acesso gratuito, podem trazer mais do que um livro e, desenvolvem nos estudantes o sentido de responsabilidade pelo cuidado com o livro, a data de entrega e o contato com esta instituição pública;

 

‘Não sei de que livros ele gosta?’

  • A partir do momento que existe um ou mais livros que ele tenha gostado deve-se procurar o mesmo género literário: aventura, policiais; fantástico; banda desenhada; etc. Na publicação seguinte escreverei sobre sugestões de livros.

 

‘Não o consigo obrigar a ler!’

  • É certo que nenhuma motivação de leitura vem pela obrigação, proponha que ele peça um livro emprestado por sugestão de um amigo… se o amigo gostou do que leu ele vai ficar curioso.

 

‘Só gosta de banda desenhada!’

  • O importante é ler e a banda desenhada não é considerada uma leitura menor, será certamente um caminho de leitura igual a tantos outros.

 

‘Temos tantos livros em casa e não lê nenhum!’

  • Nem sempre os livros que estão em casa despertam o interesse, podem não se enquadrarem nos gostos de leitura do estudante. Outras vezes estão devidamente arrumados em estantes ou armários e ninguém em casa se lembra deles.

 

‘Prefere jogar computador do que ler!’

  • Existe tempo para tudo… tema a ser refletido posteriormente, o tempo em jogos de consolas deve ser limitado ponderadamente, para que não haja lugar para estas escolhas.

 

‘Ele não gosta de ler!’

  • É necessário mostrar o nosso próprio gosto e motivação pela leitura..os estudantes, muitas vezes, seguem exemplos, e se em casa não existem exemplos de leitura será mais difícil incutir e aconselhar neste sentido.
publicado por Maribel Maia às 17:16

Quando pensamos na aprendizagem de línguas na escola, pensamos em duas ou mais disciplinas: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão…

Mesmo em adultos, muitos são aqueles que se confrontam com a necessidade de desenvolver melhor estas competências!

De forma simples e sistematizada, apresento aqui alguns desafios que poderão ser potenciadores de melhoria de aprendizagem:

  • o início da aprendizagem é crucial: se as bases não estiverem bem consolidadas não se poderá avançar. É imprescindível a aquisição dos saberes iniciais de gramática, da construção das primeiras frases e um estudo da pronúncia/leitura;
  • Criar uma lista de vocabulário recentemente aprendido e respetiva tradução, que se venha a atualizar e estudar constantemente;
  • Ler muito! Na Língua materna é realmente imprescindível uma leitura frequente de livros, jornais, revistas, etc… o incentivo à leitura pode e deve ser iniciado já no 1ºciclo;
  • Conversar, argumentar, discutir, na Língua que se pretende desenvolver, aumenta o vocabulário, a rapidez de raciocínio e faculta uma melhor pronúncia;
  • Realizar um estudo de gramática constante: verbos, construção de frases, etc.;
  • Utilizar o dicionário com frequência e assertividade;
  • Ouvir música, ver filmes, exercitando a tradução;

Por fim, e para os que podem: viajar! O confronto direto com uma necessidade de comunicação obriga ao desenvolvimento desta competência de forma mais célere.  

publicado por Maribel Maia às 17:13

05
Jan 15
  • É preciso ler atentamente e calmamente o exame, até ao fim, para perceber bem o que é pedido. Se não perceberes algo pergunta ao professor, ele ajudará no que puder;
  • Agora sim, altura de começar a responder. Contudo respostas mais elaboradas podem necessitar que se definam os tópicos primeiro em folha de rascunho, de forma a organizar e lembrar todas as ideias;
  • Encontradas muita dificuldade em começar a responder a determinada pergunta há que avançar a questão para voltar mais tarde, a gestão do tempo é imprescindível;
  • Cuidar a ortografia e justificar muito bem as respostas, serão outras pessoas e interpretar a nossa escrita;
  • Se existe um texto de introdução à pergunta é preciso referi-lo na resposta;
  • Cuidados especiais com a enumeração das respostas às respetivas perguntas;
  • Após a resolução verificar se efetivamente não te esqueces-te de responder a nenhuma questão;
  • Realizar uma leitura final de texto e cálculo, para verificar se não existiu algum erro de distração;
  • Entregar o exame sem perturbar os colegas, relaxar um pouco…e… voltar a pensar no seguinte.

    4_Nomenclatura para os testes.jpg

     

publicado por Maribel Maia às 12:31

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